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Presidente foi ao Palácio do Planalto neste sábado e provocou aglomerações ao se aproximar de apoiadores

O presidente Jair Bolsonaro destacou mais uma vez neste sábado (18) o impacto de medidas de isolamento social nos empregos no País. Da rampa do Palácio do Planalto, onde esteve nesta tarde, o presidente disse que uma possível abertura do comércio no Distrito Federal em 3 de maio seria "tarde".
"São alguns milhões de empregos formais que foram destruídos, fora os informais"
Desde o início da pandemia do novo coronavírus, Bolsonaro tem se posicionado contra medidas de restrições adotadas por governadores e prefeitos. O presidente prega a realização de um isolamento vertical, voltado para grupos de risco, para garantir o reaquecimento da economia.
Bolsonaro foi ao Palácio do Planalto neste sábado, apesar de não ter compromissos oficiais previstos em sua agenda. Durante pouco mais de uma hora, o presidente observou o movimento em frente ao Palácio e acenou para apoiadores. O chefe do Executivo chegou a descer a rampa e se aproximar dos apoiadores causando aglomerações.
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O presidente afirmou também que a medida provisória que institui o contrato verde amarelo deve ser vota na segunda-feira, 20, pelo Senado.
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"Deve ser votada segunda-feira. Tenho nada contra o Davi (Alcolumbre, presidente do Senado). Davi é meu chapa", respondeu após ser perguntado se teria feito um acordo com o presidente da Casa.
Ontem, o Senado decidiu não votar a MP, que reduz impostos às empresas na contratação de jovens de 18 a 29 anos e pessoas acima de 55 anos. O texto perderá a validade se não for aprovado pelos senadores até segunda-feira.
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A retirada do item da pauta foi entendida como uma retaliação às críticas de Bolsonaro à atuação do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
"Eu não ataquei o Legislativo", afirmou quando questionado sobre a relação com o Legislativo. Bolsonaro disse ainda que o Legislativo que tem o criticado.
O presidente destacou também a aprovação da Câmara do socorro para Estados e municípios no valor de R$ 89,6 bilhões. O texto voltou para a análise da Câmara. Bolsonaro destacou que pelo texto o governo deve recompor as perdas de ISS e ICMS dos entes provocadas pela pandemia. "Quer que o contribuinte pague a conta?", questionou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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