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Os balanços do exterior devem movimentar os negócios, com Evergrande de volta ao radar após fracasso na venda de uma subsidiária
Bastam cinco palavras para fazer o investidor brasileiro tremer nas bases: risco ao teto de gastos. Enquanto o ministério da Cidadania anuncia uma vitaminada dupla de auxílio emergencial e Auxílio Brasil de R$ 400, o mercado como um todo se pergunta de onde sairão os recursos para esses benefícios. E o governo cala.
A temporada de balanços segurou o bom humor no exterior, o que sustentou a bolsa brasileira. No pregão de ontem (20), o Ibovespa fechou o dia em leve alta de 0,10%, aos 110.786 pontos, enquanto o dólar à vista encerrou a sessão em queda de 0,59%, aos R$ 5,5608.
O índice EWZ, principal fundo negociado em Nova York que investe em ações brasileiras, chegou a recuar mais de 2% após as falas de ontem (20) do ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele afirmou que talvez seja preciso furar o teto de gastos para pagar o novo benefício, o que desagradou os investidores internacionais — e deve afetar os nacionais também.
Para esta quinta-feira (21), o Auxílio Brasil ainda é o grande norteador do mercado, e os especialistas devem buscar maiores informações sobre de onde sairão os recursos para os novos gastos do ano que vem. A temporada de balanços no exterior segue a todo vapor, com importantes empresas como AT&T, American Airlines, Intel e Whirlpool divulgando seus resultados hoje.
O assunto do momento em todo território nacional é sem dúvidas a mudança do Bolsa Família para o Auxílio Brasil. Além do nome, o novo programa social deve ter um reajuste de 20% no valor pago aos beneficiários e um outro auxílio emergencial entra em cena para inteirar R$ 400 no total.
Apesar de o auxílio em R$ 400 ser positivo, os mercados mantêm a pulga atrás da orelha sobre qual será a fonte de financiamento do governo. A PEC dos precatórios deve abrir espaço no Orçamento, enquanto a reforma do Imposto de Renda deve trazer os recursos necessários.
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Ambas as propostas, no entanto, ainda precisam ser aprovadas nas Casas Legislativas até o final do ano para passarem a valer em 2022.
A briga entre a ala política do governo e a equipe econômica coloca o ministro da Economia, Paulo Guedes, como pivô da situação. Em evento da revista Exame de ontem, Guedes isentou-se de responsabilidade pelo formato do Auxílio Brasil, apresentado ontem pelo ministro da Cidadania, João Roma, na tarde de ontem (20).
Para ele, a Economia apresentou suas soluções e cabe agora à ala política do governo chegar a um consenso com o Congresso. O ministro acredita que o governo deve fazer um "encaixe" dentro do arcabouço fiscal que existe.
No pregão desta quinta-feira (21), o teto de gastos segue em foco. A Comissão especial que analisa a PEC dos precatórios adiou novamente para hoje o debate e votação da proposta, essencial para a manutenção das contas do governo.
O investidor local ainda deve manter os olhos em Guedes, que discursa hoje em um novo evento e deve ser questionado sobre o formato do Auxílio Brasil.
Durante a madrugada no Brasil, a Evergrande, a gigante incorporadora chinesa, tentou firmar um acordo para vender uma fatia de 50,1% de sua unidade imobiliária. Entretanto, as negociações não avançaram, o que voltou a levantar temores sobre um possível calote da dívida da empresa.
A Evergrande Property Services seria vendida para a Hopson Development pelo valor de US$ 2,58 bilhões aproximadamente. Em notas separadas, as empresas afirmaram que não conseguiram chegar a um acordo sobre os termos do negócio.
Diversas empresas do setor imobiliário chinês têm apresentado dificuldades com o mercado, que permanece estagnado durante a pandemia de covid-19 e afeta o setor financeiro diretamente. Os investidores devem ficar atentos aos desdobramentos dessa crise e um possível calote bilionário das empresas.
Sem maiores indicadores pela frente, os investidores devem ficar de olho nas falas dos dirigentes do Federal Reserve de hoje, além de números de pedidos de auxílio desemprego e balanços nos EUA.
Na última quarta-feira (20), o Fed divulgou o Livro Bege, publicação que traz as perspectivas do BC americano para a economia dos EUA. Apesar da grande expectativa, o texto não trouxe maiores novidades sobre o tapering, a retirada de estímulos da economia, e os investidores devem buscar respostas nas falas das autoridades.
A crise de liquidez nos mercados asiáticos ainda pressiona os índices da região, que fecharam o pregão de hoje em baixa. A endividada gigante do setor imobiliário Evergrande voltou ao radar após o fracasso na venda de uma parte de uma de suas subsidiárias.
O sentimento de cautela permanece também na Europa, que está de olho nos desdobramentos da crise no setor imobiliário chinês e acompanha os balanços dos Estados Unidos. As principais bolsas da região também caem.
Por último, os futuros de Nova York apontam para uma abertura em queda. A agenda do dia conta com as falas de diversos dirigentes do FED, balanços e dados do emprego.
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