O bitcoin já quebrou muitas premissas, mas você está preparado para quebrar mais algumas e entrar na onda dos NFTs?
Hoje o nosso papo é sobre um desses pressupostos que temos ao encarar o mundo dos tokens não fungíveis (NFTs), ou tokens colecionáveis
Você já deve estar cansado de me ouvir falar que o mundo cripto te obriga a questionar premissas que você possuía e nem sabia que existiam.
Hoje o nosso papo é sobre um desses pressupostos que temos ao encarar o mundo dos tokens não fungíveis (NFTs), ou tokens colecionáveis.
Sempre que entramos na conversa de que o detentor do token é o único que pode se dizer dono de uma arte digital que todos podem copiar, a mente das pessoas leigas se contorce.
Por mais que tentemos explicar que apenas o Museu do Louvre possui a Monalisa, apesar de qualquer um poder ter uma foto do quadro tirada da internet, as pessoas não entendem da mesma forma uma obra de arte essencialmente digital.
Além disso, a minha digressão sobre essa falta de entendimento é que a premissa básica das pessoas é que a arte digital sempre poderá ser copiada e exibida em qualquer local.
No entanto, isso é um pressuposto do mundo físico em que vivemos, no qual uma obra de arte digital pode ser simplesmente copiada e exibida sem qualquer perda em uma imagem no Twitter ou em qualquer outra rede social.
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Por outro lado, em um metaverso (universo paralelo) digital, as regras criadas podem impedir esse tipo de reprodução indevida.
Afinal, o digital é facilmente programável, editável e, no mundo cripto, transparente e verificável.
Assim sendo, em vários metaversos de jogos como “Decentraland” e “Sandbox” já é possível exibir suas artes digitais com um selo verificador de propriedade.
Além disso, especula-se que o Twitter possa em breve adicionar um novo selo verificador para aqueles que possuem avatares de coleções de NFTs conhecidas.
Isso poderia simplesmente criar uma onda de novos usuários loucos para comprar o seu próprio NFT caro e exibi-lo nas redes sociais.
Hoje em dia é possível alugar mansões e carrões apenas para tirar uma foto e parecer ter uma vida que não se tem, portanto, a ostentação do mundo real ficou mais barata no mundo digital.
No entanto, um NFT que custou US$ 10 milhões é completamente verificável, transparente e exibível de forma totalmente segura por meio das redes sociais.
Quando Mark Zuckerberg começar a ver isso de maneira mais séria, o próximo passo será algo no Instagram parecido com o que se ventila no Twitter.
Você está preparado para quebrar mais algumas premissas e viver no mundo ostentativo dos NFTs?
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