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Os críticos e os apoiadores de Jair Bolsonaro e Donald Trump costumam concordar em um ponto: ambos os presidentes têm um estilo parecido de governar.
Isso fica mais claro quando os governantes lidam com problemas semelhantes, como o debate sobre como implementar programas de estímulo à economia.
A diferença entre o nosso impasse e o deles é que o problema por lá não é de onde tirar o dinheiro, mas o tamanho da ajuda.
Os democratas, que têm a maioria na Câmara, querem injetar US$ 2,4 trilhões (algo como R$ 13,4 trilhões) na economia. Mas Trump não aceita assinar um cheque maior que US$ 1,6 trilhão (“apenas” R$ 9 trilhões).
Sem consenso, o presidente dos EUA decidiu suspender as negociações sobre novos estímulos para conter os efeitos da pandemia até as eleições de novembro.
Nada disso é segredo ou fofoca de bastidor porque a revelação foi feita pelo próprio Trump no Twitter — assim como fez Jair Bolsonaro ao vetar os planos iniciais da equipe econômica para o Renda Brasil.
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