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2020-12-08T12:27:47-03:00
Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.
recuperando

Azul vê uma recuperação de 85% da demanda doméstica em novembro

Empresa tem aumento de 17,5% do tráfego e de 12,2% na capacidade em relação a outubro

8 de dezembro de 2020
8:00 - atualizado às 12:27
Avião da azul
Azul - Imagem: Shutterstock

A Azul (AZUL4) continuou vendo uma melhora sequencial do tráfego de passageiros em novembro, registrando uma recuperação de 85% da demanda por voos domésticos.

A companhia aérea anunciou na segunda-feira (7) à noite que o tráfego de passageiros consolidado (RPKs) aumentou 17,5% em relação a outubro de 2020, frente a um crescimento de 12,2% na capacidade (ASKs), resultando em uma taxa de ocupação de 83,1%.

O resultado continua sendo puxado pelos voos dentro do País, dadas as restrições de entrada sendo impostas por diversos países por conta da pandemia de covid-19. A taxa de ocupação doméstica foi de 83,8% e a internacional totalizou 72,6% em novembro, na comparação com outubro.

“Esperamos que essa tendência [de recuperação] continue à medida em que aumentamos progressivamente a nossa operação. Iremos voar para 113 destinos até o final de 2020, aproveitando a flexibilidade da nossa frota e da nossa malha exclusiva, que nos permitem adequar rapidamente a capacidade à demanda”, disse, em nota, o CEO da Azul, John Rodgerson.

Melhorando aos poucos

Aos poucos, a Azul começa a ver a sua situação melhorar. A liquidez imediata cresceu 2% entre o segundo e o terceiro trimestre, para R$ 2,3 bilhões, levando a liquidez total a crescer 4,6%, para R$ 6,9 bilhões.

Mas a pandemia de covid-19 pesou muito sobre as operações, resultando em um prejuízo líquido de R$ 1,2 bilhão no terceiro trimestre, um aumento de 2,2 vezes em relação à perda de R$ 550,5 milhões apurada no mesmo período de 2019.

As notícias sobre vacinas contra o novo coronavírus vêm impulsionando as ações da Azul. Em novembro, as ações da empresa acumularam alta de 68,6%. No ano, porém, elas registram queda de 28,1%.

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