O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com dívidas de pouco mais de R$ 500 milhões no fim de 2019, segundo seu mais recente balanço, a InBrands voltou para as mãos do empresário Nelson Alvarenga, fundador da Ellus, em 2017
A InBrands - grupo de moda que concentra marcas como Ellus, Richards, Salinas, VR e Alexandre Herchcovitch - está preparando um pedido de recuperação judicial na esteira do fechamento temporário de suas lojas por causa da pandemia do novo coronavírus, apurou o ‘Estadão’ com três fontes próximas ao assunto. A companhia já contratou um escritório de advocacia para tocar a operação.
Trata-se de mais uma empresa do varejo que busca alternativas para conter as dívidas em meio ao cenário de crise. A Restoque - dona da Le Lis Blanc e da Dudalina, com a qual a InBrands chegou a negociar uma fusão há alguns anos - fechou um processo de recuperação extrajudicial para renegociar dívidas. A gigante espanhola Zara anunciou na semana passada o fechamento de mil lojas em todo o mundo. E outras grandes varejistas brasileiras estão em meio a negociações com shoppings e fornecedores.
Com dívidas de pouco mais de R$ 500 milhões no fim de 2019, segundo seu mais recente balanço, a InBrands voltou para as mãos do empresário Nelson Alvarenga, fundador da Ellus, em 2017. Antes disso, durante quase uma década, a InBrands ficou nas mãos do fundo de private equity (que compra participações em empresas) Vinci Partners, de Gilberto Sayão.
A Vinci adquiriu a Ellus com o objetivo de criar um grupo de moda voltado para a alta renda - fatia de mercado que se vislumbrava atrativa em uma época de crescimento econômico. Após a formação da InBrands, outras marcas foram incorporadas, incluindo uma parceria com a grife americana Tommy Hilfiger, em 2013. Com a recessão de 2015 e 2016, no entanto, a InBrands e outras redes semelhantes, incluindo a Restoque, enfrentaram desafios.
Segundo o especialista em recuperações de negócios em crise Douglas Duek, da Quist Investimentos, segmentos como moda, turismo e concessionárias de veículos, que vão demorar mais para se recuperar da paralisação do consumo por causa da pandemia, devem liderar a busca por renegociações administrativas ou judiciais.
"Tenho visto o total de consultas neste momento se multiplicar por três", diz Duek. "Acredito que, entre agosto e setembro, vamos ver esse movimento se transformar em uma onda de recuperações judiciais. As empresas vão precisar de tempo para reorganizar suas operações."
Leia Também
Procurada, a assessoria de comunicação da InBrands negou a intenção da empresa de entrar em recuperação judicial.
Duplo problema
Além de precisar renegociar débitos com bancos e fornecedores, a InBrands vive outro dilema. Ao desfazer o casamento com a Vinci, o atual dono do negócio concordou em fazer um pagamento posterior - a dívida seria de cerca de R$ 200 milhões, disseram as fontes, e venceria no ano que vem.
Ao entrar em recuperação judicial, a InBrands vai tentar alongar dívidas com bancos e também incluir o pagamento que teria de ser feito à Vinci no processo. Segundo apurou o Estadão, no entanto, o contrato com a gestora envolveria um pagamento a ser feito por Alvarenga na pessoa física, e não pela dona da Ellus e da Richards.
A InBrands reportou lucro de R$ 25,6 milhões no ano passado, ante prejuízo de valor semelhante em 2018. Ao longo de 2019, a InBrands passou por um período de reorganização de suas operações, com fechamento de unidades deficitárias e cortes de custos. A companhia também reduziu sua produção e, em seu balanço, diz ter conseguido vender estoques sem fazer liquidação.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Analistas do banco apontam fundamentos frágeis para o petróleo e riscos na agenda da estatal, mas o mercado segue otimista com Ibovespa em recorde
Deixando para trás uma política mais agressiva de M&As (fusões e aquisições), a empresa agora foca em gerar valor ao acionista — e o BTG Pactual gostou bastante da alteração na rota
Com capital sobrando e foco em eficiência, grupo espanhol avalia simplificação da estrutura — e Brasil pode estar no radar, de acordo com o banco norte-americano
Banco iniciou cobertura do papel com recomendação de compra, apesar do cenário adverso para o segmento
Jeff Bezos viu sua fortuna crescer com o anúncio de fechamento de lojas físicas da Amazon Go e Fresh.
A incorporação da xAI pela SpaceX coloca a jogada de Elon Musk no topo do ranking histórico das maiores fusões e aquisições da história
Decisão liminar concede alívio parcial à holding, mas impõe uma perícia para investigar acusações de fraude e capital inflado
Oferta de ações faz parte do plano sob o Chapter 11 e busca reduzir dívidas e atrair capital de longo prazo
Acionistas alegam prejuízos causados por demonstrações financeiras fraudadas e pedem responsabilização de Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles após o colapso da empresa, em 2023
Santander abre a temporada e dá o tom para Itaú, Bradesco, BB e Nubank; veja as apostas dos analistas
Ele confirmou o que a imprensa gringa já dava como certo: o casamento entre a gigante de foguetes e a startup de inteligência artificial; objetivo agora é levar o processamento de IA para fora da Terra
Com a transação de R$ 1,4 bilhão, a multinacional de Porto Rico, que já é dona da Sinqia, avança no mercado brasileiro
Dependente de arrendamentos e com caixa pressionado, braço de alimentos é peça central na estratégia da Fictor para evitar o colapso da holding. Mas será que isso faz sentido?
A empresa de energia, que atua com cultivo de cana-de-açúcar, produção de etanol, açúcar e bioenergia, anunciou mudanças no seu conselho de administração
A refinaria estava parcialmente fechada desde outubro, sob suspeita de crimes contra a ordem econômica e tributária
Grupo expandiu rápido, diversificou negócios e atraiu investidores com promessas ambiciosas. Mas afirma que não resistiu ao efeito dominó da crise do Banco Master
A EMAE opera um sistema hidráulico e gerador de energia elétrica, localizado na região metropolitana de São Paulo, com reservatórios, canais, usinas e estruturas associadas
Se a empresa conseguir cortes de custos de 50% e volumes de água maiores, o potencial de alta chega a 90%, segundo os analistas
Além da água, os rejeitos da operação de mineração de minério de ferro da Vale em Fábrica atingiram o rio Maranhão.
O comunicado da instituição não informou se o Palmeiras será afetado pelo processo de recuperação judicial