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Quantas horas por dia você gasta com suas redes sociais?
Admito que sou um pouco viciado, passo horas no Facebook (sim, eu ainda uso Facebook) vendo vídeos recomendados de esportes e clicando em notícias. Quero pensar que é apenas uma distração para momentos de tédio, mas sei que gasto mais tempo com isso do que realmente gostaria.
É bom saber que não estou sozinho nessa. Pesquisas mostram que brasileiros e brasileiras dedicam uma média de quase 4 horas por dia às redes sociais. Somos um dos principais usuários desses meios. Temos mais de 70 milhões de pessoas com perfis no Instagram, e mais de 90 milhões no Facebook e no Youtube.
As redes sociais são onipresentes em nossas vidas desde que o finado Orkut surgiu por aqui, há 13 anos. As mudanças que elas provocaram foram enormes, seja na economia, na cultura, ou na política.
Elas catapultaram muita gente desconhecida para a fama. Surgiram os influencers, os influenciadores digitais, gente que fala dos mais diversos temas (inclusive sobre nada) e que têm milhões de seguidores. Um público bem fiel, atento a cada postagem.
Muitos desses influenciadores conseguiram monetizar essa legião de séquitos. É o caso de Nati Vozza, que começou como uma blogueira de moda e acabou criando sua própria marca de roupas, a byNV, que se tornou um sucesso graças a seus mais de um milhão de seguidores fiéis do Instagram.
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E menos de dez anos depois de ser criada, a marca foi comprada pelo Grupo Soma, dono de marcas como Farm e Animale, por R$ 210 milhões. Impressionante, né?
Em sua tradicional coluna de sexta-feira, Ruy Hungria fala sobre os objetivos do Grupo Soma com esta aquisição e as oportunidades que as redes sociais criaram para qualquer negócio, pequeno ou grande. Não deixe de conferir.
•O Ibovespa encerrou ontem com alta de 1,9%, aos 115.130 pontos, maior patamar desde 19 de fevereiro, puxado pelo desempenho dos principais nomes que compõem o índice. O dólar caiu 2,6%, para R$ 5,03, menor nível desde 10 de junho, após o Copom sinalizar preocupação com a inflação e o BC realizar um leilão extraordinário de swap (venda de dólar no mercado futuro).
•O que mexe com os mercados hoje? Enquanto no exterior o avanço acelerado da covid-19 traz cautela aos mercados, no Brasil os investidores monitoram a trajetória do dólar. A expectativa é de que a moeda americana fure a resistência dos R$ 5,00 e volte a ficar abaixo desta marca. As bolsas asiáticas fecharam mistas durante a madrugada. Já os índices futuros em Nova York e as principais praças europeias operam no vermelho.
• Hering, Localiza, TIM, Odontoprev e B3 anunciaram ontem que realizarão o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas. Confira as condições para receber os proventos.
•A Petrobras confirmou ontem que pagará na terça-feira (15) os dividendos relativos aos resultados de 2019, com base na posição acionária de 22 de julho.
•A B3 divulgou ontem que o volume financeiro médio diário no mercado à vista de renda variável somou R$ 34,177 bilhões, 74,9% maior que o apurado no mesmo mês de 2019. Ela também informou que manteve a projeção relacionada à distribuição de lucro para este ano e o próximo, prevendo repassar entre 120% e 150%.
•O Fleury (FLRY3) anunciou ontem a aquisição de um centro de infusão de medicamentos e uma clínica oftalmológica, ambos em São Paulo, por um total de R$ 149,5 milhões.
• As ações da plataforma de hospedagem Airbnb dispararam no primeiro dia de capital aberto na Nasdaq. Elas subiram 112% ontem, a US$ 144,71.
•A S&P Global Ratings reafirmou ontem as notas de créditos do Brasil de longo e curto prazo em moeda estrangeira e local em "BB-/B" e manteve perspectiva estável.
•Nas últimas 24 horas foram registrados 770 óbitos e 53.347 novos diagnósticos positivos de covid-19, segundo dados divulgados ontem pelo Ministério da Saúde.
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