O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Construtoras do segmento de alto padrão preparam reajuste nos preços, enquanto incorporadoras de imóveis populares devem apertar cinto
O aumento nos custos dos materiais de construção ligou o sinal de alerta para as construtoras residenciais. As empresas do setor de alto padrão preparam reajuste nos preços dos apartamentos, já que seus consumidores têm um bolso mais recheado e capaz de absorver esse impacto.
Mas as companhias que erguem imóveis populares podem ter de apertar o cinto, pois não contam com a mesma flexibilidade. O poder de compra dos seus consumidores é menor e, além disso, há limites de preços que podem ser praticados dentro do programa Minha Casa Minha Vida (rebatizado de Casa Verde e Amarela).
A Tenda (TEND3) já avisou que espera lucratividade menor devido à elevação dos custos de materiais. "Existe perspectiva de queda de margem", anunciou o diretor financeiro, Renan Sanches, em reunião com investidores e analistas.
Segundo o executivo, um eventual repasse dos custos para os preços finais provocaria uma queda na velocidade das vendas, já que os compradores de imóveis da Tenda são famílias com renda mensal de até R$ 4 mil - que dependem do programa habitacional para ter acesso à casa própria.
Esse também é um ponto de alerta para a EZTec (EZTC3), que tem um braço de negócios exclusivo para o mercado popular, a Fit Casa.
"No Minha Casa Minha Vida, o aumento de custos de materiais nos preocupa muito. Não dá para existir aumento de custo sem aumento de preço", disse o diretor de relações com investidores, Emílio Fugazza. "Se não for discutido aumento nos valores, chega uma hora em que ficará impossível produzir. Essa é uma cobrança que virá mais para frente."
Leia Também
As construtoras residenciais focadas em empreendimentos para o público de alta renda, por sua vez, já consideram repasses. É o caso da Cyrela (CYRE3).
"Vemos a inflação dos materiais e poderemos repassar para o preço. As vendas estão aquecidas, os juros estão baixos e o poder de compra está bom", explicou o diretor financeiro, Miguel Mickelberg, referindo-se às condições de mercado que permitem elevar o valor de venda das moradias.
Essa é a mesma visão da Tecnisa (TCSA3). Caso a alta nos custos se perpetue no ano que vem, a empresa fará o repasse para o preço final. "Não vamos aceitar diminuir nossas margens", frisou o presidente, Joseph Nigri.
O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) subiu 1,69% em outubro, uma aceleração em relação à taxa de 1,15% de setembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). É a maior taxa mensal para o índice em cinco anos. Com este resultado, o índice acumula alta de 6,34% neste ano.
Os itens que mais pesaram no mês foram tubos e conexões de PVC (16,28%), vergalhões e arames de aço (10,54%), esquadrias de alumínio (7,07%); tubos e conexões de ferro e aço (7,62%) e tijolo e telha cerâmica (5,31%).
A explicação para o salto nos custos dos materiais está no desequilíbrio entre oferta e demanda neste ano por conta da pandemia. Houve uma parada da indústria por causa da quarentena e uma retomada muito rápida após a flexibilização.
Alguns empresários entendem que a situação é apenas transitória, de modo que a pressão sobre os custos dos materiais tende a dar um alívio nos primeiros meses do ano que vem, após a reorganização dos fabricantes.
*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026