O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na Day One de hoje: Rodolfo Amstalden diz “Em sistemas complexos como o financeiro, simplesmente não existem efeitos colaterais”. Confira!
Talvez você já tenha ouvido que risco e retorno andam sempre juntos no mercado financeiro.
Risco e retorno, retorno e risco.
Se você ouviu assim, em perfeita simetria comutativa, tudo bem.
No limite, é como se ambas as coisas fossem uma única coisa.
Infelizmente, a maioria dos investidores é apresentada ao conceito de risco e retorno de um jeito torto, e até mesmo desonesto.
Algo como:
Leia Também
"O risco é um efeito colateral dos retornos que buscamos sistematicamente dentro do mercado".
A verdade, porém, é que, em sistemas complexos como o financeiro, simplesmente não existem efeitos colaterais.
É claro que sempre podemos fazer essa distinção por meio da linguagem, chamando de efeitos principais apenas aqueles que desejamos, aqueles pelos quais queremos levar crédito.
Já os efeitos colaterais seriam os pinos quadrados nos buracos redondos, pequenas distrações não antecipadas, mas que insistem em fazer parte do pacote.
Se escolhermos adotar esse tipo de linguagem — a linguagem infantil de Zaratustra —, criaremos um pedestal em que os efeitos principais se sobrepõem aos efeitos colaterais.
Tomaríamos um remédio hipotético que promete curar milagrosamente a Covid. Dias mais tarde, porém, descobriríamos que a Covid continua alojada perigosamente em nossos pulmões, e agora acompanhada de uma certa arritmia cardíaca, complicações nos rins e comprometimento da visão.
Pois é, como os efeitos colaterais não existem no sistema financeiro (a não ser no terreno retórico da linguagem), isso significa que eles podem se manifestar por si só, sem qualquer instrumento de compensação lateral.
Risco é retorno, retorno é risco. Por isso mesmo, não há qualquer garantia de que o risco que o investidor está tomando será efetivamente convertido em retorno. Como você vai converter algo que já é?
Sabemos, pelas regras de compliance, que retornos passados não são garantia de retornos futuros.
Agora precisamos aprender também que retornos passados não são garantia de retornos passados. Poderiam ter sido apenas riscos passados a limpo.
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje
Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito
O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas
Conheça a intensa biografia de Mark Mobius, pioneiro em investimentos em países emergentes, e entenda quais oportunidades ainda existem nesses mercados
Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
Com transformações e mudanças de tese cada vez mais rápidas, entenda o que esperar dos resultados das empresas no primeiro trimestre de 2026
Com a desvalorização do dólar e a entrada de gringos na bolsa brasileira, o Ibovespa ganha força. Ainda há espaço para subir?
Entenda como a entrada de capital estrangeiro nos FIIs pode ajudar os cotistas locais, e como investir por meio de ETFs
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais