Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

SD Premium

Os segredos da bolsa: prepare-se para uma semana carregada no mercado de ações

Balanços corporativos, decisões de juros e indicadores econômicos: a bolsa tem um cardápio cheio nos próximos dias

Victor Aguiar
Victor Aguiar
4 de maio de 2020
5:30 - atualizado às 15:59
segredos da bolsa
Imagem: Shutterstock

No último mês, tivemos três feriados aqui no Brasil: Páscoa, Tiradentes e 1º de maio. Ok, eu sei, a quarentena tira quase toda a graça de uma folga prolongada. Mas, ainda assim, é uma oportunidade para desligar e esfriar a cabeça — e é bom que você esteja bem descansado para encarar a semana na bolsa, já que os próximos dias serão cheios de emoções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há um pouco de tudo no radar — ou melhor, há muito de tudo. Se você é da turma fundamentalista, saiba que teremos inúmeros balanços corporativos sendo divulgados por aqui; mas se você gosta mesmo é da agenda de dados econômicos, não se preocupe: há indicadores de sobra nos próximos dias.

Não da nem para falar em separar o joio do trigo, já que há muito trigo e quase nenhum joio nesse monte. Mas, no meio disso tudo, teremos dois destaques: na quarta-feira (6), será conhecida a nova taxa Selic — e a decisão do Copom é amplamente aguardada pelo mercado.

E, na sexta-feira (8), será divulgado o relatório de empregos dos Estados Unidos em abril — o chamado payroll. E, a julgar pelos dados preliminares do mercado de trabalho no país, a expectativa é de forte impacto na taxa de desemprego americana.

Mas, antes desse caminhão de fatores de influência, há a sessão de segunda-feira (4). E, já na abertura da semana, devemos ver ajustes importantes na bolsa, uma vez que os mercados brasileiros estiveram fechados na última sexta-feira (1) — e, lá fora, a sessão foi bastante negativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dia de correção?

Não foi só a bolsa brasileira que esteve fechada na última sexta: boa parte dos mercados europeus também não funcionou, em comemoração ao Dia do Trabalho. Só que, nos Estados Unidos, o pregão ocorreu normalmente — veja abaixo o fechamento dos índices americanos:

Leia Também

  • Dow Jones: -2,55%
  • S&P 500: -2,81%
  • Nasdaq: -3,20%

Ou seja: enquanto os investidores do Brasil e de boa parte da Europa estavam em recesso, o clima nos mercados americanos azedou. E boa parte desse pessimismo esteve ligado ao presidente dos EUA, Donald Trump, que ameaçou sobretaxar a China por causa da crise do coronavírus.

No meio dessa onda de cautela, os ativos ligados ao Brasil que são negociados em Nova York registraram perdas importantes na última sexta-feira. Destaque para o EWZ — o fundo de ações (ETF) que replica o Ibovespa em Wall Street —, que fechou em baixa de 4,43%.

Os recibos de ações (ADRs) de empresas brasileiras negociados nas bolsas americanas também tiveram um dia ruim. Veja abaixo um resumo com o desempenho dos principais ativos desse tipo:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Petrobras (PBR): -4,92%
  • Vale (VALE): -3,27%
  • Itaú Unibanco (ITUB): -3,73%
  • Bradesco (BBD): -5,40%
  • Gerdau (GGB): -4,19%
  • CSN (SID): -8,75%
  • Embraer (ERJ): -8,21%

Obviamente, não é sensato dar como favas contadas uma forte correção da bolsa brasileira nesta segunda-feira por causa da queda vista em Nova York na última sexta. Mas é razoável partir do pressuposto de que, logo de saída, teremos uma pressão negativa sobre as operações.

Assim, a reação dos investidores aos demais fatores de influência será determinante para saber se essa balança será equilibrada ou se continuará pendendo ao lado negativo.

O fato de o Senado ter aprovado o pacote de auxílio financeiro emergencial aos Estados e municípios — um projeto de R$ 125 bilhões e que, por isso, vem sendo chamado de 'bomba fiscal' — contribui para dar um viés ainda mais cauteloso às negociações nesta segunda feira.

A pauta foi modificada pelos senadores e, por isso, voltará a ser analisada pela Câmara — o presidente da casa, Rodrigo Maia, disse que o texto deverá ser votado pelos deputados já nesta segunda-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, para completar o quadro potencialmente negativo, temos a continuidade dos atritos no cenário político, com o presidente Jair Bolsonaro voltando a der declarações contrárias ao isolamento social e questionando abertamente os posicionamentos do STF.

Mas, deixando Brasília de lado, também há muitos fatores econômicos no radar dos investidores — com destaque para a expectativa em relação à reunião do Copom.

Qual o tamanho do corte?

O Banco Central (BC) decide o futuro da taxa Selic nesta quarta-feira (6). Há consenso no mercado de que teremos mais um corte nos juros — o que não é unânime, contudo, é o tamanho desse ajuste.

No momento, a maior parte dos analistas e economistas aposta em reduções de 0,5 ou de 0,75 ponto — atualmente, a Selic está nas mínimas históricas, a 3,75% ao ano. E a percepção de que os juros continuarão baixando se deve ao cenário de contração econômica por causa da crise do coronavírus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E eu digo "no momento" porque, ao longo dos dias, as curvas de juros futuros de curto prazo têm mostrado um comportamento bastante volátil: os DIs com vencimento em janeiro de 2021 — que, na prática, funcionam como termômetro das apostas dos investidores na Selic ao fim de 2020 — oscilaram entre 2,5% e 3,5% nos últimos dias.

Ainda assim, não há dúvidas de que o Copom irá cortar a taxa básica de juros. Dito isso, os investidores estarão atentos aos sinais emitidos pela autoridade monetária em sua decisão: pistas relacionadas aos próximos passos do BC e detalhes a respeito da visão de médio prazo da instituição para a economia podem mexer diretamente com os mercados.

Mas temos um longo caminho até quarta-feira. E, até lá, os investidores têm muitas outras coisas para se preocupar — como a temporada de resultados corporativos.

Balanços, balanços e balanços

A temporada de balanços do primeiro trimestre de 2020 mal deu a largada e já engatou a quinta marcha: nada menos que 22 integrantes do Ibovespa divulgarão seus números nos próximos dias:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Segunda-feira (4): Gol, Klabin, BB Seguridade e Itaú Unibanco;
  • Terça-feira (5): Iguatemi eTim;
  • Quarta-feira (6): Ecorodovias, Metalúrgica Gerdau, Totvs, Engie Brasil, CSN e Gerdau;
  • Quinta-feira (7): Banco do Brasil, Yduqs, MRV, Lojas Americanas, Natura, Energisa, Ambev e B2W;
  • Sexta-feira (8): Sabesp.

Nessa extensa lista, há alguns destaques evidentes. É o caso da Gol, que reporta seus resultados antes da abertura do pregão desta segunda-feira — e a tendência é a de que os números mostrem enormes impactos negativos da crise do coronavírus.

O setor aéreo como um todo foi um dos mais prejudicados pela pandemia, uma vez que as restrições na circulação de pessoas provocaram uma queda vertiginosa na demanda por passagens aéreas.

E, para aumentar a complexidade desse quadro, ainda tivemos a disparada do dólar em direção a novas máximas — e, como boa parte dos custos das companhias aéreas é dolarizado, a pressão cambial é particularmente maléfica para tais empresas.

Dito isso, vale ficar de olho nas métricas de endividamento e nos indicadores operacionais da Gol no primeiro trimestre, além das sinalizações da companhia para o restante do ano — por enquanto, o quadro não é nada bom.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Destaque também para o setor bancário, com os resultados de Itaú Unibanco e Banco do Brasil. Na semana passada, o Santander Brasil mostrou resultados ainda fortes nos primeiros três meses de 2020, enquanto o Bradesco reportou impactos relevantes em suas operações.

Assim, cresce a curiosidade quanto ao que vai ser mostrado pelas outras duas grandes instituições — meu colega Felipe Saturnino escreveu um guia com as expectativas dos resultados do Itaú, BB e outras empresas que reportam seus balanços nesta semana.

A escalada do coronavírus

E, falando em impacto da Covid-19, os investidores domésticos mostram-se cada vez mais preocupados com o aumento cada vez mais rápido nos números do coronavírus no país.

Dados divulgados no domingo (3) pelo ministério da Saúde mostraram que já são mais de 100 mil casos confirmados da doença no Brasil — ao todo, são 101.147 ocorrências oficiais —, com 7.025 óbitos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a curva de contágio na Europa e nos Estados Unidos parece estar entrando numa fase decadente ou, ao menos, de estabilização, o Brasil dá indícios de ainda estar numa etapa ascendente da pandemia — e, assim, há motivos de sobra para o mercado ficar preocupado com os possíveis impactos econômicos da crise.

Medindo os estragos

Nada melhor para ter uma dimensão concreta dos impactos do surto de coronavírus à atividade que uma boa rodada de indicadores econômicos. E a semana está cheia deles — tanto no Brasil quanto no exterior.

Veja abaixo um resumo do que vem pela frente:

  • Segunda-feira (4)
    • EUA: PMI global em abril
    • Zona do euro: PMI industrial em abril
  • Terça-feira (5)
    • Brasil: Produção industrial em março
    • EUA: PMI e ISM (índices de atividade) do setor de serviços em abril
    • China: PMI composto em abril
  • Quarta-feira (6)
    • Brasil: Decisão do Copom
    • EUA: Dados de criação de empregos no setor privado em abril
    • Zona do euro: Vendas no varejo em março
  • Quinta-feira (7)
    • EUA: Novos pedidos de seguro-desemprego na semana até 2 de maio
    • Reino Unido: decisão de juros
    • China: Balança comercial em abril
  • Sexta-feira (8)
    • Brasil: IPCA em abril
    • EUA: relatório de trabalho (payroll) em abril

No Brasil, já demos destaque para a reunião do Copom. No entanto, os dados de produção industrial também têm capacidade para mexer com os mercados, por mostrarem de maneira mais clara os primeiros impactos do surto de coronavírus sobre a economia do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, os indicadores de atividade no mundo também servirão para cristalizar os efeitos da pandemia sobre os mais diversos países e regiões. Mas o centro das atenções está no relatório de trabalho dos EUA (payroll) em abril, a ser divulgado na sexta-feira (8).

Trata-se de um dos principais indicadores econômicos dos Estados Unidos e um dado muito relevante para o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) — e a tendência é de um crescimento forte na taxa de desocupação do país, considerando os avanços sucessivos nos novos pedidos de seguro-desemprego no mês passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar