🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

De olho na bolsa

Esquenta dos mercados: bolsa deve refletir taxa de juros mais alta em dia de leitura do PIB dos EUA

A agenda de balanços conta com Petrobras e Vale, enquanto o exterior deve sentir cautela antes da inflação nos EUA amanhã

Renan Sousa
Renan Sousa
28 de outubro de 2021
7:56 - atualizado às 8:06
Placa do Banco Central do Brasil (BC), autoridade monetária que conduz as reuniões do Copom para a decisão da Selic
Imagem: Shutterstock

Viajar de avião é uma experiência que pode causar medo, temor e até mesmo prazer em algumas pessoas. Mas não existe ninguém que fique tranquilo quando o piloto usa o rádio para dizer: “mudamos a rota”. Os motivos podem ser os mais diversos: clima, combustível ou qualquer outro fator. No caso do Banco Central brasileiro, a tempestade inflacionária mudou o “plano de voo” da autoridade monetária

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antes da decisão, o mercado estava apreensivo, mas uma coisa era certa: o BC ia elevar a taxa básica de juros acima dos 100 pontos-base projetados. Entre um avanço de 125 pontos-base e 150 pontos-base, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu subir a Selic de 6,25% para 7,75% na reunião da última quarta-feira (27)

A decisão foi divulgada depois do fechamento do mercado, o que deve influenciar os negócios hoje. Somado a isso, o exterior segue de olho na temporada de balanços dos Estados Unidos, enquanto o investidor brasileiro terá seus próprios balanços para digerir depois do fechamento do pregão. 

Na sessão de ontem (27), o Ibovespa encerrou o pregão em leve queda de 0,05%, a 106.363 pontos. O dólar à Vista recuou de 0,33%, cotado em R$ 5,551.

Saiba tudo que mexe com a bolsa nesta quinta-feira (28):

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para cima

As estimativas do mercado para a alta da Selic foram confirmadas no aumento mais intenso da taxa básica de juros. Os investidores atribuem esse aperto monetário a uma inflação crescente e que não deve arrefecer tão cedo. 

Leia Também

Entretanto, o atual momento inflacionário se deve principalmente à alta dos combustíveis, energia elétrica e dólar, que estão mais relacionadas a pautas políticas do que de demanda dos consumidores. Mesmo assim, o movimento é bem visto pelos analistas. 

O Banco Central ganhou sua independência do governo há pouco tempo e os investidores estão otimistas de que essa autonomia da instituição monetária favoreça os mercados em detrimento de pautas políticas. O crédito mais caro, por exemplo, pode controlar a inflação, mas é uma medida impopular.

IGP-M e balanços

No campo dos indicadores, a FGV divulga o IGP-M de outubro, assim como a confiança dos serviços e comércios, no mesmo horário. O Índice Geral de Preços deve avançar 0,30% neste mês, de acordo com a mediana das projeções do Broadcast, e subir 21,36% na base anual. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O investidor brasileiro ainda deve ficar de olho nos balanços do dia, como Ambev, Petrobras e Vale (veja a agenda mais abaixo). A PEC dos precatórios foi adiada para terça-feira da semana que vem, o que deve aliviar a tensão dos mercados até lá. 

Balanços para lá e pra cá

No exterior, os investidores devem ficar atentos à temporada de balanços, que segue a todo vapor. Os resultados das empresas foram majoritariamente positivos no último trimestre, o que tem impulsionado as bolsas de Nova York

Dessa forma, os indicadores do dia são destaque. Pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos devem dar um panorama do desemprego local e hoje será divulgado o índice de preços ao consumidor (PCE, em inglês) no 2º trimestre.

O dado mensal, utilizado pelo Federal Reserve para decidir sobre sua política monetária, será divulgado amanhã, o que deve começar a elevar a cautela dos mercados hoje. Por último, mas não menos importante, a primeira leitura do PIB do terceiro trimestre deve movimentar os negócios hoje e ajustar a projeção de crescimento do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsas pelo mundo

Os principais índices asiáticos seguiram o fraco desempenho de Nova York e encerraram o pregão desta quinta-feira majoritariamente em baixa. Além de Wall Street pesar, o Banco do Japão cortou a previsão de crescimento do país de 3,8% para 3,4%, o que piorou o sentimento dos investidores na região. 

Já na Europa, as bolsas abriram sem direção definida, de olho nos balanços da região, como InBev, Airbus e Shell, além dos resultados do terceiro trimestre de empresas dos Estados Unidos. 

Por fim, os futuros de Nova York se recuperam do tombo de ontem e apontam para uma abertura com ganhos. Vale lembrar que os índices operam próximos de suas  máximas históricas, o que explica os movimentos de correção.

Agenda do dia

  • FGV: IGP-M de outubro, confiança de serviços e comércio em outubro (8h)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (9h30)
  • Estados Unidos: 1ª estimativa do PIB do segundo trimestre (9h30)
  • Estados Unidos: PCE e Núcleo do PCE no terceiro trimestre (9h30)
  • Tesouro Nacional: Resultado primário de setembro (13h30)

Balanços do dia

Confira o calendário completo aqui e os balanços do dia de hoje:

  • Holanda: Royal Dutch Shell (antes da abertura)
  • Estados Unidos: Mastercard (antes da abertura)
  • Estados Unidos: Caterpillar (antes da abertura)
  • Brasil: Ambev (antes da abertura)
  • Brasil: Alpargatas (após o fechamento)
  • Brasil: Assaí (após o fechamento)
  • Brasil: Fleury (após o fechamento)
  • Brasil: Petrobras (após o fechamento)
  • Brasil: Suzano (após o fechamento)
  • Brasil: Vale (após o fechamento)
  • Estados Unidos: Apple (após o fechamento)
  • Estados Unidos: Amazon(após o fechamento)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar