🔴 ‘O MELHOR TRADER DO MUNDO’ VAI AJUDAR INVESTIDORES COMUNS NA BUSCA PELAS MELHORES CRIPTOMOEDAS – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

PRESERVANDO MARGEM

Construtoras têm estratégias diferentes para alta de materiais

Construtoras do segmento de alto padrão preparam reajuste nos preços, enquanto incorporadoras de imóveis populares devem apertar cinto

Prédios em construção | Direcional DIRR3 reforma tributária setor imobiliário shoppings incorporadoras
Imagem: Shutterstock

O aumento nos custos dos materiais de construção ligou o sinal de alerta para as construtoras residenciais. As empresas do setor de alto padrão preparam reajuste nos preços dos apartamentos, já que seus consumidores têm um bolso mais recheado e capaz de absorver esse impacto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas as companhias que erguem imóveis populares podem ter de apertar o cinto, pois não contam com a mesma flexibilidade. O poder de compra dos seus consumidores é menor e, além disso, há limites de preços que podem ser praticados dentro do programa Minha Casa Minha Vida (rebatizado de Casa Verde e Amarela).

A Tenda (TEND3) já avisou que espera lucratividade menor devido à elevação dos custos de materiais. "Existe perspectiva de queda de margem", anunciou o diretor financeiro, Renan Sanches, em reunião com investidores e analistas.

[captacao]

Segundo o executivo, um eventual repasse dos custos para os preços finais provocaria uma queda na velocidade das vendas, já que os compradores de imóveis da Tenda são famílias com renda mensal de até R$ 4 mil - que dependem do programa habitacional para ter acesso à casa própria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse também é um ponto de alerta para a EZTec (EZTC3), que tem um braço de negócios exclusivo para o mercado popular, a Fit Casa.

Leia Também

MOVIMENTOS TÁTICOS

Estrangeiros despejam R$ 19 bilhões na bolsa em outubro; desafio agora é transformar aposta eleitoral em fluxo permanente

RESUMO SEMANAL

Petrobras (PETR4) sobe mais de 6% e escapa do tombo do Ibovespa; veja o que movimentou a bolsa na semana

"No Minha Casa Minha Vida, o aumento de custos de materiais nos preocupa muito. Não dá para existir aumento de custo sem aumento de preço", disse o diretor de relações com investidores, Emílio Fugazza. "Se não for discutido aumento nos valores, chega uma hora em que ficará impossível produzir. Essa é uma cobrança que virá mais para frente."

As construtoras residenciais focadas em empreendimentos para o público de alta renda, por sua vez, já consideram repasses. É o caso da Cyrela (CYRE3).

"Vemos a inflação dos materiais e poderemos repassar para o preço. As vendas estão aquecidas, os juros estão baixos e o poder de compra está bom", explicou o diretor financeiro, Miguel Mickelberg, referindo-se às condições de mercado que permitem elevar o valor de venda das moradias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa é a mesma visão da Tecnisa (TCSA3). Caso a alta nos custos se perpetue no ano que vem, a empresa fará o repasse para o preço final. "Não vamos aceitar diminuir nossas margens", frisou o presidente, Joseph Nigri.

Desequilíbrios

O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) subiu 1,69% em outubro, uma aceleração em relação à taxa de 1,15% de setembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). É a maior taxa mensal para o índice em cinco anos. Com este resultado, o índice acumula alta de 6,34% neste ano.

Os itens que mais pesaram no mês foram tubos e conexões de PVC (16,28%), vergalhões e arames de aço (10,54%), esquadrias de alumínio (7,07%); tubos e conexões de ferro e aço (7,62%) e tijolo e telha cerâmica (5,31%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A explicação para o salto nos custos dos materiais está no desequilíbrio entre oferta e demanda neste ano por conta da pandemia. Houve uma parada da indústria por causa da quarentena e uma retomada muito rápida após a flexibilização.

Alguns empresários entendem que a situação é apenas transitória, de modo que a pressão sobre os custos dos materiais tende a dar um alívio nos primeiros meses do ano que vem, após a reorganização dos fabricantes.

*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em um fundo com gráficos e correntes, Bruno Marques, gestor de multimercados macro da XP Asset, aparece em primeiro plano. Ele usa camisa azul clara e malha azul marinho. Do lado esquerdo, a pergunta: Juros vão travar a bolsa? 16 de outubro de 2026 - 12:17
renda fixa selic 15 de outubro de 2026 - 18:07
fii fundo imobiliario lajes corporativas escritorios 15 de outubro de 2026 - 17:30
ETF, sigla para Exchange Traded Funds (no português, fundos de índice) e moedas para representar o investimento nesses ativos 15 de outubro de 2026 - 12:45
Posto da Petrobras (PETR4) ao lado de uma bandeira do Brasil 14 de outubro de 2026 - 16:27
Fiagro da Itaú Asset (RURA11), agronegócio, CRA, dividendos. 14 de outubro de 2026 - 11:58
Montagem com Baianinho, mascote da Casas Bahia (BHIA3) 13 de outubro de 2026 - 13:02
Estátua de garota em frente ao touro de Wall Street 12 de outubro de 2026 - 17:10
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 10 de outubro de 2026 - 11:25
Blocos mostrando as siglas IPCA e Selic, referindo-se à inflação e à taxa básica de juros 9 de outubro de 2026 - 12:43
Galpão do BTG Pactual Logística BTLG11 8 de outubro de 2026 - 10:47
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar