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‘É menos ruim ter inflação do que desabastecimento’, diz Bolsonaro

Em novembro o IPCA acelerou 0,89%, na maior variação para o mês desde 2015; alta mais expressiva é em alimentação e bebidas

10 de dezembro de 2020
16:14 - atualizado às 16:15
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(Barra do Ribeiro - RS, 10/12/2020) Bolsonaro, em visita alusiva à liberação de 27km de trecho duplicado da BR-116. Foto: Alan Santos/PR -

O presidente Jair Bolsonaro disse que “é menos ruim ter inflação que um desabastecimento”, em visita ao Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (10) para na inauguração do eixo principal da nova ponte do Guaíba, em Porto Alegre.

Ao falar da disparada de preços em alguns produtos como, por exemplo, o arroz e óleo de soja, Bolsonaro afirmou que se o homem do campo tivesse ficado em casa, “teria sido um caos”.

“Ainda estamos vivendo um finalzinho de pandemia. O nosso governo, levando-se em conta outros países do mundo, foi aquele que melhor se saiu, ou um dos que melhor se saíram no tocante à economia", falou. A economia brasileira deve ter uma contração de 4,40%, segundo projeções do mercado financeiro.

"O auxílio emergencial foi diretamente na veia, diretamente na conta de 67 milhões de brasileiros, que precisavam realmente disso aí. Isso fez também movimentar a também economia de estados e municípios", disse Bolsonaro.

O presidente também lembrou o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que socorreu micro e pequenas empresas durante a pandemia.

Alta dos preços

Nas últimas semanas, a inflação tem continuamente avançado e superado projeções do mercado. Em novembro o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou 0,89%, na maior variação para o mês desde 2015.

O índice acumula em 12 meses alta de 4,31%, sendo que as altas mais recentes são puxadas por alimentação e bebidas. Em novembro, o grupo apresentou avanço de 2,54% nos preços, uma aceleração ante outubro (1,93%).

Dentro do segmento, a aceleração foi provocada por altas mais intensas em alguns itens do subgrupo alimentos para consumo no domicílio (3,33%), principalmente carnes (6,54%) e da batata-inglesa (29,65%).

Além disso, os preços de outros alimentos importantes na cesta das famílias, como o tomate (18,45%), o arroz (6,28%) e o óleo de soja (9,24%) seguem em alta.

*Com informações da Agência Brasil

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