O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Arrecadação de R$ 9,5 bilhões é referente às sociedades já anunciadas com a francesa CNP Assurances, a japonesa Tokio Marine e a brasileira Icatu
A Caixa Econômica Federal já conseguiu arrecadar R$ 9,5 bilhões ao fechar acordos com empresas brasileiras e multinacionais em diferentes segmentos de seu negócio de seguros. Esse dinheiro novo será o "passaporte" para o banco público listar a Caixa Seguridade na bolsa brasileira a partir de abril. A expectativa da gestão é alcançar um valor de mercado entre R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões em uma abertura de capital, que teria potencial de movimentar R$ 15 bilhões.
A arrecadação de R$ 9,5 bilhões é referente às sociedades já anunciadas com a francesa CNP Assurances, a japonesa Tokio Marine e a brasileira Icatu. A instituição estaria próxima de anunciar, conforme fontes ouvidas pelo jornal O Estado de São Paulo/Broadcast, os futuros sócios nas áreas de saúde e odontologia e também em grandes riscos.
Na segunda-feira, a Caixa Seguridade anunciou nova parceria, com a Icatu, na área de capitalização. Pela exclusividade durante 20 anos, a companhia receberá R$ 180 milhões da seguradora controlada pela família Almeida Braga.
O resultado do negócio de capitalização era um dos que deixava a gestão do banco público mais insatisfeito, dizem fontes. O segmento era explorado por três empresas: Icatu, SulAmérica e CNP. Com a concentração em um único parceiro, a expectativa é que a capitalização ganhe prioridade e apresente resultados melhores.
Os títulos de capitalização devem ajudar a guinar as receitas da rede de lotéricas da Caixa - uma vez que o produto é de baixo valor, sendo apropriado para o canal de vendas.
Anteriormente, a Caixa havia acertado com a Tokio Marine a exploração dos segmentos de seguro residencial e habitacional, por R$ 1,52 bilhão no negócio. Essa sociedade gerou disputa mais aquecida, uma vez que era considerada a joia da coroa por conta da liderança da Caixa no financiamento imobiliário, mercado no qual o banco tem 70% de participação.
Leia Também
Com a CNP, a relação da Caixa ainda se restringe às parcerias acertadas no ano passado nos ramos de seguro de vida, prestamista (de crédito) e previdência privada. Essas parcerias renderam uma remuneração de R$ 7,8 bilhões à Caixa. Segundo fontes, a CNP teria interesse no segmento de consórcios. Procurada, a empresa não comentou.
O próximo anúncio engatilhado, de acordo com uma fonte próxima ao banco, é o de saúde. Também avançam as conversas com uma empresa norte-americana no segmento de seguros de grandes riscos. As negociações envolvem, segundo duas fontes, também um ressegurador, empresa que faz o seguro das seguradoras. Isso porque os contratos neste segmento são de altos valores - e, por isso, os riscos também são elevados.
Menos avançada, a seleção de um parceiro para atuar na área de assistência 24 horas pode ser uma das últimas anunciadas. A expectativa, conforme uma fonte, é de que o futuro parceiro seja brasileiro.
"A estratégia é aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguridade no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados bem como a maximização na geração de valor para as acionistas da Caixa Seguridade", disse a Caixa Seguridade, em fato relevante divulgado na segunda-feira.
Nesta semana, a Caixa fez mais um movimento na direção de listar a empresa de seguros na Bolsa. Na segunda-feira, em reunião do conselho de administração do banco público teria aprovado a troca no comando da holding, segundo fontes.
Conforme antecipou o O Estado de São Paulo/Broadcast no último domingo, o atual presidente da companhia, Marco Barros, subirá para o comando do colegiado. A expectativa é que a mudança seja anunciada nos próximos dias.
Com isso, Eduardo Dacache, atualmente vice-presidente de atacado, será escolhido para presidir a Caixa Seguridade. Braço direito do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, foi selecionado após o trabalho feito na área. Ele liderou a venda de ativos do banco e é tido como um dos mais qualificados para tocar a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de seguros, daqui a três meses.
Procurada, a Caixa não comentou as mudanças.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A Azul alertou ao Cade que o atraso na saída do Chapter 11 traz “graves riscos” à saúde financeira e à própria continuidade operacional da companhia
Filho de um operário da construção civil e de uma dona de casa, Testa vem de uma família que ele mesmo classifica como humilde
Volumes caem, lucro cresce menos e cervejeira holandesa promete crescer com menos espuma daqui para frente
A Smart Fit a quarta maior rede de academias do mundo em número de clientes. Também tem uma marca mais premium, a Bio Ritmo, e a plataforma de benefícios corporativos TotalPass
A operadora brasileira anunciou nesta manhã um acordo para comprar 51% restantes do capital da I-Systems Soluções de Infraestrutura, da qual já tinha 49% de participação. O negócio ainda depende do aval de autoridades regulatórias
Após mais um balanço recorde, Santiago Stel revelou ao Seu Dinheiro por que o banco acredita que a fase mais forte ainda está por vir
Com lucros e rentabilidade ainda pressionados, o mercado começa a discutir se o BB deixou o pior para trás ou apenas ganhou tempo
A operação acabou saindo no piso do intervalo reduzido horas antes pelo banco, a US$ 12, de acordo com a Bloomberg
Dados do quarto trimestre de 2025 servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 5 de março após o fechamento do mercado
Banco revisou estimativas para oito construtoras de média e alta renda e recomenda mais seletividade diante de juros altos e crédito restrito
A faixa indicativa, que antes oscilava entre US$ 15 e US$ 18, caiu para um intervalo entre US$ 12 e US$ 13; a expectativa atual é de uma precificação no piso
O motivo é a aprovação de urgência para a votação de um projeto que pode elevar o Ebitda da gigante petroquímica em cerca de US$ 290 milhões em 2026 — cerca de 50% do Ebitda dos últimos 12 meses
Operação em libras pode ser a primeira de uma empresa de tecnologia com prazo tão longo desde os anos 1990
Atualmente, o menino divulga os produtos na rede social Instagram, monitorada pela sua mãe
Entre as exigências está a apresentação de uma relação de credores mais completa, organizada por empresa, com os respectivos valores e a natureza dos créditos
O anúncio da contratação dos escritórios vem após a empresa ter tido suas notas de crédito rebaixadas por três empresas empresas de rating
A decisão foi motivada pelo vazamento de água e sedimentos que atingiu cursos d’água e áreas industriais da região há algumas semanas.
A Anac define regras específicas para as baterias de lítio, que são comuns em celulares, notebooks e powerbanks
Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento
Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento