O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de o setor ser criticado pela lentidão na liberação de recursos, o executivo disse que os bancos já começaram a fazer empréstimos mais rapidamente
No cenário de crise sem precedentes desenhado pela pandemia de coronavírus, o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, afirmou na quarta-feira, 15, na série de entrevistas ao vivo "Economia na Quarentena", do jornal O Estado de S. Paulo, que as instituições financeiras estão preparadas para evitar uma "quebradeira" de negócios no Brasil. Depois de o setor ser criticado pela lentidão na liberação de recursos, o executivo disse que os bancos já começaram a fazer empréstimos mais rapidamente.
"Nenhum banco tem interesse de que uma empresa quebre. Este é o pior cenário. Os bancos são os mais interessados em organizar a vida das pessoas", disse Lazari. Ele também ressaltou que, além de repassar dinheiro oficial a pequenas e médias empresas, o sistema financeiro está pronto para auxiliar outros segmentos muito afetados pela crise, como as empresas de energia e as companhias aéreas. O pacote, segundo apurou o Estadão/Broadcast, poderá chegar a R$ 50 bilhões.
Ao mesmo tempo em que reconheceu a gravidade da turbulência causada pela pandemia, que praticamente paralisou a economia global nas últimas semanas, Lazari frisou que ainda é muito cedo para determinar o tamanho do problema. Ele disse esperar uma queda de 3% a 4% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2020. A perspectiva fica no meio do caminho entre a atual previsão do Bradesco, de queda de 1%, e a expectativa de retração de 5,3% para o País anunciada na terça-feira pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
No curto prazo, o executivo disse que não há nada a fazer senão irrigar a economia. As pequenas e médias empresas, por exemplo, têm pressa. Sabendo disso, o governo liberou uma linha de financiamento com taxa de 3,75% - a Selic - para que negócios com faturamento de até R$ 10 milhões por ano possam pagar as folhas de pagamento de abril e maio, com o objetivo de evitar demissões. O executivo diz que, entre as companhias deste porte que são clientes do Bradesco, 92% já têm o dinheiro pré-aprovado pelo banco.
Embora admita que, no início de março, o Bradesco e outros bancos negaram financiamentos por causa de uma demanda desproporcional, o presidente do Bradesco diz que a definição de um socorro a diferentes segmentos que estão sofrendo muito com a paralisia da economia já está a pleno vapor. Ele ressalva, no entanto, que será uma solução de mercado, que terá juros mais baixos do que os usualmente cobrados, mas com condições menos vantajosas quanto as ofertadas no crédito às PMEs. "Já montamos grupos de trabalho com o BNDES, Economia e Banco Central", afirmou.
Toda essa disposição de sair em socorro a diferentes segmentos da economia, de acordo com Lazari, só será possível se o sistema financeiro se mantiver saudável. O executivo citou movimentos que surgiram na internet incentivando o não pagamento de dívidas como negativos para o País. "Temos ouvido muito ativismo de que não se deve pagar mais nada. Quando uma pessoa deixa de pagar, outra necessariamente deixa de receber. As pessoas que têm um pouco mais de reserva têm de pagar sim suas dívidas para que economia possa continuar girando, mesmo que de forma mais lenta", disse.
Leia Também
Ao contrário do que ocorreu na crise de 2008, em que os altos riscos tomados por bancos norte-americanos causaram uma grande recessão, o presidente do Bradesco lembrou que agora as instituições financeiras são parte da solução da crise. "Hoje, nossas agências são parte dos serviços considerados essenciais para a população", afirmou.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis