O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No acumulado de janeiro a setembro, a instituição destacou que o desempenho foi impactado pela oferta pública de ações da Petrobras
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro de R$ 8,73 bilhões no terceiro trimestre, informou nesta quinta-feira (12) a instituição de fomento. Nos nove primeiros meses do ano o banco registrou lucro líquido de R$ 13,7 bilhões.
Segundo o banco, o desempenho foi influenciado por venda de participações societárias, entre elas as ações de Vale - que contribuiu com um lucro líquido de R$ 4,0 bilhões -, a equivalência patrimonial de empresas coligadas, com R$ 1,2 bilhão e a receita com dividendos e JCP, de R$ 938 milhões.
No acumulado de janeiro a setembro, o BNDES destacou que o desempenho foi impactado pela oferta pública de ações da Petrobras, em fevereiro (R$ 4,1 bilhões), e atenuado pela constituição de provisão para risco de crédito de R$ 1,8 bilhão (R$ 1 bilhão líquido de tributos).
O resultado do mesmo período de 2019 (R$ 16,5 bilhões) tinha sido influenciado positivamente pela incorporação de Fibria pela Suzano, além de vendas de ações de Petrobras, Vale e Rede.
O ativo do Sistema BNDES totalizou R$ 764,4 bilhões em 30 de setembro de 2020, uma alta de 5,0% (R$ 36,2 bilhões) nos primeiros nove meses do ano.
O banco de fomento informa que o incremento resultou, principalmente, do ingresso de R$ 22 bilhões em recursos do Tesouro Nacional (sendo R$ 4,8 bilhões já aplicados), no âmbito do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (PESE) e do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC), além da apropriação de variação cambial e juros da carteira de crédito e repasses, de R$ 39 bilhões.
Leia Também
Esses fatores, diz o BNDES, foram atenuados pela transferência da totalidade do saldo de R$ 20,7 bilhões do Fundo PIS/PASEP para o FGTS no segundo trimestre, o que viabilizou saques emergenciais dos trabalhadores, e pela desvalorização da carteira de empresas não coligadas em R$ 11,5 bilhões.
O BNDES destacou ainda que houve reversão bruta de R$ 469 milhões em provisões no terceiro trimestre, decorrente da evolução positiva de créditos provisionados.
A carteira de participações societárias do BNDES encerrou o terceiro trimestre avaliada em R$ 71,2 bilhões, informou a instituição de fomento, ao divulgar seus resultados financeiros. O valor da carteira encolheu 37,8% em nove meses.
Segundo o BNDES, a redução do valor da carteira ocorreu em função da desvalorização dos investimentos em não coligadas (R$ 11,5 bilhões), destacando Petrobras e Eletrobras, e da venda de ações (R$ 33,8 bilhões), notadamente Petrobras e Vale.
Os desinvestimentos realizados ao longo do terceiro trimestre somaram um resultado bruto de R$ 7 bilhões e um total de R$ 4,4 bilhões líquidos.
*Com Estadão Conteúdo
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados