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Quando falamos em investimentos em emergentes, nos referimos a um grupo bastante heterogêneo de países.
E infelizmente não dá para concluir que um ambiente favorável a emergentes será, necessariamente, favorável ao Brasil, se estivermos em um momento particular ruim. Afinal, nada impede os investidores de voltarem sua atenção para outros latino-americanos, por exemplo.
O JP Morgan bem que tentou manter sua recomendação de compra de Brasil, mas o cenário doméstico não ajudou, e os analistas mudaram o seu “destino de viagem”.
A bola da vez na América Latina, para o banco americano, é o México, cujas condições internas eles consideram mais favoráveis que as do Brasil, atualmente.
Não que as ações brasileiras não estejam baratas. Mas um aumento recente no risco-país fez, na opinião dos analistas, com que elas não valessem mais tanto a pena assim. Já o México tem tudo para surfar a recuperação econômica americana.
Nesta matéria, o Ivan Ryngelblum explica por que o JP Morgan desembarcou da tese brasileira.
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