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2020-04-03T13:30:38-03:00
Estadão Conteúdo
Após adiar entrega do IR

Receita mantém calendário de restituição do IR

Enquanto isso, primeiro lote do IR a ser pago neste ano, em 30 de maio, vai priorizar idosos, pessoas com deficiência e portadores de doenças graves. No total, serão desembolsados R$ 2 bilhões

2 de abril de 2020
19:34 - atualizado às 13:30
Selo da cobertura do imposto de renda 2020
Imagem: Andrei Morais / Shutterstock

O secretário da Receita Federal, José Tostes Neto, anunciou hoje que o governo vai manter o cronograma de restituição do Imposto de Renda neste ano mesmo com o adiamento do prazo de entrega das declarações.

Segundo Tostes, os cinco lotes serão pagos de maio a setembro, totalizando R$ 26 bilhões. Nos anos anteriores, a Receita fazia o pagamento da restituição em sete lotes, de junho até dezembro.

O primeiro a ser pago neste ano, em 30 de maio, vai priorizar idosos, pessoas com deficiência e portadores de doenças graves. No total, serão desembolsados R$ 2 bilhões.

"Com essa decisão de manter o cronograma de restituição, os contribuintes que puderem devem continuar a enviar as declarações, mesmo com o prazo adiado, porque a prioridade é para quem enviou primeiro", afirmou Tostes, a jornalistas no Palácio do Planalto.

Ontem, o secretário da Receita anunciou a prorrogação do prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) por 60 dias. Com isso, o prazo para a entrega da declaração de 2020 passa de 30 de abril para 30 de junho.

De acordo com o último balanço divulgado pela Receita, em 30 de março, foram recebidas pelo órgão 8,1 milhões de declarações - cerca de 25% do total.

A expectativa, segundo o governo federal, é que 32 milhões de contribuintes façam a declaração em 2020.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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