🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Bolsa hoje: Um dia mais morno antes de uma sexta-feira com prato fervendo

No Brasil, além das falas de autoridades econômicas e votação no STF, serão divulgados dados do Caged; Nos EUA segunda estimativa do PIB fica no radar. Dia promete cautela no cenário internacional

26 de agosto de 2021
8:53
O mercado de créditos de carbono: um potencial brasileiro gigantesco / Imagem: Amazônia, O Despertar da Florestania (2028)

O dia promete ser de maior cautela internacional, na expectativa para o início do simpósio de Jackson Hole, marcado para sexta-feira (27).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De todo modo, há uma agenda importante nos EUA, que conta com a digestão de pedidos de auxílio-desemprego e dado de PIB para o segundo trimestre (segunda leitura).

As Bolsas asiáticas, já antecipando o movimento de cautela internacional, realizaram com maior amplitude hoje, acompanhados pela manhã das Bolsas europeias e futuros americanos.

O contexto internacional parece impeditivo para uma maior tranquilidade, apesar da predominante opinião de que o evento de amanhã deve guardar pouca surpresa.

A ver...

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fôlego nas contas públicas e crise hídrica

A Bolsa brasileira, por sua vez, tem testemunhado dias de descolamento do humor internacional, o que poderia abrir espaço para uma alta aqui, apesar do dia difícil lá fora – não é impossível, apesar de pouco provável.

Leia Também

Como colocamos ontem (25), a grande quantidade de participações de autoridades brasileiras em eventos acabou tendo um desfecho positivo, em meio a dados fiscais positivos, como o de arrecadação, que superou as estimativas ao apresentar soma de R$ 171,3 bilhões em julho, acima dos R$ 157,9 milhões esperados pela mediana do mercado.

Nem tudo são flores, contudo.

Apesar das participações positivas e dos dados que sinalizam que as contas públicas têm um bom fôlego no curto prazo, os riscos inflacionários seguem no radar (IPCA-15 acumulando 9,30% de alta nos últimos 12 meses), diante da maior preocupação dos investidores com a crise hídrica e potencialmente energética.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fala de Paulo Guedes em evento aberto e participação de Roberto Campos Neto na reunião de ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais dos Brics podem ser importantes gatilhos de otimismo hoje.

O mercado também espera a sanção presidencial da MP que aprimora o ambiente de negócios no país e a resolução do STF sobre a constitucionalidade da lei que instituiu a autonomia do Banco Central – por enquanto o placar está 1 a 1.

Cautela nesta quinta-feira

A expectativa para a sexta-feira deverá nortear as bolsas, que esperam ansiosamente pelo simpósio de Jackson Hole, em Teton, Wyoming – o evento será virtual pela segunda vez por conta da pandemia.

Amanhã, a fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), promete ser avaliada nos mínimos detalhes em busca de pistas sobre o possível ritmo de desaceleração da compra mensal do banco central de títulos – espera-se, porém, que o Fed anuncie oficialmente uma redução gradual apenas entre setembro e novembro (45% de chance de ser em novembro, segundo relatório do Goldman Sachs).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto isso, o mercado segue em alta. Depois de a Nasdaq alcançar os 15 mil pontos, foi o S&P 500 que bateu seu 51º fechamento recorde do ano. Sua recente sequência de vitórias, agora em cinco sessões, é a segunda com essa duração neste mês. Em julho, o S&P 500 também teve duas sequências de cinco ou mais sessões – a última vez que isso aconteceu (dois meses com duas sequências de cinco pregões de alta) foi em junho e julho de 1955.

Tempos ímpares para os mercados americanos estes que vivemos. Os futuros caem por lá hoje, indicando uma realização de lucros depois de tantas altas.

Problemas na Ásia e na Oceania

A Bolsa australiana corrigiu seus ganhos recentes em linha com a performance da Ásia. Na Coreia do Sul, por exemplo, o índice de ações também caiu bem nesta quinta-feira depois que o banco central do país aumentou sua taxa de juros em 25 pontos-base, em um movimento que poderia conter o aumento da dívida das famílias (países emergentes estão se antecipando e tendo que apertar sua política monetária antes dos países desenvolvidos, retirando os estímulos adotados em função da pandemia de Covid).

Porém, as correções asiáticas tiveram uma pitada adicional de problemas derivados da China. Os investidores estão aguardando maior clareza sobre as reformas regulatórias chinesas e seu impacto no setor de tecnologia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque, depois de alguns sentimentos renovados pela entrada de investidores institucionais e a recompra de ações da Tencent, na segunda e na terça-feira, os investidores podem querer aguardar por enquanto, buscando mais previsibilidade sobre as reformas regulatórias, que provavelmente não serão concluídas no curto prazo.

Anote aí!

Nos EUA, podemos contar com a segunda estimativa para o produto interno bruto para o segundo trimestre, com expectativa de uma taxa de crescimento anual de 6,5% ajustada sazonalmente, e o tradicional indicador semanal de pedidos de seguro-desemprego para a semana encerrada em 21 de agosto, sempre relevante.

Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) publica a ata de sua última reunião de política monetária, que será digerida ao longo do pregão.

No Brasil, além das falas das autoridades econômicas e da votação no STF, já mencionadas no texto acima, contaremos com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de julho, sobre o mercado de trabalho brasileiro, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na parte da tarde, podemos esperar também a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), às 15 horas.

Muda o que na minha vida?

Tem muita gente falando sobre o projeto de lei sobre o mercado de créditos de carbono – para quem não sabe do que se trata, a Empiricus fez um vídeo interessante sobre o tema. De todo modo, o deputado Marcelo Ramos (PL-AM), autor da proposta, disse que está analisando junto ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), levar o projeto diretamente para o Plenário, sendo necessária a aprovação de um requerimento de urgência.

O texto regulamenta o mercado de negociação de créditos de carbono no Brasil e institui o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), que irá regular a compra e venda de créditos de carbono no país. O projeto já foi aprovado na Comissão de Desenvolvimento Econômico e foi para a Comissão do Meio Ambiente, com relatoria da deputada Carla Zambelli (PSL-SP). Tem uma audiência pública marcada para o dia 30 e, sendo votado e aprovado, ele vai para a Comissão de Finanças e Tributação, depois Constituição e Justiça.

Contudo, a ideia do deputado é pular isso tudo aprovando o requerimento de urgência e levando o texto direto ao Plenário. É uma decisão que será tomada nos próximos dias. Hoje, o projeto é fundamental para demonstrar o compromisso do país com a redução dos gases de efeito estufa. Pensando nisso, a Vitreo já se antecipou e criou o Vitreo Carbono, que está focado no investimento em crédito no mercado europeu. Vale conferir, considerando que o tema será aquecido nos próximos dias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fique de olho!

Reta final da Semana da Renda Fixa  

Hoje é o penúltimo dia da nossa maratona de ofertas exclusivas para produtos de renda fixa. 

Após inúmeros pedidos, hoje estamos disponibilizando um CDB que oferece a você a oportunidade de ganhos ACIMA da inflação. 

Em 12 meses, o IPCA acumulado entre agosto/2020 e agosto/2021, foi de 9,30%, segundo os dados do IBGE. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o CDB de hoje atrelado ao IPCA, você terá a oportunidade de proteger seu dinheiro contra a inflação e ter ao seu favor o pagamento de um prêmio anual. A taxa extra será revelada hoje às 10h. Clique em qualquer link deste aviso para ter acesso. 

Há grandes possibilidades deste CDB exclusivo acabar em questão de poucas horas. Aconteceu isso na segunda-feira, quando oferecemos também um CDB atrelado ao IPCA. Portanto, não perca tempo quando abrirmos essa oferta hoje. 

Essa condição especial do CDB do Banco Agibank estará disponível entre às 10h00 e 14h59, ou enquanto durar o estoque.  

Quando o relógio bater 10h00 em ponto, clique no botão abaixo para conferir todos os detalhes do CDB exclusivo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

QUERO INVESTIR NO CDB

Atenção:

  • Antes de realizar o investimento, leia o regulamento completo do produto, bem como todas as suas condições de contratação.
  • Certifique-se dos riscos e que a solução oferecida está alinhada com o seu perfil de investimento.
  • Garantia fornecida pelo FGC se limita a R$250 mil por CPF.
  • Os riscos da operação com títulos de renda fixa estão na capacidade de o emissor honrar a dívida (risco de crédito); na impossibilidade de venda do título ou na ausência de investidores interessados em adquiri-lo (risco de liquidez); e na possibilidade de variação da taxa de juros e dos indexadores (risco de mercado).

Um abraço,

Jojo Wachsmann

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar