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Seguimos em crise, parcialmente isolados, sem previsão de volta à normalidade (se é que um dia vamos voltar ou o home office e o pijama serão o tal do “novo normal”). Mesmo assim, o Ibovespa se reaproxima dos 100 mil pontos, um marco tão comemorado nos bons tempos do mercado.
É bem verdade que os mercados não andam de mãos dadas com a economia. Eles tentam estar sempre à frente dela. Eu disse “tentam”, porque é bem comum que eles se adiantem e errem o caminho. Aí precisam corrigir a rota. Vida que segue.
O nosso colunista Matheus Spiess traz hoje uma reflexão sobre a dicotomia dos mercados. De um lado, a chuva de liquidez criada pelos bancos centrais estimula os investidores a comprarem de tudo e dá combustível para a alta das ações.
Por outro lado, há fatores de risco bem mapeados, que podem ganhar relevância e dar novo tom às bolsas. O Matheus cita cinco deles no texto de hoje e dá sua opinião sobre como se posicionar em meio à essas forças antagônicas.
•O Ibovespa subiu 2,24% ontem, aos 98.937,16 pontos, e o dólar à vista avançou 0,61%, a R$ 5,3413. O dia foi marcado pela sinalização de que o governo chinês pretende usar todas as ferramentas para estimular o mercado.
•O que mexe com os mercados hoje? O crescimento dos casos de covid-19 nos Estados Unidos e uma previsão mais negativa para o PIB da União Europeia frustram as expectativas do mercado de uma recuperação econômica mais rápida. Na Ásia, somente as bolsas chinesas fecharam em alta durante a madrugada. Os índices futuros em Wall Street e o pregão europeu amanhecem no vermelho.
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• Quais os riscos e oportunidades para a segunda metade do ano? O colunista Matheus Spiess mapeou o que deve ser motivo de preocupação do investidor ao menos até o final de 2020 e conta no texto de hoje como ele acredita que deve ser um portfólio para este momento.
•O Brasil chegou a 65,4 mil mortes por covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O total de casos é de 1,6 milhão.
•O presidente Jair Bolsonaro apresentou sintomas de covid-19 e fez novo exame ontem.
•O Ministério Público Federal apresentou uma ação de improbidade administrativa contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por 'desestruturação dolosa' e 'esvaziamento' de políticas ambientais.
• O secretário da Receita Federal, José Tostes, disse que a proposta de reforma tributária do governo passará por retirar benefícios e incentivos no Imposto de Renda, tanto para pessoas jurídicas quanto para físicas.
• A CVC ampliou a estimativa de erro contábil em balanços passados e informou que poderá lançar cerca de R$ 660 milhões em perdas com o coronavírus no resultado do primeiro trimestre de 2020.
• O anúncio de que a Smiles fechou acordo com a Gol para a compra antecipada de R$ 1,2 bilhão em passagens aéreas soou mal aos acionistas minoritários da empresa de fidelidade. Eles ameaçam entrar na Justiça para barrar a operação.
•A Azul começou a demitir funcionários que trabalham na manutenção de aeronaves e nos aeroportos. Mais de mil trabalhadores já foram dispensados em todo o País desde a semana passada, de acordo com o Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA).
•O mercado de veículos novos no Brasil só deve voltar em 2025 a ter o ritmo de vendas que registrou em 2019, antes da pandemia, segundo a Anfavea. O presidente da entidade disse que o emprego nas fábricas "está em risco", mesmo com a MP trabalhista do governo.
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