Anatel deve facilitar eventual compra da Oi por trio de rivais
esde a última sexta-feira, as maiores operadoras do País ganharam exclusividade na disputa pela Oi Móvel, cujo preço mínimo é de R$ 15 bilhões

A eventual venda da rede móvel da Oi para o consórcio formado pelas rivais TIM, Claro e Vivo não deve enfrentar barreiras incontornáveis na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), apurou o Estadão/ Broadcast com membros e ex-membros do órgão regulador.
O entendimento é que a Anatel dará anuência para a transação. Desde a última sexta-feira, as maiores operadoras do País ganharam exclusividade na disputa pela Oi Móvel, cujo preço mínimo é de R$ 15 bilhões.
Mesmo reduzindo de quatro para três o total de operadoras de celular no País, não há intenção dos representantes da agência de entrar no mérito do tema concorrencial - que hoje fica exclusivamente nas mãos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Mas nem sempre foi assim. A preocupação com o máximo de competição foi recorrente na atuação da Anatel na última década. Pouco a pouco, porém, a agência abrandou as amarras regulatórias que inibiam uma concentração do mercado.
Um dos momentos marcantes das intervenções feitas em prol da competição ocorreu no início da década passada, durante o leilão para a implementação do 3G. Na ocasião, o edital vetou que as quatro grandes operadoras - Vivo, TIM, Claro e Oi - dessem lances por todos os lotes. Esse desenho foi feito de propósito, para abrir a porta para a entrada da Nextel no mercado brasileiro.
"Até por volta de 2010, a Anatel repetia o mantra de que o mercado brasileiro deveria ter no mínimo quatro a cinco operadoras de celular. E ela conseguiu isso via leilões de frequências ou por medidas regulatórias", observa um superintendente do órgão, que pediu anonimato.
Apesar de ter sido favorecida no passado, a Nextel nunca teve uma participação relevante no mercado, e seu controlador, a norte-americana NII Holdings, entrou em recuperação judicial lá fora. A operadora acabou sendo incorporada à Claro, em negócio que passou tanto pela Anatel quanto pelo Cade. "A Anatel percebeu que não dá para o regulador querer organizar o mercado como se fosse déspota esclarecido ou como se estivéssemos em um sistema comunista em que o Estado manda em tudo", disse uma das fontes.
Leia Também
Nesse sentido, a Anatel passou a repensar algumas barreiras. A última flexibilização aconteceu em 2018, quando decidiu ampliar os limites de frequência que podem ser detidos por uma só operadora. Os limites, que eram de 20% a 30%, foram ampliados para 35%.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Sucessor de Warren Buffett diz como Berkshire Hathaway vai ganhar dinheiro com IA (a resposta não está só na bolsa)
7 de setembro de 2026 - 15:35FILHA DO DIVÓRCIO
Farm vale mais que a Azzas (AZZA3) na bolsa? Marca deve receber propostas neste mês após ruptura entre Arezzo e Soma, diz jornal
7 de setembro de 2026 - 10:35FALÊNCIA
190, 192 e 193: Anatel autoriza venda da telefonia fixa da Oi (OIBR3) por R$ 60 milhões
7 de setembro de 2026 - 9:20DE OLHO NAS DÍVIDAS
Adeus, CSN Cimentos? Novo CEO da CSN (CSNA3) prepara venda de ativos bilionários, diz jornal
6 de setembro de 2026 - 12:55PODCAST TOUROS E URSOS
Por que tantas empresas estão quebrando no Brasil?
6 de setembro de 2026 - 11:15AGENTES DE IA
O próximo concorrente de Visa e Mastercard pode não ser um banco, mas uma inteligência artificial
5 de setembro de 2026 - 14:55BENEFÍCIOS
A próxima batalha dos bancos é pelo mercado de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA)
5 de setembro de 2026 - 13:22PERDEU O ENTUSIASMO
Intelbras (INTB3): ação ainda pode subir 22%, mas JP Morgan já não recomenda compra; confira os motivos
4 de setembro de 2026 - 17:42GORDURA NO CAPITAL?
Méliuz (CASH3) diz que tem capital demais e quer ‘cortar’ R$ 160 milhões da própria conta; entenda
4 de setembro de 2026 - 16:37Conteúdo BTG Pactual
Em busca do próximo milionário: A maior competição de trading do país encerra as inscrições em 6 de setembro; veja como se inscrever
4 de setembro de 2026 - 16:00TOUROS E URSOS #286
Casas Bahia, Habib’s e mais: por que tantas empresas no Brasil estão quebrando?
4 de setembro de 2026 - 15:33MUDANÇAS EM BRASÍLIA
IRB (IRBR3): essa mudança de lei pode colocar mais de 20% de valorização no bolso de quem tem a ação; entenda
4 de setembro de 2026 - 11:02NOVA PROVA DE FOGO?
Sabesp (SBSP3) decepcionou no 2T26, mas ação ainda pode subir 40%; XP revela o que falta para destravar a alta
4 de setembro de 2026 - 10:30EXPANSÃO INTERNACIONAL
Revolut bate à porta de Wall Street: fintech recebe aval para virar banco nos EUA até 2027
3 de setembro de 2026 - 16:24DA ÁGUA PARA O VINHO
Duplo twist carpado: BofA dá ‘duplo upgrade’ em Magazine Luiza (MGLU3) após disparada da ação e acordo com Mercado Livre
3 de setembro de 2026 - 15:25MAIS UMA LIQUIDAÇÃO
Adeus, Trustee: BC liquida distribuidora ligada ao caso Banco Master; Banvox também entra na lista
3 de setembro de 2026 - 12:42SD ENTREVISTA
Wiz Co (WIZC3) quer transformar a carta de consórcio em passaporte para um mercado de R$ 500 bilhões
3 de setembro de 2026 - 12:33LIDERANÇA DE DÉCADAS
Após 24 anos, Steinbruch deixa cargo de CEO da CSN (CSNA3) e outro peso-pesado assume; ação dispara no Ibovespa
3 de setembro de 2026 - 9:08CEDO PARA COMEMORAR?
Banco do Brasil (BBAS3): por que nem a melhora do agro convence a XP a investir na ação?
2 de setembro de 2026 - 15:08BOM PRA CACHORRO