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Quem assistiu à abertura morna dos Jogos Olímpicos de Tóquio neste ano certamente sentiu o contraste com a bela cerimônia que o Brasil conseguiu entregar nas Olimpíadas do Rio em 2016.
Apesar de simples, o que seria esperado de um país emergente, ela teve alguns momentos marcantes, como o arrebatador desfile da supermodelo Gisele Bündchen ao som de Garota de Ipanema.
A escolha de Gisele foi perfeita para a ocasião, um evento internacional sobre o qual recai o olhar do mundo inteiro. A modelo não é só famosa e querida no Brasil, mas extremamente celebrada em todo planeta - um ícone global, de fato.
Como muitas celebridades, Gisele decidiu usar sua fama para dar visibilidade às causas em que acredita. No seu caso, as questões ambientais.
Embaixadora do meio ambiente pela ONU, a modelo já encabeçou um projeto de recuperação da qualidade da água na sua cidade natal, a gaúcha Horizontina; já apoiou um programa da ONG S.O.S. Mata Atlântica; participou da série documental do Nat Geo “Years of Living Dangerously”, sobre o impacto do aquecimento global em diferentes partes do planeta, entre outros projetos.
Sem dúvida a questão ambiental é um dos temas mais importantes da atualidade, inclusive nos negócios. Prova disso é o crescimento da relevância das pautas ESG para as empresas nos últimos anos.
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Mas não apenas isso: a necessidade em si de minimizar os impactos ambientais provocados por todas as atividades humanas criou novos mercados e abriu oportunidades de negócio. Afinal, alguém precisa desenvolver as tecnologias e prestar os serviços que irão deixar as cadeias de produção mais limpas, menos poluentes e com menos desperdício.
Nesse sentido, a bolsa brasileira tem uma pequena representante que sonha em ser grande: a Ambipar. A empresa de gestão ambiental, que desempenha atividades como gestão de resíduos, já iniciou um processo de internacionalização e acaba de convidar Gisele para uma parceria.
Mas o que era para ser apenas um convite para o conselho de sustentabilidade da companhia e parceria de publicidade acabou se tornando uma sociedade, quando a modelo resolveu investir na empresa. O Renato Carvalho conta os detalhes da história nesta matéria.
Está na cara que a Ambipar deseja se valer da fama internacional de Gisele para promover o seu negócio, no Brasil e no exterior. Mas nesse caso, a união da modelo-ativista-investidora com a empresa superfocada em ESG parece ter tido um encaixe perfeito e potencialmente positivo tanto para o meio ambiente quanto para os negócios da Ambipar.
A notícia, aliás, lembra uma outra parceria recente, o convite da cantora Anitta para integrar o conselho do Nubank. Será que a participação ativa de celebridades nos negócios, não só do ponto de vista publicitário, virou moda?
Talvez sim, diz a analista Larissa Quaresma, da Empiricus. E, pelo menos no que diz respeito às pautas ESG, isso pode ser uma coisa boa. Ela comenta o investimento de Gisele na Ambipar e desenvolve melhor essa questão na sua coluna de hoje no Seu Dinheiro.
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