🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

fechamento da semana

Brasília impede Ibovespa de decolar, mas saldo da semana ainda é positivo; dólar vai a R$ 5,58

No Brasil, o que garantiu um bom desempenho do Ibovespa foi a alta das commodities e a recuperação econômica de Estados Unidos e China.

Jasmine Olga
Jasmine Olga
16 de abril de 2021
18:43 - atualizado às 18:56
Ibovespa
Imagem: Shutterstock/Andrei Morais

A semana chega ao fim da mesma forma que começou: o país segue sem um Orçamento para 2021 definido e Brasília continua uma panela de pressão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Ibovespa, no entanto, viveu uma realidade alternativa um pouco diferente. O principal índice da bolsa avançou 2,93% na semana e retomou o patamar dos 120 mil pontos, já mirando em superar o seu topo histórico, graças ao aquecimento das principais economias do mundo e o bom momento das exportadoras de commodities. Essa foi a terceira semana no azul para o índice.

Fechando uma sequência de cinco altas consecutivas, o Ibovespa encerrou o dia com uma valorização de 0,34%, aos 121.113 pontos. Assim como no resto da semana, o voo poderia ter sido mais alto, mas a tensão em Brasília impediu o índice de decolar. 

O setor de commodity em alta intensificou a entrada do dinheiro estrangeiro no país, o que, aliado a um recuo dos juros dos Treasuries, levou a um alívio do câmbio. O dólar à vista fechou a semana com um recuo de 0,77%, a R$ 5,5848. Na semana, a queda foi de 1,59%

Mesmo com a percepção fiscal deteriorada e sinais de que as coisas não devem mudar tão rapidamente, até a curva de juros encontrou espaço para um alívio. Além de acompanhar o sentimento do exterior, leilões do Tesouro ajudaram na queda das principais taxas. No começo da semana, a taxa para janeiro de 2027 havia superado a casa dos 9%. Confira:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/2022: de 4,69% para 4,66%
  • Janeiro/2023: de 6,44% para 6,33%
  • Janeiro/2025: de 8,17% para 7,98%
  • Janeiro/2027: de 8,81% para 8,63%

Tchau, crise! 

O bom humor que tomou conta dos mercados internacionais ao longo da semana foi patrocinado pelos bons dados da atividade econômica dos Estados Unidos e China. 

Leia Também

É bem verdade que os investidores ainda estão com uma pulga atrás da orelha com relação à pressão inflacionária temida (e observada) nesses países. O temor é que os bancos centrais comecem a normalizar as suas taxas de juros e interrompam a compra de ativos. Ao longo da semana, tanto o Fed quanto o Banco Central Europeu reforçaram que a política acomodatícia deve persistir até que a crise tenha de fato ficado para trás. 

Pontualmente, o retorno dos juros dos Treasuries chegou a avançar, mas diante de leilões do Tesouro e das palavras do Federal Reserve, a semana marcou um recuo expressivo nos rendimentos - o que beneficia diretamente índices como o Nasdaq, os mercados emergentes e uma depreciação do dólar. 

Os números que animaram o mercado foram os seguintes: nos EUA, o setor de varejo subiu 9,8%, bem acima dos 5,9% que eram esperados pelos analistas. Além disso, o mercado de trabalho se mostrou aquecido e os primeiros resultados da temporada de balanço reforçaram a visão de recuperação econômica. Na China, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 18,3% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. O número recorde veio em linha com o esperado pelos analistas, mas foi suficiente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao longo da semana, as bolsas americanas renovaram seus recordes de fechamento seguidas vezes. O S&P 500 e o Dow Jones fecharam a semana assim, ao subirem 0,36% e 0,48%, respectivamente. O Nasdaq passou boa parte do dia no vermelho, mas acabou revertendo a situação e encerrando a sessão com ganhos de 0,10%.

Meio de campo embolado

Brasília nunca deixou de fato o primeiro plano, mas, durante a maior parte do tempo, os ruídos vindos da capital federal não foram de fato uma novidade. O fôlego para ficar no azul existiu, mas foi limitado.

O impasse com o Orçamento continua causando atrito entre o Executivo e o Legislativo e a decisão foi mais uma vez jogada para a semana que vem. De um lado, Paulo Guedes colocou o cargo à disposição se o Orçamento não tiver algumas partes vetadas. Do outro, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que caso os vetos aconteçam, a aprovação das reformas deve ser comprometida.  O mercado fica na expectativa da sanção presidencial.

Durante a tarde, Lira trouxe um pouco de alento ao mercado. Em reunião com investidores, o presidente da Câmara se mostrou otimista com relação ao andamento das reformas e disse que uma solução "sem ruptura" será encontrada para o Orçamento. Vale lembrar que nos últimos dias o governo chegou a ventilar a ideia de uma nova emenda (PEC) para deixar gastos de fora do teto de gastos e acomodar as emendas parlamentares no Orçamento, manobra que não foi bem recebida pelo mercado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsonaro flerta com um enfraquecimento político em um momento delicado, o que pode comprometer a sua corrida à reeleição. A CPI da Covid começa a ganhar contornos mais nítidos e o foco é justamente a atuação do governo federal durante a pandemia que já matou mais de 365 mil brasileiros e o caos na saúde pública que tomou conta do Amazonas nos primeiros meses de 2021.

Enquanto também não temos novidades sobre vacinação ou outras medidas que podem levar a um alívio da situação, o anúncio de que o governo de São Paulo irá relaxar as regras do distanciamento social animou os investidores. Batizada de "fase de transição", o plano prevê a reabertura de igrejas, comércios, bares, restaurantes e academias nas próximas semanas. Shoppings poderão voltar a operar em horário reduzido já no próximo domingo. 

Lula lá?

Ontem, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a suspensão das acusações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos casos do triplex do Guarujá e do sítio de Atibaia. Principal opositor do atual presidente Jair Bolsonaro, Lula se confirma como elegível para 2022. 

Desde que a primeira decisão havia sido tomada, o mercado tem precificado uma possível antecipação da corrida presidencial, o que poderia tirar o foco do governo federal de questões mais alinhadas à agenda liberal. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde a retomada das discussões no STF, o mercado parece ter voltado a prestar atenção no desenrolar da história, mas, para Ariane Benedito, da CM Capital, a elegibilidade de Lula já é um assunto precificado. Em Brasília, as questões ligadas ao Orçamento e a saúde fiscal do país são a verdadeira prioridade do mercado. 

Desencalhando o navio

Ao longo de toda a semana, o desempenho das empresas exportadoras de commodities foi o principal destaque positivo, principalmente as companhias ligadas às commodities metálicas. 

Mineradoras e siderúrgicas, com grande peso no índice, carregaram nas costas o Ibovespa, impedindo que a tensão em Brasília tomasse conta dos negócios. Hoje o movimento foi mais contido, com espaço para uma realização dos lucros recentes, mas a tendência é que essa continue sendo a toada dos negócios nos próximos meses. 

Com os países desenvolvidos começando a indicar o fim da crise, principalmente Estados Unidos e China, os investimentos em infraestrutura devem ser retomados, até como uma forma de recuperar a economia e o mercado de trabalho desses países. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso se reflete então em uma melhora de expectativa para as demandas de petróleo, minério de ferro e aço, para citar apenas algumas delas. Os frigoríficos ficaram entre as maiores quedas do dia, mas também tiveram espaço para brilhar nos últimos dias, beneficiados pelo câmbio forte e questões setoriais. 

O causo da semana

A quinta-feira (16) começou com uma notícia que abalou as estruturas do mercado - principalmente o setor de varejo de moda.A Cia Hering anunciou que recusou a oferta de fusão feita pela Arezzo. Segundo a companhia, a proposta apresentada “não atende ao melhor interesse dos acionistas e da própria companhia”.

A Arezzo já demonstrou que não deve desistir tão fácil da sua estratégia de expansão e a movimentação. chama a atenção do mercado não só pela oportunidade de criação de uma nova gigante do setor, mas também para o "desconto" que as ações da Hering e de outras empresas do setor apresentam.

Sobe e desce

Cobiçada pela Arezzo, a Hering despontou com a principal valorização da semana. A proposta voltou os olhos dos analistas para o setor de vestuário, considerado descontado pela crise, mas as Lojas Renner também se beneficiaram de outra notícia que movimentou o mercado - o estudo de uma oferta de ações bilionária para financiar o crescimento da companhia. Só hoje, os papéis da empresa subiram cerca de 12%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na sequência, vemos mais uma vez a Braskem, empresa que tem sido beneficiada pela melhora de projeções de demanda para o setor petroquímico e também pela resolução de problemas que vinham se arrastando - como o afundamento de terra em Maceió e os atritos com o governo mexicano. 

Mesmo com a realização de lucros vista hoje, o setor de commodities também marca presença entre os principais desempenhos da semana, com Usiminas e CSN registrando ganhos significativos. 

Confira as maiores altas da semana:

CÓDIGONOME ULT VARSEM
HGTX3Cia Hering ONR$ 23,3738,78%
BRKM5Braskem PNAR$ 49,9815,24%
LREN3Lojas Renner ONR$ 46,9013,01%
USIM5Usiminas PNAR$ 21,5712,34%
CSNA3CSN ONR$ 48,0011,39%

Confira também as maiores quedas da semana:

CÓDIGONOME VARIAÇÃOVARSEM
SULA11SulAmérica units  R$ 32,28-4,89%
AZUL4Azul PNR$ 37,81-3,91%
ECOR3Ecorodovias ONR$ 11,34-3,57%
ENEV3Eneva ONR$ 16,66-3,48%
CIEL3Cielo ONR$ 3,68-3,41%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção é de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento do ação

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar