🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

entrevista

‘Se nada mudar, a Oi fica insustentável’, diz CEO da empresa

Rodrigo Abreu diz estar confiante de que conseguirá uma aprovação dos novos termos do plano de recuperação judicial

Estadão Conteúdo
17 de agosto de 2020
7:57 - atualizado às 13:35
oi orelhão
Imagem: Divulgação Oi

Após a Oi apresentar uma nova versão de aditamento ao seu plano de recuperação judicial e fazer concessões para atender bancos credores, o presidente da operadora, Rodrigo Abreu, diz estar confiante de que conseguirá uma aprovação dos novos termos na assembleia de credores, em 8 de setembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O executivo argumenta que a alteração é necessária para a tele garantir investimentos futuros. Sem isso, a Oi corre o risco de quebrar, alerta. "Se nada mudar, a companhia perde capacidade de investimento e fica insustentável no longo prazo." A nova proposta da Oi ameniza os descontos aos credores e antecipa pagamentos. Por outro lado, prevê um corte de 50% na dívida de R$ 12 bilhões que detém junto da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A seguir, trechos da entrevista.

As alterações são suficientes para atender os credores?

Existe confiança da nossa parte na aprovação. Fizemos mudanças para dar segurança a todos. Mas uma empresa só é capaz de dar segurança aos credores se recuperar de fato.

O que acontece se o aditamento ao plano não for aprovado? A empresa pode quebrar?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Voltamos para casa e fazemos nova modificação para buscarmos um voto favorável numa assembleia futura. Esperamos que isso não aconteça. Após as conversas que tivemos, esperamos que a reação dos credores seja favorável. Mas, se nada mudar, não tivermos nenhuma melhora, a companhia perderá capacidade de investimento e ficará insustentável no longo prazo. Estamos indo bem do lado operacional, controlando custos, mas, para tornar o negócio sustentável, falta o lado financeiro. E para isso é preciso aprovar o aditamento.

Leia Também

O que levou a Oi a elevar de R$ 6,5 bilhões para R$ 20 bilhões a sua expectativa de lance mínimo pela venda da participação no negócio de fibra ótica, a Infraco?

Na primeira proposta de aditamento ao plano, estávamos numa fase preliminar, recebendo as primeiras manifestações dos interessados, que fizeram avaliações a partir de um pacote básico de informações. Então, apontamos o valor de R$ 6,5 bilhões como mínimo para uma participação de 25% a 51% no negócio. De lá para cá, concluímos a fase de receber propostas e chegamos ao número de R$ 20 bilhões. E acreditamos que podemos chegar a um número ainda maior, porque a Infraco é um negócio que já vai nascer grande.

Vivo e TIM anunciaram que pretendem atrair investidores para desenvolver negócios de fibra ótica. A Oi disputará a atração de investidores com elas?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acho que não. A Infraco vai nascer com 10 milhões de casas passadas com fibra. O segundo maior player de fibra (Vivo) nascerá com 1 milhão. São escalas e conceitos de negócios diferentes. O nosso é mais completo e isso vai fazer diferença para os investidores.

Em relação à venda da rede móvel, o que falta para definir qual proponente terá prioridade? Se será a oferta conjunta de TIM, Vivo e Claro ou a da Highline?

A nossa visão é neutra, não tem preferência por oferta A ou B, mas sim a que traga mais valor para a companhia.

As duas ofertas são viáveis, considerando eventuais restrições regulatórias?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entendemos que o cenário regulatório e concorrencial de cada oferta tem diferenças, mas ambas têm condições de acontecer. É questão de negociar os termos.

Quais termos, por exemplo?

De um lado (venda para o consórcio), tem um processo complexo para dividir o ativo entre os operadores. Do outro lado (para Highline), teríamos de assumir obrigações de transição, como gestão dos clientes para manter a operação.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O PIOR FICOU PARA TRÁS

Natura (NATU3) reverte prejuízo, lucra R$ 186 milhões no 4T25, demite 1.400 funcionários e relança Avon; agora vai?

17 de março de 2026 - 11:02

O cenário não ajudou, com desaceleração do segmento de beleza. A empresa também perdeu mercado com a falta de lançamentos no ano passado e viu o número de consultoras caírem; veja o que esperar para a Natura daqui para a frente

FICOU PARA FORA DO CAMPO

Brava Energia (BRAV3) tem compra de ativos cancelada após decisão da Petrobras (PETR4); entenda

17 de março de 2026 - 9:35

A Petrobras passará a deter 100% de participação nos ativos que estavam sendo negociados

SEM SAÍDA?

Fim da linha: Banco Central decreta liquidação do Banco Master Múltiplo

17 de março de 2026 - 8:23

Decisão ocorre após liquidação da Will Financeira, que sustentava tentativa de recuperação do grupo

REORGANIZAÇÃO

O novo modelo de administração da Cury (CURY) após 35 anos terá dois copresidentes

16 de março de 2026 - 19:55

A proposta, que ainda deve ser aprovada em assembleia, prevê a ida de Fabio Cury, atual presidente da companhia, para o comando do conselho de administração

DE VOLTA PARA A DONA

Petrobras (PETR4) vai às compras e paga US$ 450 milhões por fatia da Petronas em dois campos

16 de março de 2026 - 19:45

Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na data de assinatura do contrato, US$ 350 milhões no fechamento da operação e outras duas parcelas, no valor de US$25 milhões cada, em 12 e 24 meses após a conclusão do negócio

CHUVA DE PROVENTOS

Dividendos e JCP: saiba quando Itaúsa (ITSA3) pagará R$ 1,3 bilhão aos acionistas

16 de março de 2026 - 19:38

O anúncio da distribuição do JCP acontece quando a Itaúsa está nas máximas históricas, após saltar 57% nos últimos 12 meses

RELAÇÃO MAIS PRÓXIMA

Nubank recebe aprovação unânime para fazer parte da Febraban

16 de março de 2026 - 18:02

A sugestão do Nubank para integrar a instituição foi uma recomendação do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): mesmo com concorrência sem misericórdia e poucos gatilhos à vista, ação guarda oportunidade rara, diz Itaú BBA

16 de março de 2026 - 15:33

Concorrência crescente no e-commerce exige gastos maiores do Mercado Livre, pressiona margens no curto prazo e leva Itaú BBA a revisar projeções

NÃO DÁ PARA IGNORAR

Embraer (EMBJ3) está barata demais, e Itaú BBA vê ponto de entrada atrativo para o investidor

16 de março de 2026 - 14:35

Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso

ANOTE NA AGENDA

JCP da Multiplan (MULT3): confira quando a empresa vai pagar R$ 110 milhões aos acionistas

16 de março de 2026 - 13:35

O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte

ATENÇÃO, ACIONISTA!

Dividendos e JCP: Petrobras (PETR4) atualiza a segunda parcela de proventos; confira a correção

16 de março de 2026 - 12:01

O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025

DE NOVO

Vem mais uma recuperação aí? Lupatech (LUPA3), fabricante para o setor de óleo e gás, busca medida cautelar de urgência, e ações caem na bolsa

16 de março de 2026 - 10:52

A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás

VEJA QUAL É O POTENCIAL

Petrobras (PETR4) no topo? Ainda não: BTG acha que ação pode mais e eleva recomendação para compra

16 de março de 2026 - 10:30

O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento

OUTRA BOIA SALVA-VIDAS?

Em meio à crise, Oncoclínicas (ONCO3) aposta em aliança de até R$ 1 bilhão com a Porto (PSSA3); CFO renuncia

16 de março de 2026 - 9:59

Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro

ENTREVISTA EXCLUSIVA

Nem roxinho, nem laranjinha: Revolut quer tirar o sono do Nubank e dos bancões para se tornar a ‘conta óbvia’ do brasileiro, afirma CEO

16 de março de 2026 - 6:07

Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil

PLANO DE SOBREVIVÊNCIA

Depois de prejuízo bilionário, Correios apertam o cinto e renegociam quase toda a dívida com fornecedores

15 de março de 2026 - 14:01

Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história

PRESSÃO FINANCEIRA

Resgate à vista? Porto (PSSA3) pode investir R$ 1 bilhão na Oncoclínicas (ONCO3) em meio à crise de liquidez, diz site

15 de março de 2026 - 11:16

Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores

VAI PINGAR NA CONTA

Além dos dividendos: Telefônica Brasil (VIVT3) aprova R$ 200 milhões em JCP

13 de março de 2026 - 19:13

Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento

COMPRAR OU VENDER

Pior dia em quatro anos: Embraer (EMBJ3) sucumbe aos riscos no Oriente Médio. Foi exagero ou não? JP Morgan responde

13 de março de 2026 - 19:03

O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora

EFEITO BRENT

Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3) e Brava (BRAV3): quem perde e quem ganha com a medida de Lula para compensar petróleo caro

13 de março de 2026 - 18:00

Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar