O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Acordo é uma troca de ações, no qual os acionistas da E-TRADE receberão do banco US$ 58,74 por cada papel da corretora que possuírem
O Morgan Stanley anunciou a aquisição da E-TRADE, companhia de serviços financeiros e da indústria de corretagem, pelo valor de US$ 13 bilhões. O negócio irá aumentar significativamente a escala e a amplitude da franquia de gestão de patrimônio do banco, disse o banco, em comunicado oficial em seu website.
O acordo é uma troca de ações, no qual os acionistas da E-TRADE receberão 1,0432 ação do Morgan Stanley para cada papel da corretora que possuírem. Isto representa um valor de US$ 58,74 por ação, baseado no preço de fechamento da ação ordinária do banco na quarta-feira, 19.
A E-TRADE possui mais de 5,2 milhões de contas de clientes com mais de US$ 360 bilhões em ativos de clientes do varejo, o que se somará aos 3 milhões de clientes e US$ 2,7 trilhões em ativos geridos pelo Morgan Stanley.
"Os produtos da E-TRADE, a inovação na tecnologia e a marca bem estabelecida vão ajudar a posicionar o Morgan Stanley como um nome de ponta nos canais de aconselhamento financeiro, self-directed e workplace" , disse James Gorman, CEO of Morgan Stanley, no comunicado divulgado.
Com quase 40 anos de existência, E-TRADE é considerada pioneira no mercado digital da corretagem e do ambiente bancário.
As ações do Morgan Stanley caíam 3,5% para US$ 54,33 na Bolsa de Nova Iorque, às 13:45 no horário de Brasília.
Leia Também
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas