Magalu terá 214 lojas funcionando com energia solar
O Magazine Luiza fechou acordo com a GreenYellow para o fornecimento de energia solar para 214 das suas mais de 1.100 lojas. O contrato, que funciona no modelo de aluguel, prevê a entrega de 9.307,1 MWh por ano. O acordo foi firmado ainda no primeiro trimestre deste ano, mas a expectativa é de que a […]

O Magazine Luiza fechou acordo com a GreenYellow para o fornecimento de energia solar para 214 das suas mais de 1.100 lojas. O contrato, que funciona no modelo de aluguel, prevê a entrega de 9.307,1 MWh por ano. O acordo foi firmado ainda no primeiro trimestre deste ano, mas a expectativa é de que a energia seja entregue a partir de 2021. As 214 lojas da rede passarão, então, a funcionar 100% a base da energia sustentável.
A iniciativa da varejista não é inédita, segundo dados de junho da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), 39,5% da energia solar consumida no País já fica com o setor de comércio e serviços. Recentemente, inclusive, a Nike anunciou que sua principal central logística passou a gerar 80% da própria demanda por energia. Em operação desde o primeiro trimestre, a usina solar do centro de distribuição em Louveira (SP) gera, em média, 100 mil kWh por mês. Esse é o maior potencial em um empreendimento logístico no País.
[captacao]
No caso do Magalu, porém, o modelo escolhido foi o de aluguel, o que significa que a empresa não vai instalar placas fotovoltaicas em seu parque de lojas e, sim, usar a energia comprada de um parceiro, no caso, a GreenYellow, subsidiária do grupo francês Casino. A empresa investiu mais de R$ 18 milhões nas usinas que devem fornecer energia para o novo contrato. Farão parte do projeto as fotovoltaicas de Coroados e Riolândia, no Estado de São Paulo, e de Florestópolis, no Paraná. Juntas, elas têm 4.861 de KW de potência instalada, suficiente para abastecer, por ano, 4,2 mil casas ou 23.825 TVs, por exemplo.
Tendência
A decisão da varejista segue tendências de gestão sustentável do ponto de vista financeiro e do meio ambiente. "O modelo de aluguel de energia é interessante para empresas que tenham outra atividade fim. Assim, elas podem centralizar seus esforços no que é mais importante para o negócio, enquanto fazem até mesmo economia com energia", diz o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia. Ele explica que esse tipo de energia tem ficado mais barata com o passar do tempo.
Leia Também
O avanço da tecnologia, o aumento da escala de produção e a maior competitividade entre as geradoras são algumas das razões que levam esse segmento a ficar mais interessante do ponto de vista financeiro.
"Desde 2010 até agora, energia solar viu seu preço cair 86%, segundo dados da Bloomberg", diz Sauaia. Sendo assim, para além do ganho de imagem que as empresas têm ao fazer anúncios do tipo, há perspectivas de que o investimento em energia limpa proporcione melhores resultados nas contas das varejistas. "Enquanto a solar fica mais barata ano após ano, a elétrica tem reajustes acima da inflação. Em 2021, podemos ainda ver aumento da tarifa afim de compensar o reajuste que não foi feito neste ano", afirma o presidente da Absolar.
Para o coordenador do MBA em gestão empresarial da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, a busca por energia limpa é uma tendência global. Ele acredita que o Brasil tem, inclusive, a chance de se tornar um dos grandes fornecedores desse bem no mundo. Isso porque o País tem sol o ano todo, além de bons ventos e espaço para parque eólicos. Ele explica que criar uma imagem de quem se preocupa com o planeta é positivo para as companhias, pois isso fideliza os clientes.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
BALANÇO
Lucro do Bradesco (BBDC4) sobe 14% no 3T26, a R$ 7,1 bilhões; calotes podem frear a virada?
22 de outubro de 2026 - 18:07NEGÓCIO EM ANDAMENTO
CSN (CSNA3): Agora vai? Venda da CSN Cimentos deve sair nas próximas 2 semanas, mas sem exclusividade, diz jornal
22 de outubro de 2026 - 17:58O QUE PESOU NO 3T26?
A conta chegou para a WEG (WEGE3): custos e tarifas dos EUA pressionam margens; veja o que diz a empresa
22 de outubro de 2026 - 17:18ALTA DE 22% EM DÓLAR
Petrobras (PETR4) supera gigantes globais e emplaca a maior valorização do setor em outubro. Além do petróleo, o que está por trás?
22 de outubro de 2026 - 16:42O QUE DIZEM OS ANALISTAS?
JBS (JBSS32): balanço do 3T26 deve ser fraco, mas bancos veem espaço para alta de até 41% nas ações
22 de outubro de 2026 - 14:22PÉ NO FREIO
Viagem tranquila da Motiva (MOTV3) ficou para trás: Citi corta recomendação para neutra e sobe preço-alvo; ação cai 2%
22 de outubro de 2026 - 13:31BEM RECEBIDO
Sinistralidade sobe, mas lucro fala mais alto: por que o balanço da Bradsaúde (SAUD3) agradou o mercado
22 de outubro de 2026 - 13:03NOVO CAPÍTULO
Outra reestruturação no radar? Credores pedem Chapter 11 involuntário de subsidiária da Braskem (BRKM5) nos EUA
22 de outubro de 2026 - 12:29IA CHINESA
IPO vem aí? DeepSeek capta US$ 15 bilhões em nova rodada de financiamento antes de abrir capital em Xangai
22 de outubro de 2026 - 12:00REESTRUTURAÇÃO
Raízen (RAIZ4) tenta ganhar fôlego com aumento de capital de até R$ 3,5 bilhões; veja o que muda para acionistas
21 de outubro de 2026 - 20:42BALANÇO DO 3T26
Bradsaúde (SAUD3): lucro sobe 14,4% e dividendos chegam a R$ 1 bilhão, mas ‘dor de cabeça’ volta a atacar
21 de outubro de 2026 - 18:34TEM MAIS POR VIR
A festa ainda não acabou: B3 (B3SA3) pode subir mais 27% e pagar bons dividendos, diz Santander
21 de outubro de 2026 - 16:23VISÃO DE GESTORES
“Parece que não pode ver um real sobrando”: por que acordo com o Einstein reacende dúvidas sobre uso do caixa da Ânima (ANIM3)
21 de outubro de 2026 - 14:45BALANÇO DECEPCIONOU?
WEG (WEGE3) cai mais de 7% com balanço pressionado por dólar e tarifas; exagero ou sinal de alerta?
21 de outubro de 2026 - 14:19FORA DO AR
Bons resultados da Netflix (NFLX) vêm de ‘ajuste de última hora’, e futuro preocupa, diz analista; veja os números
21 de outubro de 2026 - 14:07OPORTUNIDADE OU ARMADILHA
O pior já passou? Bradsaúde (SAUD3) encara custos maiores e lucro pressionado no 3T26. É hora de fugir ou comprar?
21 de outubro de 2026 - 11:13PRÉVIA DO BALANÇO
Bradesco (BBDC4) chega ao balanço com quase R$ 10 bilhões a mais no caixa, mas ainda precisa convencer que a virada veio para ficar
21 de outubro de 2026 - 6:13DE OLHO NA SELIC
Vamos (VAMO3) já subiu 106% no ano com a ajuda do trade eleitoral. Ainda há espaço para ganhar mais?
20 de outubro de 2026 - 18:45PÁGINA VIRADA
Americanas (AMER3) vira a página da recuperação judicial, mira nova fase e dispara 25% na B3; o que esperar da varejista?
20 de outubro de 2026 - 17:23NEGÓCIO DA CHINA?