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Oi cobra R$ 7 milhões de empresa de filho de Lula por empréstimo, diz jornal

Cobrança é originária de empréstimos feitos entre 2006 e 2007 - e nunca ressarcidos, de acordo com publicação

Imagem do prédio da operadora Oi
Imagem do prédio da operadora Oi, no bairro de Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro - Imagem: Estadão Conteúdo/Paulo Vitor

A companhia de telefonia Oi cobra da Gamecorp S.A. - que tem Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente da República, como principal administrador - o pagamento de R$ 6,8 milhões, segundo o jornal Folha de S. Paulo.

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A cobrança é originária de empréstimos feitos entre 2006 e 2007 - e nunca ressarcidos. De acordo com o jornal, a Oi informou, entre 2018 e 2019, por meio de notificação extrajudicial que o pagamento deveria ter sido feito.

A publicação diz que ambas as comunicações foram apreendidas pela Polícia Federal durante a fase Mapa da Mina da Lava Jato, deflagrada em dezembro passado. A operação apura se dinheiro repassado pela tele a sócios do filho de Lula foi usado para comprar o sítio de Atibaia (SP).

A Oi injetou na Gamecorp, de 2004 a 2016 - total de R$ 82,8 milhões, em valores não corrigidos, lembra a publicação.

Segundo a Folha, a Oi disse que "não tem medido esforços para assegurar que quaisquer ações que eventualmente possam ter prejudicado a companhia sejam integralmente apuradas".

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Já a defesa de Fábio Luís, disse que a vida de seu cliente e atividades de suas empresas foram "devassadas por anos a fio e nenhuma irregularidade foi encontrada".

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