O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Hoje eu destaco a reportagem da Julia Wiltgen, que conversou com os gestores do fundo multimercado de maior rentabilidade em 2019.
Lá fora, as bolsas americanas tiveram novo recorde. Entre as empresas, destaque para a dona do Google, que virou um negócio trilionário, e a Bombardier, que teve o pior pregão da sua história na bolsa de Toronto.
• O Ibovespa fechou em alta de 0,25%, aos 116.704,21 pontos. O dólar teve ganho de 0,14% e terminou o dia cotado a R$ 4,1902.
• O que mexe com os mercados? As bolsas asiáticas reagiram bem aos números da economia chinesa. Nos Estados Unidos os índices futuros amanhecem no positivo, após mais um dia de recorde nas bolsas americanas.
• Como o fundo multimercado mais rentável de 2019 obteve retorno de 116% em um ano. A repórter Julia Wiltgen conversou com o sócio da Logos Capital. Ele falou sobre os investimentos vencedores do fundo Logos Total Return em 2019 e da estratégia para 2020.
----
CONTEÚDO PATROCINADO
• Quem fala em bolha de fundos imobiliários não sabe do que está falando. Veja aqui uma explicação de por que esse investimento ainda é uma boa.
Leia Também
• Será que você parou no tempo como investidor? Veja aqui algumas práticas que ficaram no passado e como se atualizar.
----
• Dona do Google, a Alphabet chegou a US$ 1 trilhão em valor de mercado. A gigante americana se tornou a quarta companhia do mundo a atingir a marca.
• As ações da fabricante de aeronaves Bombardier tiveram ontem o pior pregão de sua história: uma queda de 31,84% na bolsa de Toronto. O mercado desaprovou os dados financeiros preliminares no quarto trimestre.
• A BR Distribuidora assinou um contrato de exclusividade por 90 dias para negociar a venda de sua participação na Stratura Asfaltos com a Bitumina Industries, uma empresa com sede em Dubai.
• A Linx anunciou uma parceria com a Conductor - companhia brasileira que oferece soluções para meios de pagamento. Em uma semana, a empresa de tecnologia também fechou parceria com a Rappi e a PicPay.
• A Fiat Chrysler discute uma joint venture com a Foxconn, a gigante de componentes eletrônicos que fabrica produtos como o iPhone e o PlayStation. O foco é o mercado chinês.
• A Justiça negou o pedido dos primos de Benjamin Steinbruch, dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), para dissolver as sociedades que os ramos da família têm nas empresas do grupo. Há dois anos, os herdeiros travam uma disputa que pode mudar a composição societária dos negócios.
• O PIB da China avançou 6,1% em 2019, segundo dados oficiais. O ritmo é o mais lento em quase três décadas.
• A reforma administrativa será enviada ao Congresso Nacional em fases, segundo o governo. O projeto será composto por uma PEC, leis e decretos. A expectativa do governo é que todas as normas sejam aprovadas e implementadas até 2022.
• O INSS voltou atrás na decisão de cancelar o convênio para pagamento de benefícios dos aposentados pela Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples