O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A grande pergunta que você precisa fazer não é “qual é a chance de dar certo?”, mas sim “o que eu ganho se der certo e o que eu perco se der errado?”
Sempre que tenho encontro alguém do mercado ou trombo com algum assinante em um evento da Empiricus, as conversas sempre começam com a seguinte pergunta:
"Poxa, eu até gostaria, mas não levo muito jeito para opções. Por que você gosta tanto delas, Ruy?"
Porque do chão não passa!
Me desculpe se a resposta parece carregar um tom de gozação. Não é essa a intenção. Ela tem fundamentos, acredite.
Olhe o gráfico abaixo:

Ao comprar uma opção, sua perda máxima é 100%. Parece bastante. Mas os ganhos podem ser de 500%, 1.000%, 10.000%...
Leia Também
Se você for disciplinado e colocar pouca grana nas apostas, você pode errar feio várias vezes, desde que consiga pegar em cheio uma ou duas megavalorizações.
Em seus "papers" sofisticados, Nassim Taleb dá a essa característica – perde pouco, ganha muito – o nome de antifragilidade.
Eu, como um bom caipira, prefiro simplificar para "do chão não passa".
Pode não parecer, mas lições de antifragilidade não se restringem às opções, elas são para a vida.
Quanto mais antifragilidade você colocar nas suas escolhas, maiores as chances de elas trazerem bons resultados.
Por que investir suas emoções e energia em um relacionamento amoroso que vai ser apenas legal se der certo, mas que pode te deixar "na bad" se der errado?
Por que abrir um negócio que vai ser suficiente apenas para pagar as contas se tudo caminhar bem, mas que vai te encher de dívidas deixar seu nome sujo se você for forçado a fechar as portas?
Por que continuar no mesmo trabalho que está te deixando de saco cheio e que não te oferece chances de promoção, se a empresa dos seus sonhos está oferecendo um salário inicial menor, mas com grandes probabilidades de crescimento?

A grande pergunta que você precisa fazer não é "qual é a chance de dar certo?", mas sim "o que eu ganho se der certo e o que eu perco se der errado?"
Mas o que interessa para nós são os investimentos e, além das opções, existe uma classe específica de ações que se aproveita como nenhuma outra dos benefícios da tal antifragilidade.
Pense comigo: quais são as ações que normalmente têm pouco para cair e muito para subir?
Certamente não são aquelas queridinhas, né? Afinal de contas, estas já estão precificadas quase que à perfeição e, se as coisas começarem a desandar, seus preços normalmente despencam – é exatamente o que aconteceu com as ações da antiga queridinha Cielo nos últimos anos.

Por outro lado, as ações que apresentam a melhor relação entre risco e retorno são justamente aquelas de empresas problemáticas, com dívidas impagáveis à primeira vista, algumas delas em processo de recuperação judicial ou que apresentam retornos péssimos há vários anos.
Essas normalmente se encontram largadas pelos investidores.
Eu não vou mentir para você, algumas realmente não têm salvação: entrarão para as estatísticas como apenas mais uma companhia a fechar as portas no Brasil.
Mas lembre-se: "do chão não passa". Se você investir pouco, as perdas estarão devidamente limitadas, e o retorno exponencial das que conseguem dar a volta por cima mais do que compensam essas eventuais perdas.
A série Ações Exponenciais tem como objetivo buscar justamente esses papéis com problemáticos mas que têm boas chances de dar a volta por cima. É o que está acontecendo com as ações da Oi (OIBR3), que faz parte da série.

O Henrique Florentino é especialista em revirar o mercado em busca desse tipo de ativo, e tem mais outras 10 oportunidades para você ganhar muito dinheiro se aproveitando dos benefícios da antifragilidade – que, como já vimos, não deve se restringir apenas às suas escolhas na bolsa.
Um grande abraço e até a próxima!
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos