🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

de olho no calendário

Caixa prepara IPO da área de seguros em abril e avalia negócio em até R$ 60 bi

A operação é parte da estratégia de venda de ativos da Caixa para este ano. Em 2019, foram arrecadados R$ 15 bilhões com os desinvestimentos

Caixa Econômica Federal
Caixa Econômica Federal - Imagem: Shutterstock

A Caixa Econômica Federal prepara para abril a abertura de capital da Caixa Seguridade, divisão de seguros do banco. A expectativa do banco público, segundo apuraram o jornal "O Estado de S. Paulo" e o "Broadcast" (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), é de que a empresa chegue valendo entre R$ 50 bilhões e R$ 60 bilhões na B3, marcando a primeira oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da história da instituição financeira e da equipe econômica do presidente da República, Jair Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo fontes próximas ao banco, a Caixa já organiza um calendário extenso de reuniões com investidores (roadshow, no jargão do mercado) para garantir uma boa precificação do ativo.

No mercado financeiro, a aposta é de que a abertura de capital do negócio de seguros da Caixa fique próximo ou até mesmo supere a da BB Seguridade, do Banco do Brasil, que levantou R$ 11,5 bilhões na B3, em abril de 2013. A operação serviu de modelo para a reestruturação da Caixa Seguridade.

É a segunda vez que a Caixa tenta emplacar o IPO da sua divisão. Em 2015, o banco chegou a sondar o mercado, mas não obteve o valor que esperava pelo negócio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação é parte da estratégia de venda de ativos da Caixa para este ano. Em 2019, foram arrecadados R$ 15 bilhões com os desinvestimentos, considerando apenas operações próprias do banco. Para 2020, conforme o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o objetivo é arrecadar volume "bem maior".

Leia Também

POTENCIAL

Smart Fit (SMFT3) vai além da abertura de academias: crescimento não atingiu o teto e Santander calcula potencial de 98% para a ação

DO BRASIL PARA O MUNDO?

Nubank estreia nos EUA, lança aposta para dinheiro sem fronteiras e testa se sua fórmula pode ganhar o mundo

"Em 2020, teremos foco total na abertura de capital da Caixa Seguridade e da Caixa Cartões. O da Caixa Seguridade será um laboratório para os demais. A Caixa é um banco social, portanto, a questão da seguridade é muito importante", afirmou o executivo, em recente entrevista ao "Broadcast", sem revelar o tamanho da operação e o valor esperado para o negócio.

Prioridade

Escolhido para presidir a Caixa no governo de Bolsonaro, Guimarães passou a se dedicar pessoalmente ao negócio de seguros após assumir o comando do banco. Dentre as mudanças que capitaneou, ordenou a revisão de todos os contratos já fechados em seguros até então, incluindo três parcerias seladas com a francesa CNP Assurances - atual sócia da Caixa em seguros.

Apesar de ter postergado a abertura de capital de seguros, antes prevista para 2019, sua gestão conseguiu rentabilizar melhor o ativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O valor fechado com a CNP, por exemplo, de R$ 7,8 bilhões, ficou 70% acima do montante acertado na gestão anterior.

A renegociação mais favorável para o banco público foi possível mesmo com o Brasil enfrentando um dos momentos mais difíceis dos últimos anos nas relações diplomáticas com a França, durante o governo Bolsonaro.

Tesouro

Parte dos recursos obtidos com o IPO da Caixa Seguridade deve ser utilizada para a Caixa amortizar sua dívida com o Tesouro Nacional no âmbito dos chamados instrumentos híbridos de capital e dívida (IHCD). O banco já teria pago R$ 11,3 bilhões de um saldo de cerca de R$ 40 bilhões.

Tais recursos foram aportados na instituição na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff para suportar a estratégia de concessão de crédito utilizada na época.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Procuradas, a Caixa e sua seguradora não comentaram. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
9 de setembro de 2026 - 15:48
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 9 de setembro de 2026 - 14:27
SLC Agrícola 9 de setembro de 2026 - 11:17
Fachada do Banco Inter. 9 de setembro de 2026 - 9:39
Montagem com a logo da enjoei e uma arara de roupas ao fundo em tons de rosa 8 de setembro de 2026 - 20:04
Logo da Tenda em fundo vermelho e letras brancas 8 de setembro de 2026 - 19:15
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 8 de setembro de 2026 - 18:24
Fachada do Banco Inter. 8 de setembro de 2026 - 16:23
Luciano Hang Véio da Havan 8 de setembro de 2026 - 11:11
Greg Abel, CEO da Berkshire Hathaway e sucessor de Warren Buffett 7 de setembro de 2026 - 15:35
Imagem com logo da Oi 7 de setembro de 2026 - 9:20
6 de setembro de 2026 - 12:55
recuperação judicial, empresário com dívidas 6 de setembro de 2026 - 11:15

PODCAST TOUROS E URSOS

Por que tantas empresas estão quebrando no Brasil?

6 de setembro de 2026 - 11:15
A mão de um robô humanóide quase toca na mão de um ser humano 5 de setembro de 2026 - 14:55
5 de setembro de 2026 - 13:22
Sede da Intelbras em São José, Santa Catarina 4 de setembro de 2026 - 17:42
Méliuz Bitcoin 4 de setembro de 2026 - 16:37
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar