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Além disso, a agenda também conta com um evento sobre moedas digitais, o que pode animar o mercado cripto
O noticiário foi esfriando cedo na semana passada. Desde a última quarta-feira (19), quando foi divulgada a ata do Fed sobre a política monetária, os principais índices internacionais passaram a repercutir o fato até a sexta-feira (21) e, sem maiores avanços no noticiário, o marasmo reinou.
Mesmo assim, o principal índice da bolsa brasileira conseguiu sustentar os 122 mil pontos até o último pregão, e o dólar também encerrou a semana em sua trajetória de queda. Os dados de gerente de compras (PMI) da Europa e Estados Unidos deram um último e curto respiro para as bolsas internacionais.
Mas nova semana, novos desafios.
Segunda-feira é dia de live! Nosso repórter Victor Aguiar comenta os principais destaques para a semana no nosso Instagram. É às 9h30, não perca!
Começamos com a dirigente do Fed, Lael Brainard, fazendo um discurso sobre moedas digitais em evento da CoinDesk. Vale lembrar que os EUA estão no mesmo caminho de outros países, como a China, para a criação de sua moeda digital. Na semana passada, o Federal Reserve não descartou o início das discussões sobre o tema, o que animou os mercados de cripto.
Por falar em criptomoedas, o bitcoin teve uma semana difícil. E, como o mercado não para durante o fim de semana, os investidores estão buscando se recuperar do prejuízo. O último prego do caixão foi na sexta-feira, quando a China decidiu iniciar restrições para mineração de bitcoin.
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Na terça-feira (25) está marcada a divulgação do IPCA-15, e na quinta-feira (27), dados sobre o desemprego do IBGE/Caged. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, participam de evento do BTG no meio da semana.
A expectativa é de que ambos deem perspectivas para o mercado de como conduzirão a economia nos novos tempos. Enquanto países da Europa e os Estados Unidos estão com uma vacinação avançada e já falam em “era pós-covid”, o Brasil mal chegou aos 20% da população imunizada com as duas doses.
Além disso, o Brasil pode ficar em descompasso com o mundo, tendo em vista que, por questões sanitárias, alguns países podem recusar carne e outros produtos mais sensíveis a esse tipo de restrição.
No meio disso, o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, deve fazer um novo depoimento à CPI da Covid. Ontem (23), o general da ativa participou de evento político com o presidente da República, Jair Bolsonaro.
A presença de Pazuello, sem máscara, na manifestação foi vista como uma afronta à CPI da Covid. O senador Otto Alencar (PSD-BA) disse à CNN Brasil que Eduardo Pazuello, Marcelo Queiroga e Fabio Wajngarten devem ser reconvocados pela Comissão.
Confira esses e outros destaques para esta semana:
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
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Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
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