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2020-04-06T16:58:56-03:00
Estadão Conteúdo
Não tem pra todo mundo

‘Não há como ajudar todos os setores’, diz presidente do Santander

Presidente do Santander Brasil, Sergio Rial afirmou que deve-se evitar que mais setores venham buscar dinheiro no governo por conta da crise

6 de abril de 2020
16:58
Sergio Rial, presidente do Santander
Sergio Rial, presidente do Santander - Imagem: Murillo Constantino/Quartetto

O presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, afirmou que deve-se evitar que mais setores venham buscar dinheiro no governo por conta da crise. "Cada um tem de conversar com seus acionistas. Tem muitas multinacionais que preferem correr para o governo. Nós não temos como ajudar a todos os setores do Brasil como Estado porque nós brasileiros e brasileiras vamos pagar por isso. Essa conta tem de ser paga", ressaltou ele, durante "live" realizada nesta segunda-feira, 6, na internet.

De acordo com Rial, os cerca de R$ 1 trilhão que já foram disponibilizados para combater os efeitos da crise do coronavírus no Brasil vai exigir que a nação reflita no que será possível deixar de fazer para que essa conta seja paga. "Talvez, coisas como vamos ter de fazer ou não uma nova reforma da Previdência? A reforma administrativa se torna mais importante. Já estamos vendo empresas reduzindo salário", listou.

Segundo ele, a flexibilização do emprego com responsabilidade é extremamente importante neste momento. "Quanto mais pessoas mantenhamos empregadas, melhor é, inclusive para a própria economia informal, que também vive muito em função dos empregados formais. É super importante manter esse economia mais prolongada e evitar o desemprego imediatista porque isso terá impacto" avaliou.

O presidente do Santander afirmou ainda que, em vez de achar que só um grupo pagará a conta da crise, é preciso ter noção que será toda a sociedade. "Quanto menos colocarmos o que não faz sentido e não é necessário no curto prazo, melhor para nós brasileiros, que vamos gastar menos. A conta a ser paga será menor", destacou. "Tudo que estamos fazendo agora tem um custo. Precisamos fazer a otimização do que estamos gastando do contribuinte brasileiro", acrescentou.

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