Menu
2020-09-18T09:07:46-03:00
Estadão Conteúdo
sinal verde

Superintendência do Cade aprova aliança entre Delta Air Lines e Latam

Delta informou ao Cade que a operação permitirá que a empresa alcance mais destinos na América do Sul, podendo competir de forma mais isonômica com outros concorrentes que atuam na região

18 de setembro de 2020
9:07
Avião
Imagem: Shutterstock

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a formação de joint venture agreement entre a Delta Air Lines e a Latam, conforme despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Segundo o parecer, as duas empresas irão se unir em uma "aliança estratégica" de seus serviços de transporte aéreo envolvendo os Estados Unidos e o Canadá, de um lado, e Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai, do outro lado.

As empresas explicaram ao Cade que outros países da América do Sul serão incluídos na parceria somente depois de implementação de acordos de open skies (tratados de céus abertos) entre os Estados Unidos e esses países.

"Nossa aliança estratégica com a Delta continua sendo uma prioridade. Essa apresentação reafirma nosso compromisso em fornecer aos clientes liderança em conectividade e experiência de viagem nas Américas e a aliança é uma das maneiras pelas quais emergiremos dessa crise global como um grupo de companhias aéreas mais forte, mais ágil e mais competitivo", disse Jerome Cadier, CEO da Latam em nota divulgada em junho, quando a parceria foi anunciada.

A Delta informou ao Cade que a operação permitirá que a empresa alcance mais destinos na América do Sul, podendo competir de forma mais isonômica com outros concorrentes que atuam na região. Além disso, permitirá que a Delta concorra de forma mais efetiva com a American Airlines em Miami, importante porta de entrada dos Estados Unidos para passageiros provenientes da América do Sul. Já para a Latam, conforme descrito no parecer, a operação permitiria que a companhia aérea desfrute de inúmeros benefícios e sinergias.

As empresas também argumentaram que, sem o acordo, teriam incentivos para estabelecer "preços em nível mais alto" e para investir apenas em suas próprias redes e não em uma malha combinada. "O JVA (joint venture agreement) traria incentivos para as partes lançarem novas opções de rotas e expandir frequências", cita o documento.

Comentários
Leia também
CUIDADO COM OS ATRAVESSADORES

Onde está o seu iate?

Está na hora de tirar os intermediários do processo de investimento para deixar o dinheiro com os investidores

Orçamento em foco

Presidente da Câmara defende a desvinculação total do orçamento

Arthur Lira (PP-AL) rejeita tese segundo a qual desvinculação deixaria setores essenciais sem recursos

Liminar

Tribunal de Contas de São Paulo suspende leilão de linhas da CPTM

Leilão estava previsto para a próxima terça-feira

Contra a pandemia

Câmara dos EUA aprova pacote de US$ 1,9 trilhão

Projeto de lei segue agora para o Senado

IPO registrado

Rio Branco Alimentos protocola pedido de registro de oferta pública de ações

Oferta será primária e terá como coordenador-líder o Citi, além da coordenação do Bank of America Merril Lynch e do BTG Pactual

Boleto salgado

Aneel mantém bandeira amarela em março; conta de luz continua com taxa adicional

É o terceiro mês consecutivo que o órgão regulador aciona bandeira neste patamar

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies