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Maia é partidário de proposta que unifica impostos e amplia alíquota sobre setor de serviços
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a defender a reforma tributária. Pelo Twitter, o deputado disse que o Brasil vive "um momento único para aprovar no Congresso as reformas que o País tanto precisa" e lamentou que "justo agora que a gente coloca a reforma tributária na mesa de discussão, alguns grupos usam fake news para confundir a sociedade".
Maia é partidário da proposta de reforma do economista Bernard Appy, que unifica impostos e amplia a alíquota sobre o setor de serviços. Por isso, tanto Maia quanto a proposta de Appy vêm recebendo críticas do Movimento Brasil Livre (MBL), que se aliou a empresários do setor de serviços.
Em postagens recentes em suas redes sociais, o MBL, ao qual pertencem cinco deputados federais, argumenta que a união de PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS em um único imposto significará "um aumento de 300% a 500% sobre serviços de transporte, saúde e educação".
Em outra postagem, o movimento afirma que a alíquota única, proposta por Appy e defendida por Maia, "pode até parecer boa, mas vai acabar com o setor de serviços no Brasil".
"O Parlamento está sempre aberto para ouvir e realizar um debate baseado em fatos. Não vai ser na base da mentira, da chantagem e da agressão que vamos ceder e deixar de fazer o que é correto pelo Brasil", escreveu Maia no Twitter.
Os posts do parlamentar foram seguidos de um vídeo da série "Brasil em movimento", patrocinado por parlamentares do Centrão, incluindo o próprio Maia.
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No vídeo, intitulado "Entenda porque a Reforma Tributária vai tornar o Brasil mais justo", o narrador diz que no País "os tributos atrapalham mais do que ajudam" e que agora "a sociedade abriu uma janela de oportunidade única no Congresso" para mudança do regime tributário.
A peça também apresenta trechos que argumentam pela redução dos impostos sobre consumo, o que penaliza os mais pobres, além de mostrar Rodrigo Maia em entrevista afirmando que a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não será retomada pela Câmara "em hipótese nenhuma".
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