🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

SALVE-SE QUEM PUDER

Santander (SANB11) é a melhor ação de banco na Bolsa e pode proteger seu patrimônio enquanto o Ibovespa derrete

Com a alta dos juros, as ações dos bancos finalmente voltam à cena e podem ser refúgio para o investidor durante a turbulência dos mercados. Dentre elas, os papéis mais promissores são do Santander, que teve lucro acima do esperado pelo mercado no 3° trimestre; entenda

Bia Azevedo
Bia Azevedo
9 de novembro de 2021
17:41 - atualizado às 10:25
Entrada de uma agência Santander
Imagem: Shutterstock

Os últimos tempos não têm sido fáceis para a bolsa brasileira. Com o furo no teto de gastos para financiamento do Auxílio Brasil, temores acerca do futuro fiscal do país e prévias das eleições de 2022, o Ibovespa já acumula queda de mais de 13% nos últimos 6 meses. E o prognóstico para o curto prazo não é nada animador. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar do cenário complicado, o analista da Empiricus Ruy Hungria afirma que não é hora de se desesperar e vender todas as suas ações. Para ele, a situação pede cautela, “é hora de jogar na defesa na bolsa”. 

Afinal, o mercado brasileiro já passou por momentos piores. A hiperinflação antes do Plano Real, a crise da desvalorização da moeda em 1999, a crise financeira de 2008 e a recessão brasileira no biênio 2015/2016 foram apenas alguns dos episódios que abalaram o investimento em ações por aqui. Nenhum desses percalços foi capaz de derrubar a bolsa, não vai ser agora. 

Até porque, ‘a bolsa brasileira não tem vocação para quebrar’. Fizemos um post em nosso Instagram explicando os motivos por trás dessa resiliência do mercado brasileiro. Para acessar, basta clicar na imagem abaixo. 
Aproveite para nos seguir por lá. Entregamos aos nossos leitores análises de mercado, insights de investimento, carreira, empreendedorismo e as notícias mais relevantes para seu patrimônio. Basta clicar aqui.

Continuando. Diante desse cenário, a recomendação é que o investidor olhe para companhias sólidas, com forte geração de caixa, elevada distribuição de dividendos, múltiplos baixos e - de preferência - um bom histórico de superação de momentos ruins no passado. Nesse sentido, ações dos grandes bancos podem ser o refúgio do investidor durante a tempestade. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ações dos bancos podem ser alternativa para se proteger do mau momento do mercado: 

Entre 2016 e 2018, as ações dos bancos traziam brilho aos olhos dos investidores. Com juros estruturalmente altos, pouca competição vinda do lado das fintechs e redução dos bancos estatais, o caminho para a expansão dos bancos ficou aberto. 

A partir de 2019, porém, o jogo virou. Os juros começaram a cair e o Banco Central passou  a afrouxar a regulamentação das fintechs. Isso virou as ações dos bancos de cabeça para baixo e o mercado começou a precificar isso. 

Desde então, os bancos começaram a sofrer. Isso porque a combinação desses dois fatores fez com surgissem várias fintechs sob a promessa de acabar com os ‘bancões’, o que fez com que o investidor os deixassem de lado.  Mas...

...não é bem assim. E os grandes bancos estão voltando a ficar atrativos 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A narrativa era de que os bancos não iriam conseguir se adaptar às mudanças e iriam ser engolidos pelos novos tempos. Veja o desempenho dos papéis do Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) de 2016 até hoje (perceba que o banco espanhol se destaca na série histórica): 

Fonte: Real Valor

No entanto, o cenário futuro está cada vez mais favorável aos bancos. Com a alta da inflação — que já atingiu o maior valor desde 2016 em setembro deste ano ao bater os 10,25% ao ano —,  o Banco Central tende a aumentar a Selic, que já está em 7,75% a.a, como forma de tentar conter o dragão. E tudo indica que o número continuará subindo nas próximas reuniões. 

Assim, a atividade de tomada de crédito volta a ser lucrativa, mercado que os bancões já dominam. Além do mais, as fintechs estão começando a perceber que não é uma atividade fácil. Recentemente, por exemplo, as ações do Banco Inter desabaram após uma notícia sobre perdas relevantes com crédito. 

Com isso, os bancos começam a repassar as taxas mais altas ao tomador na concessão de crédito, de forma que o spread bancário tende a aumentar, se olharmos alguns trimestres à frente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E não é só isso. Ao contrário do esperado, os bancos têm conseguido se adaptar bem ao mundo digital, passando a depender menos do contato físico. No Santander, por exemplo, 33% dos novos clientes são oriundos de canais digitais. O Bradesco (BBDC4) também vem apresentando ótima evolução nas métricas de desempenho digital. 

Por fim, o ambiente regulatório relaxado para as fintechs devem estar com os dias contados. Depois de anos sem falar a respeito, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) se pronunciou afirmando que os “bancos digitais gostam de pagar meia-entrada”. 

E o Banco Central abriu uma consulta pública e disse que até o final do ano deve definir uma nova regulação prudencial (que trata de requisitos de capital e gerenciamento de risco sistêmico por parte das instituições financeiras).

O objetivo das novas regras é harmonizar as exigências das Instituições de Pagamento (IPs) e das Sociedades de Crédito Direto (SCDs) com aquelas das grandes instituições.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os bancos, a ação do Santander (SANB11) é a melhor: 

Para Larissa Quaresma, o Santander (SANB11) é a melhor ação entre os bancos. O Santander está avançando muito na digitalização, conquistando clientes que, por sua vez, estão mais engajados e transacionando mais do que os outros bancos. 

Então, isso significa “taxa de intercâmbio bancário, receita de juros e de taxa de administração de fundo na veia”, explica. A analista aponta ainda que o banco tem uma carteira de crédito mais arrojada, que faz com que a tomada de crédito por pessoa física — como cheque especial, cartão de crédito, veículos e etc — fique à frente do que nos outros bancos. 

Isso porque, em um momento de alta de juros, o Santander tende a se beneficiar mais do que os outros bancos. 

No vídeo abaixo, a analista explica por que razão a ação é eleita a melhor e ainda fala sobre a queda de 50% nos papéis da Magazine Luiza (MGLU3) e responde outras perguntas que impactam diretamente seu patrimônio. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o Santander é o único banco internacional com escala no país e o maior banco privado em questão de representatividade. O banco faz parte do Grupo Santander, sediado na Espanha. O conglomerado possui presença em mercados da América Latina, Estados Unidos e Europa. 

No terceiro trimestre de 2021, o banco reportou um lucro líquido de R$ 4,340 bilhões. O resultado representa um avanço de 12,5% em relação ao mesmo período de 2020 e superou mais uma vez projeção média do mercado, que apontava para um lucro de R$ 4,172 bilhões.

Já o retorno sobre patrimônio líquido atingiu um novo recorde: ao bater 22,4% no terceiro trimestre. Um dos destaques do balanço do Santander foi a margem financeira, a linha do balanço que contabiliza as receitas com a concessão de crédito menos os custos de captação, com um resultado de R$ 14,6 bilhões — alta de 17,6% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

A carteira de crédito ampliada do Santander atingiu R$ 526 bilhões em setembro, um avanço de 3,2% no trimestre e de 13,1% em 12 meses. As linhas que mais cresceram foram aquelas destinadas a pessoas físicas e pequenas e médias empresas, que contam com spreads maiores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O índice de inadimplência acima de 90 dias na carteira do banco aumentou de 2,2% para 2,4% no trimestre, mas segue em níveis historicamente baixos.

Além disso, o banco deve pagar bons dividendos para seus acionistas daqui para a frente. A projeção é de que o dividend yield para 2022 seja de 7,0%. E, de acordo com dados de consenso de mercado compilados pelo TradeMap, a ação ainda pode subir entre 30% e 51% no longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar