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A investida intervencionista do governo chinês segue gerando desconforto, ao mesmo tempo que os mercados entram em compasso de espera pela decisão do Fed.
O grande evento da semana só acontece amanhã (28), quando os olhos do mundo se voltarão para a decisão de política monetária do Federal Reserve, mas a terça-feira (27) deve ser recheada de números para serem digeridos.
No Brasil, a agenda do dia é fraca, o que deixa o mercado brasileiro à mercê dos movimentos internacionais. Nos Estados Unidos, além dos balanços das grandes empresas de tecnologia, dados importantes como a confiança do consumidor superaram as expectativas dos investidores, mas não foi o suficiente para reverter o cenário.
Com as bolsas próximas das máximas e os investidores em compasso de espera, o dia é de cautela predominando nos índices. O maior recuo é do Nasdaq, que cai quase 2%.
Cautela também com o tom negativo que ainda persiste no mercado asiático após a China iniciar uma série de restrições a empresas de tecnologia e educação privada e as dúvidas com relação à variante delta do coronavírus.
Assim, o Ibovespa opera em queda desde os primeiros momentos da sessão. Com as empresas de maior peso no índice se deteriorando ao longo da tarde, por volta das 15h30, o principal índice da bolsa brasileira operava próximo das mínimas do dia, com um recuo de 1,54%, aos 124.067 pontos. O dólar à vista tem um dia de instabilidade, oscilando entre perdas e ganhos. No mesmo horário, a moeda americana tinha alta de 0,10%, a R$ 5,1794.
No mercado de juros, a perspectiva de que o Banco Central atue de forma mais agressiva na próxima reunião para conter a escalada da inflação segue pressionando os principais vencimentos. Confira
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Na manhã da última segunda-feira (26), o mundo se surpreendeu com a notícia de que o Gigante Asiático estava fechando o cerco contra um setor em expansão no país: o da educação privada. Com a retomada econômica, o número de escolas que oferecem cursos extra-curriculares cresceu e tem impactado negativamente as economias das famílias chinesas.
Para evitar especulação e problemas mais graves, o governo central decidiu adotar uma série de medidas para restringir essas atividades. Mas as intervenções estatais não se limitam ao setor de educação.

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As empresas de tecnologia estão sob pressão, em um novo capítulo de uma "guerra fria” entre EUA e China. Enquanto os Estados Unidos acusam o governo de Pequim de não prover a segurança necessária para companhias situadas em Hong Kong, o país asiático alega que os americanos não estão respeitando a soberania do país.
Na manhã de ontem, o principal órgão regulador China ordenou que gigantes do setor de tecnologia corrigissem práticas “anticompetitivas” e ameaças à segurança de dados. O ambiente de tensão levou os índices asiáticos a terem um segundo dia de queda firme.
Com a cautela escalando ao longo da tarde, a temporada de balanços acaba ficando em segundo plano. Para Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos, embora a perspectiva seja de bons resultados, boa parte desse otimismo já pode estar precificado nos papéis.
Ainda assim, com poucos papéis subindo nesta tarde, os que se destacam são os com perspectiva de bons números. A Tim divulgou o seu resultado na noite de ontem, já a CPFL Energia e a Copel sobem pegando carona nos números animadores da EDP Energia. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| CPFE3 | CPFL Energia ON | R$ 26,40 | 1,58% |
| CPLE6 | Copel PN | R$ 6,08 | 0,83% |
| ITUB4 | Itaú Unibanco PN | R$ 29,73 | 0,68% |
| ITSA4 | Itaúsa PN | R$ 11,21 | 0,27% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 11,58 | 0,26% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 75,25 | -5,70% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 22,99 | -4,92% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 25,94 | -4,74% |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 57,41 | -4,71% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 17,90 | -4,53% |
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