🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Baixa renda

Qual a melhor ação de construtora de imóveis populares? Veja as recomendações da XP

Cury (CURY3) é a ação preferida da corretora no segmento de baixa renda; preço-alvo da Tenda (TEND3) foi elevado para incorporar construção remota

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
11 de junho de 2021
18:22 - atualizado às 19:57
Modelo de casa da construtora Tenda
Modelo de casa da construtora Tenda - Imagem: Divulgação

O programa habitacional Casa Verde Amarela, antigo Minha Casa Minha Vida, não tem tanta possibilidade de crescimento, dada a situação fiscal do país. Mesmo assim, ele continua financiando imóveis para os estratos mais pobres da população, para os quais o déficit habitacional ainda é de quase 8 milhões de moradias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Num cenário como esse, quais construtoras e incorporadoras abertas em bolsa e que atuam neste segmento têm os melhores prognósticos?

A XP Investimentos emitiu um relatório na noite de ontem (10) iniciando a cobertura das ações de três empresas que atuam nesta área de imóveis populares: Cury (CURY3), Direcional (DIRR3) e Plano&Plano (PLPL3). Além disso, atualizou estimativas para os papéis de MRV (MRVE3) e Tenda (TEND3) - para esta última, até elevou o preço-alvo.

A ação da Cury (CURY3) é a preferida da XP no segmento de baixa renda. O papel tem recomendação de compra e preço-alvo de R$ 15, um potencial de valorização de cerca de 50% ante o preço atual. Hoje, a ação da Cury fechou com alta de 2,05%, a R$ 9,97.

Para os analistas Renan Manda, Lucas Hoon e Marcella Ungaretti, que assinam o relatório, a empresa combina sólida execução e executivos experientes, baixa alavancagem, uma das maiores rentabilidades do mercado (retorno sobre o patrimônio líquido estimado em 59% para 2022, contra uma média de 32% dos pares) e um valuation atrativo, sendo negociada a apenas 7,4 vezes sua relação preço/lucro para 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A cobertura de Direcional (DIRR3) e Plano&Plano (PLPL3) também começou com recomendações de compra. Para a Direcional, o preço-alvo é de R$ 20,50, potencial de alta de mais de 40% ante a cotação atual; já para a Plano&Plano, o preço-alvo é de R$ 10, potencial de valorização de quase 60% frente ao preço atual.

Leia Também

Sobre a Direcional, os analistas da XP acreditam que a combinação do robusto balanço patrimonial e da eficiência produtiva da companhia permitem que ela continue crescendo e aumentando participação de mercado.

A Riva, área voltada para a média renda, aparece como uma via adicional de crescimento, que ajuda a Direcional na diversificação de suas fontes de recursos, uma vez que a fonte de financiamento para os imóveis nesta faixa de renda é a poupança, e não o FGTS, como é o caso do programa Casa Verde Amarela.

Já em relação à Plano&Plano, a XP acredita que a combinação da sua forte execução com suas operações asset-light devem impulsionar as operações da companhia e sua participação de mercado nos próximos anos, estabilizando os lançamentos em torno de R$ 2 bilhões por ano e apresentando um dos maiores retornos do segmento (retorno sobre o PL de 67% para 2021), ao mesmo tempo em que mantém a baixa alavancagem (dívida líquida/PL de 10%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, a corretora se mostra preocupada com o fato de a Plano&Plano atuar exclusivamente em São Paulo, principalmente na região metropolitana, o mercado com maior concorrência no país. "Nós vemos a competição acima do esperado e potenciais gargalos dos recursos do FGTS para São Paulo como os maiores riscos para nossa tese de investimentos", diz o relatório.

Atualização de MRV e Tenda

Os analistas da XP incorporaram os últimos resultados da MRV (MRVE3) e da Tenda (TEND3) às suas projeções, de modo a atualizar as suas estimativas para as duas companhias.

No caso da MRV, porém, a recomendação foi mantida em Neutro, e o preço-alvo permaneceu em R$ 23. A XP vê uma compressão nas margens da companhia, em razão do aumento dos custos dos materiais de construção, que deve ser amenizada pelas operações das subsidiárias Luggo (aluguel residencial), Urba (loteamentos) e AHS (residencial nos EUA).

Assim, os analistas acreditam que as perspectivas positivas para a companhia já estão no preço.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já no caso da Tenda, permaneceu a recomendação de compra, e o preço-alvo foi elevado para R$ 38, perspectiva de alta de 50% ante o preço atual. A XP adicionou ao preço a perspectiva de que o desenvolvimento da construção remota pode destravar valor na companhia.

Esse modelo, dizem os analistas, está se aproximando de seus estágios finais, e a companhia deve começar a operá-lo no segundo semestre de 2021, inicialmente em pequena escala. Mas "esperamos que o volume cresça nos próximos anos, com potencial de adicionar até 10 mil unidades por ano no longo prazo. Estimamos que este produto possa desbloquear um valor adicional de R$ 4,70 por ação", escrevem.

Eles também acreditam que a Tenda será capaz de cumprir seu guidance (estimativas) em 2021, e que conseguirá minimizar o impacto dos custos crescentes da construção. A ação é considerada barata, sendo negociada a 1,7 vez a relação Preço/Valor Patrimonial por Ação para 2022, abaixo do seu valor histórico de 2,5 vezes P/VPA no período pré-pandemia.

Demanda resiliente e inflação dos custos de construção

Em relação ao segmento de imóveis populares como um todo, os analistas da XP acreditam que a demanda resiliente deve continuar alimentando o plano de crescimento das companhias. E que as maiores e mais líquidas - caso das cinco empresas analisadas - estão bem posicionadas para continuar expandindo operações e ganhando participação de mercado no programa Casa Verde e Amarela.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Assim, vemos que essas companhias estão preparadas para endereçar os desafios de curto prazo, como as restrições comerciais (lockdowns), aumento do custo dos materiais de construção e escassez de alguns insumos, dado que elas possuem maior poder de barganha com seus fornecedores, maior eficiência produtiva e recursos para investir em novas soluções tecnológicas", diz o relatório.

De fato, o aumento dos preços dos materiais de construção é algo que preocupa, mas a XP crê que os impactos nas margens das incorporadoras será limitado. A corretora espera, inclusive, uma pressão adicional nos preços nos próximos meses.

"Dito isso, vemos os esforços das companhias para atenuar os custos mais altos (por exemplo, por meio de compra antecipada de materiais, materiais alternativos e ganhos de eficiência), amenizando os impactos nas margens brutas, resultando em uma pequena compressão nas margens em 2021 (1,5 p.p em nossas estimativas, na média)", diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar