O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Oferta foi concluída com a emissão de 196,664 milhões de ações; companhia estreia amanhã em bolsa e já chega com um valor de mercado de R$ 100 bilhões, maior entre as empresas do segmento
A Rede D’Or, uma das maiores empresas de saúde do País e dona de uma rede com 51 hospitais próprios com as marcas Rede D’Or e São Luiz, precificou sua oferta de ações (IPO) nesta terça-feira em R$ 57,92 a unidade, movimentando R$ 11,4 bilhões.
O IPO da companhia é o terceiro maior registrado na B3 e praticamente encerra um ano em que o volume de ofertas ultrapassou os R$ 100 bilhões. O maior IPO da história da bolsa foi o do Santander, feito em 2009, que movimentou R$ 13,2 bilhões, seguido pela BB Seguridade, em 2013, que atingiu R$ 11,475 bilhões.
A Rede D’Or estreia suas ações em bolsa na quinta-feira (10) e já chega com um valor de mercado de R$ 112,5 bilhões, que é o maior entre as empresas de seus segmento, como NotreDame Intermédica e Hapvida, avaliadas em R$ 43 bilhões e R$ 50 bilhões, respectivamente. A Qualicorp vale hoje R$ 9,7 bilhões.
A oferta foi concluída com a emissão de 196,664 milhões de ações, incluindo os lotes suplementar e adicional, emitidos exclusivamente para a oferta secundária de 50,987 milhões de ações e saída de atuais acionistas. O valor por ação ficou um pouco acima do centro da faixa indicativa de preços.
A família Moll é detentora de uma participação controladora de 57,37% das ações ordinárias, o que deve cair para 53% após a oferta. Em outras palavras, a família deve seguir no controle. Dos 38% que estão em circulação no mercado, o fundo soberano GIC detém 25,93%.
Com metade dos recursos levantados na oferta primária, que somaram R$ 8,437 bilhões, a Rede D’Or deve seguir a trajetória de aquisições, que somam 37 operações ao longo dos últimos anos, para ampliar o número de hospitais e clínicas oncológicas da sua rede. A outra metade será direcionada à construção de hospitais e a expandir a rede já existente.
Leia Também
Fundado pelo cardiologista Jorge Moll Filho, o grupo já é dono da maior rede independente de hospitais privados do Brasil, com 51 unidades próprias, um sob administração e 32 projetos em desenvolvimento distribuídos nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Maranhão, Paraná e Ceará e no Distrito Federal.
O grupo tem como prioridade o segmento de clínicas oncológicas, na qual tem a segunda maior rede, com 39 unidades. Também tem uma parcela grande de seus negócios em laboratórios de análises clínicas e de imagem.
Entre 2009 e 2019, a empresa viu seu lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subir 42% e chegar a R$ 3,68 bilhões. A receita líquida somou R$ 13,3 bilhões no ano passado e chegou a R$ 9,86 bilhões nos nove primeiros meses deste ano.
*Com informações da Estadão Conteúdo.
Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio
O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões
Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta
Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman
A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira
A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro
A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA
Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos
Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global
A proposta, que deverá ser aprovada por assembleia geral de acionistas, prevê que o governo possa vender até a totalidade de sua participação na empresa
No ultimo ano, as ações preferenciais (ALPA4) subiram quase 120% na bolsa, enquanto as ordinárias (ALPA3) se valorizaram mais de 80%
Fintech estreia na Nasdaq no topo da faixa de preço, após demanda forte de investidores globais, e valor de mercado deve alcançar cerca de US$ 2,6 bilhões
Decisão marca o primeiro processo da Operação Compliance Zero a retornar à base judicial; STF mantém apenas relatoria por prevenção
Com o encerramento de 70 lojas nos EUA, a gigante aposta em formatos híbridos e planeja abrir mais de 100 novas unidades da Whole Foods Market, incluindo o fortalecimento da versão compacta Daily Shop
Produção de minério de ferro no quarto trimestre alcança 90,4 milhões de toneladas, alta de 6% na comparação anual; confira o que dizem os analistas sobre o relatório
Com a emissão, a companhia irá financiar a saída da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11). Ela não informou o valor da operação.
Demanda supera oferta em seis vezes e pode levar fintech a valer US$ 2,6 bilhões na bolsa norte-americana
Mensagem enviada por engano antecipou a segunda rodada de demissões na gigante de tecnologia em menos de seis meses
Segundo informações do Estadão, o BRB teria recebido os ativos para compensar os R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito podre vendidas pelo Master
A carteira de encomendas da aviação comercial, a mais rentável da companhia, cresceu 42% em um ano, mas reestruturação da Azul ainda atrapalha