O que planeja a Méliuz, que estreia na bolsa nesta quinta com ação a R$ 10
Plataforma de cupons de desconto movimentou R$ 583,4 milhões no IPO; agora, fala em expandir operações no marketplace e em serviços financeiros

O que planeja a Méliuz? As ações da plataforma de cupons de desconto estreiam na próxima quinta-feira (5) na B3 com valor unitário de R$ 10 - mas a empresa já revelou parte dos planos.
Movimentando R$ 583,4 milhões no IPO (oferta inicial de ações), a companhia fez uma oferta primária e secundária - o que significa que parte do valor está destinado ao bolso dos acionistas vendedores.
A Méliuz terá cerca de R$ 265,5 milhões no caixa com a oferta, que deve ser usado para por em prática o plano de expansão da companhia. Metade do valor - R$ 132 milhões - tem destino futuras aquisições e a outra parte seria em ampliação de participação da empresa no mercado.
Criada em 2011, a Méliuz disponibiliza de forma gratuita cupons de desconto de lojas online - e devolve ao consumidor parte do valor gasto em compras direto na conta bancária.
A startup tem parceria com 800 empresas, que têm acesso a um canal de divulgação de marcas, produtos e serviços. A Méliuz oferece inteligência de dados e tecnologia para aquisição e retenção de usuários - o que geraria mais vendas para as companhias na plataforma da empresa.
A lista de parceiras inclui Americanas, Via Varejo (com Ponto Frio e Casas Bahia), Amazon, Aliexpress. Booking.com e Dell. A Méliuz ganha com venda de espaços publicitários na plataforma, ativação de serviços financeiros, vendas geradas e volume de pagamentos.
Leia Também
Marketplace e cartão de crédito
Com os recurso da oferta na bolsa, a Méliuz fala em expandir as operações no marketplace e em serviços financeiros. O plano envolveria investimento em tecnologia, novos produtos e funcionalidades.
Entre as novidades, a empresa estuda oferecer cashback por meio do escaneamento de notas fiscais e disponibilizar funcionalidades que permitam a intermediação de entrega de produtos e compartilhamento de transporte.
A plataforma propõe também ampliar o uso do cartão de crédito próprio, lançado no ano passado em uma parceria com o BancoPan. A instituição financeira é responsável pelo risco de crédito e pela operacionalização do meio de pagamento.
Aos números
A Méliuz registrou no primeiro semestre deste ano um lucro de R$ 12,6 milhões, em uma alta de 671% na comparação anual. Em todo 2019, a empresa havia lucrado R$ 15 milhões.
A receita bruta em prestação de serviços totalizou R$ 62,2 milhões no primeiro semestre, em uma alta de 60,2%.
O volume bruto consolidado de vendas gerado pelas empresas no marketplace da Méliuz foi de R$ 932 milhões no mesmo período - avanço anual de 52%.
A companhia informa ter cerca de 10 milhões de contas e 800 parceiros ativos.
MINORITY REPORT?
Do PABX aos drones com reconhecimento facial: como a Intelbras (INTB3) se reinventou e hoje usa a IA para ir além das câmeras de segurança
25 de agosto de 2026 - 6:07PENNY STOCK
Ações abaixo de R$ 1,00: Viveo (VVEO3) é cobrada pela B3 e traça plano para regularizar papéis
24 de agosto de 2026 - 20:00TENTATIVA DE FÔLEGO
Agora é pra valer: Braskem (BRKM5) entra com pedido de recuperação extrajudicial com mais de R$ 50 bilhões em dívidas
24 de agosto de 2026 - 18:34ALERTA MACROECONÔMICO
“O juro é o sintoma, não a causa”: o que os CEOs dos maiores bancos do Brasil esperam da economia após a eleição
24 de agosto de 2026 - 14:20A HISTÓRIA DA CRISE
De gigante petroquímica a uma dívida de US$ 11 bilhões: como a Braskem (BRKM5) chegou às portas da recuperação extrajudicial
24 de agosto de 2026 - 14:04TROCA DE CADEIRAS
Fundador do PagBank (PAGS34), Luiz Frias dá adeus ao conselho da dona da ‘moderninha’; o que muda para a empresa?
24 de agosto de 2026 - 12:07MAIS PRAZO PARA NEGOCIAR
Braskem (BRKM5) avança para pedir recuperação extrajudicial com mais de US$ 10 bilhões em dívida, diz jornal
24 de agosto de 2026 - 8:49DEFESA
Nova aposta dos irmãos Batista: Joesley e Wesley compram Avibras, maior indústria bélica do país e que está em profunda crise
22 de agosto de 2026 - 9:24BOM NEGÓCIO
A venda de fatia da Rumo (RAIL3) resolve os problemas da Cosan (CSAN3)? Veja o que diz o Citi
21 de agosto de 2026 - 16:12O TETO AINDA ESTÁ LONGE
Nubank ainda tem muito chão para crescer no Brasil; “pote de ouro” está justamente onde os bancões querem brigar
21 de agosto de 2026 - 13:31SONHO VIRANDO REALIDADE, MAS A QUE CUSTO?
Shein a preço de liquidação? Gigante chega ao IPO valendo um quarto do que no auge — mas há motivos para o desconto
21 de agosto de 2026 - 12:40EM BUSCA DE PETRÓLEO
Depois da Margem Equatorial, Petrobras (PETR4) agora quer atravessar o oceano para extrair petróleo em Gana
21 de agosto de 2026 - 11:15MAIS UMA REESTRUTURAÇÃO?
Aeris (AERI3) pede 60 dias de ‘blindagem’ contra credores enquanto tenta colocar dívida de R$ 1,94 bilhão em ordem
21 de agosto de 2026 - 10:41TROCA DE MÃOS
SPX e DSK Capital zeram aposta no Grupo Toky (TOKY3), mas ainda tem investidor interessado na dona da Mobly e Tok&Stok
21 de agosto de 2026 - 10:32CONARH 2026
Uma ‘cara diferente’ do BTG Pactual: como o banco se ‘reapresentou’ para clientes em sua participação no ConaRH, em São Paulo
21 de agosto de 2026 - 10:00VACAS LEITEIRAS
BB Seguridade (BBSE3) ou Caixa Seguridade (CXSE3): qual é a melhor ação para quem busca renda passiva com dividendos?
21 de agosto de 2026 - 6:11DETERIORAÇÃO DO CRÉDITO
Nem o Desenrola salva os bancões? Inadimplência ainda deve piorar no 3T26, mostra pesquisa do BC
20 de agosto de 2026 - 19:35APOSTA BILIONÁRIA
Prime Video prepara cheque de US$ 2 bilhões para disputar o mercado de streaming na América Latina; Brasil ganha peso na estratégia da Amazon
20 de agosto de 2026 - 18:24RISCO X OPORTUNIDADE
Gerdau (GGBR4) cai pelo segundo dia — alarme falso no mercado ou risco real para o investidor?
20 de agosto de 2026 - 13:30Marketing Digital