O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A popularidade do presidente da república também foi medida pela XP/Ipespe e o resultado não é nada bom para o mandatário do Planalto
Em um dia com poucos eventos e indicadores econômicos no radar, o Ibovespa deve sentir as movimentações das bolsas no exterior. Após um forte rali das bolsas de NY de ontem, que fizeram o principal índice da bolsa brasileira subir 1,97%, aos 117.518 pontos, o dia deve ser de correção para os principais mercados mundiais.
Com Brasília ainda em foco, a nova pesquisa de popularidade mostra que o presidente da República, Jair Bolsonaro, já não é mais tão bem avaliado pelos brasileiros. E seu principal adversário político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue sendo sua principal pedra no sapato.
Além disso, na entrevista de ontem (05) à XP investimentos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não melhorou o humor dos investidores sobre as tensões envolvendo o Orçamento e o Congresso Nacional.
Saiba o que mais influencia a bolsa nesta terça-feira (06):
Com o clima de 2022 já instaurado no cenário brasileiro, a última pesquisa da XP/Ipespe mostrou que a considera a gestão do presidente da República Jair Bolsonaro “ótima ou boa” se manteve em 24%, mas o número de pessoas que avaliam o governo como “ruim ou péssimo” foi para 48%.
Também de acordo com a pesquisa, a desaprovação do presidente subiu de 56% para 60% desde 12 de março.
Leia Também
Na mesma pesquisa, o ex-presidente Lula aparece como tecnicamente empatado com o atual mandatário do Palácio do Planalto, com 29% das intenções de voto, em comparação a 28% de Bolsonaro.
O novo pacote de estímulos do presidente americano Joe Biden recebeu um impulso inesperado. A Conselheira Independente do Senado, Elizabeth MacDonough, teve decisão favorável para aprovação de uma legislação adicional que facilite a implementação de novos impostos.
Para pagar o novo pacote de estímulos à infraestrutura, de aproximadamente US$ 2 trilhões de dólares, o presidente americano está em debate com o Congresso dos EUA sobre a elevação de impostos sobre empresas.
Enquanto Biden quer um aumento de 21% para 28%, o debate está focando em um possível aumento para até 25%. O mandatário anterior da Casa Branca, Donald Trump, reduziu os impostos de 35% para 21% durante a sua gestão.
Entretanto, o temor do Congresso é de que as empresas saiam do país devido a uma alta de tributos, o que está sendo visto como improvável por Biden.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, tenta apagar do radar os temores de que estaria em atrito com o Congresso em virtude do Orçamento para 2021. Se, por um lado, o Projeto de Lei Orçamentária conta com dispositivos que abrem espaço para pedaladas fiscais, por outro, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), já afirmou que não abriria um processo de impeachment por esses motivos.
A peça aprovada pelos congressistas, que já conta com quase cinco meses de atraso, autoriza a liberação de R$ 48,8 bilhões em emendas parlamentares, que são os recursos usados por deputados e senadores para destinar verbas para suas bases eleitorais. Para viabilizar esse volume de dinheiro, foram realocados R$ 26,5 bilhões em despesas obrigatórias, reduzindo as contas com benefícios previdenciários e o abono salarial.
Na prática, o texto é impraticável e abre espaço para a abertura de processo por crime de responsabilidade, de acordo com técnicos do Ministério da Economia.
Guedes quer que alguns pontos do texto sejam vetados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, o que levaria ainda mais tempo para a aprovação do Orçamento. Mas o Congresso exige a aprovação o quanto antes, o que tem gerado certo atrito com a equipe econômica.
As bolsas da Ásia fecharam sem uma direção definida, após o pregão de ontem de NY registrar alta de mais de 1%. Wall Street refletiu os fortes dados do mercado de trabalho e serviço dos EUA, o que deu ânimo extra aos negócios.Entretanto, o medo de uma nova onda de coronavírus na região gera apreensão entre os investidores.
Já os índices europeus operam em alta na volta do feriado de Páscoa, motivados pela melhora dos indicadores econômicos de EUA e China, que reforçaram as expectativas de que os efeitos da pandemia estão sendo superados.
E depois do rali de ontem, os futuros de Nova York passam por um reajuste, caindo levemente no início da manhã desta terça-feira. Os Treasuries, os títulos do Tesouro dos EUA, também sobem, mas com menos força.
Confira os eventos e indicadores econômicos mais importantes para o dia de hoje:
No noticiário corporativo, temos:
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos