O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No novo formato, mais segmentado, o diretor executivo de varejo do Itaú, André Rodrigues, assume o cargo de responsável pelo banco de varejo
O Itaú Unibanco confirmou que vai dobrar o tamanho do seu comitê executivo. O grupo, antes formado por seis integrantes, passará a ter 12 membros, dos quais 11 nomes já estão definidos.
Falta apenas definir quem ficará responsável por uma estrutura que será criada e englobará as áreas de Tesourarias, Produtos Ativos e Mesas Clientes, Macroeconomia, bem como as operações do banco na América do Sul (Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Colômbia).
A nova composição do comitê executivo do Itaú começará a atuar no dia 2 de janeiro, de acordo com fontes. O atual presidente do banco, Candido Bracher, e os diretores gerais de varejo, Marcio Schettini, e de atacado, Caio David, atuarão na transição até o dia 2 de fevereiro.
No novo formato, mais segmentado, o diretor executivo de varejo do Itaú, André Rodrigues, assume o cargo de responsável pelo banco de varejo. Em suas mãos, estarão algumas das principais áreas do negócio, tais como os clientes de varejo, incluindo os de alta renda, seguros, canais digitais, crédito de pessoa jurídica, entre outros.
Já o até então diretor vice-presidente de tecnologia, André Sapoznik, passa a responder por uma 'nova' área de pagamentos, que inclui cartões, a Rede, de maquininhas, dentre outros negócios. Abaixo dele, o diretor Ricardo Guerra assumirá o segmento de tecnologia. Sapoznik, que já pertencia ao comitê executivo do banco, responderá ainda pelas áreas de operações e atendimento. Passará, ainda, a integrar o de marketing do Itaú.
Ainda no varejo, o diretor executivo Alexandre Zancarini tocará as áreas de financiamento de veículos, crédito imobiliário, consórcio, recuperação de crédito, dentre outras. Com essa mudança, o até então responsável pelas áreas de crédito e recuperação, Marcos Magalhães, ajudará na transição. Sua futura posição não foi revelada.
Leia Também
No segmento de atacado, o Itaú BBA será presidido por Flávio Souza, que ficará responsável pelas áreas de commercial banking, distribuição de renda fixa e variável, dentre outras. A área de research também estará sob seu guarda-chuva e seguirá sendo comandada pelo economista Mário Mesquita. O diretor executivo de wealth management, Carlos Constantini, segue no comando da área, que abrange ainda asset management, private, investimentos e outras.
O diretor executivo Alexsandro Broedel será o CFO diretor financeiro do banco, sucedendo Maluhy na função. Com ele estarão as áreas de finanças, relações com investidor, ativos imobiliários, patrimônio, compras e ativos.
Leila Mello será a responsável pelas áreas de jurídico, ouvidoria, comunicação institucional, sustentabilidade e relações governamentais, conforme antecipou o Broadcast em agosto. Ela substituirá a vice-presidente Claudia Politanski, que está de saída do banco. Será ainda a única representante mulher no Comitê executivo assim como sua antecessora
O CRO, responsável pela geração de receitas, será Matias Granata, que ficará com risco de mercado, crédito e operacional, gestão de capital, compliance e PLD. A área de pessoas será liderada por Sérgio Fajerman.
A eleição ocorreu em reunião realizada na segunda-feira (6), e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril
Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos