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O estudo teve como base a disseminação da epidemia de H1N1, em 2009, e incluiu empresas de saúde, varejo, setor aéreo e óleo e gás
O agravamento da epidemia do coronavírus inevitavelmente provocará algum impacto na economia e nas empresas listadas na bolsa. A forma como se dará esse impacto foi o tema de um relatório publicado pelo UBS.
Os analistas do banco suíço basearam o estudo a partir da disseminação da epidemia de H1N1 em 2009, que atingiu principalmente as regiões Sul e Sudeste do país. A avaliação incluiu empresas de saúde, varejo, setor aéreo e óleo e gás.
Entre as operadoras de planos de saúde, Notre Dame Intermedica (GNDI3), SulAmerica (SULA11), Amil e Bradesco Saúde possuem as maiores operações nesses Estados, segundo o UBS.
"O coronavírus pode levar a um uso mais intenso do plano de saúde (visitas ao hospital, exames, injeções) e isso pode pressionar os índices de custos médicos", escreveram os analistas.
Com base nessa mesma análise, a Hapvida tende a sentir menos os impactos por ter as operações concentradas nas regiões Norte e Nordeste, de acordo com o UBS.
Se a atuação mais concentrada na região Sudeste é potencialmente negativa para as operadoras de plano de saúde, a epidemia do coronavírus pode favorecer redes de drogarias como a Raia Drogasil (RADL3), na análise do banco suíço.
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As empresas farmacêuticas que produzem vitaminas e remédios para gripe também podem se beneficiar pelo aumento na demanda, embora seja uma indústria com custos dolarizados. É o caso da Hypera (HYPE3), que obtém 20% da receita com a venda desse tipo de produto, segundo os analistas.
Quem também pode ganhar são os laboratórios, com o potencial aumento no número de diagnósticos (incluindo testes de coronavírus) e vacinação em alguns casos. "O Fleury, em particular, poderia ter um aumento adicional na receita com seu laboratório 100% digital / doméstico Campana", diz o UBS.
Além das drogarias, a epidemia de coronavírus pode levar a um aumento nas vendas dos supermercados, na visão dos analistas. Dentro desse segmento, eles apontaram que as bandeiras do Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) possuem a maior presença nas regiões Sul e Sudeste.
Por outro lado, o GPA pode registrar uma redução no volume de vendas da rede de "atacarejo" Assaí, assim como o Carrefour por meio do Atacadão.
Quem também pode sofrer com uma possível redução no fluxo de consumidores são as redes de varejo de moda. Entre elas, as mais expostas às áreas de maior risco de disseminação do coronavírus são a Hering (HGTX3) e C&A (CEAB3), segundo os analistas.
As companhias aéreas deverão sofrer um impacto significativo em um caso de disseminação global do vírus, inclusive com o risco de solvência para as empresas com balanço mais fraco, de acordo com o banco suíço.
Por outro lado, os analistas esperam uma rápida recuperação no tráfego aéreo quando o surto ficar para trás. Na epidemia de H1N1, apesar do impacto de curto prazo, os voos registraram um aumento de 14% no ano de 2009. Na ocasião, a Latam foi a empresa que mais sentiu a redução da demanda, seguida pela antiga Avianca e pela Gol (GOLL4).
O UBS também estima algum impacto no segmento de distribuição de combustíveis. No consumo de gasolina e etanol, porém, o efeito deve ser limitado no curto prazo porque as atividades da população ainda não foram afetadas.
Já no diesel o impacto iminente é maior em razão da desaceleração esperada da economia. "O consumo de diesel tem forte correlação com o PIB doméstico e podemos ver algum impacto nos próximos trimestres."
Por outro lado, os analistas do UBS avaliam que a queda nos preços internacionais do petróleo deve ser repassado pela Petrobras no país, o que pode estimular o aumento do consumo.
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