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uando a pauta liberal está em descrédito no governo brasileiro, o mercado cobra o preço das estatais. Não foi à toa que essas ações estavam no fundo do poço na gestão de Dilma Rousseff. Também não foi coincidência que elas se destacaram entre as altas no rali após a eleição de Jair Bolsonaro, com a esperança de reformas prometidas pelo novo governo.
A crise do coronavírus derrubou o mercado todo. A tensão política crescente traz um novo fator de risco para os ativos brasileiros, especialmente para as estatais.
Os gestores estão garimpando o que vale a pena comprar na bolsa. A visão geral é que há oportunidades, mas a economia mudou e nem tudo está barato.
Em entrevista ao Vinícius Pinheiro, o sócio e gestor de fundos da Moat Capital, Luiz Paulo Aranha, explicou por que aposta em estatais. Ele também defendeu o investimento em uma empresa controversa: a Oi.
•O Ibovespa fechou a sexta-feira aos 87.402,59 pontos, uma alta de 0,52% no último pregão de maio. O dólar ficou em R$ 5,3389, uma queda de 0,82%.
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| • A semana começa na ressaca de protestos do último domingo - tanto aqui quanto nos Estados Unidos. A agenda econômica promete ser agitada nos próximos dias. No Brasil, os números irão refletir um período completo de impacto do coronavírus sobre a atividade. O Victor Aguiar traz um panorama do que mexe com os seus investimentos nesta semana, em um texto exclusivo para leitores Premium Você pode destravar o seu acesso aqui. |
• A maldição de maio não pegou: a bolsa foi o melhor investimento do mês, e dólar foi o pior. O Ibovespa subiu 8,57% em maio e o dólar acumulou uma queda de 1,83%. Veja o ranking das melhores e piores aplicações no mês.
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• Luiz Paulo Aranha, sócio e gestor de fundos da Moat Capital, tem na Petrobras sua maior aposta. Para ele, as estatais estão melhor geridas hoje, mas estão "a preço de Dilma". Veja nesta reportagem as principais apostas da Moat na bolsa.
• Ouro ou imóveis: qual o melhor investimento para defender seu patrimônio? O colunista Richard Camargo responde.
• Braskem e BR Malls divulgam resultados do primeiro trimestre nesta semana. Veja o que esperar.
• A Embraer divulgou hoje cedo um prejuízo de R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre. A receita e o desempenho operacional pioraram, pintando um quadro desfavorável para a companhia brasileira.
• Na sexta-feira à noite foram divulgados os números de Latam e Cosan. A Latam apresentou um prejuízo líquido de US$ 2,120 bilhões, ante perdas de US$ 60 milhões no mesmo período de 2019. Já a Cosan lucrou R$ 102,2 milhões no primeiro trimestre , um número 74,2% menor que o mesmo período do ano passado.
•O Iguatemi retoma hoje as operações com horário reduzido em quatro shoppings no Estado de São Paulo.
•A SpaceX, do bilionário Elon Musk, levou astronautas da Nasa ao espaço neste final de semana. Foi a primeira viagem de um veículo norte-americano em direção à Estação Espacial Internacional desde 2011.
•O Brasil tem 514.849 casos de coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. São 29.314 mortes.
•O fim de semana foi marcado por protestos nas principais cidades do país. Manifestantes contra e a favor do governo foram às ruas e houve confronto em São Paulo e no Rio. O presidente Jair Bolsonaro esteve no ato contra o STF em Brasília.
•A prefeitura de São Paulo vai manter a quarentena ao menos até o próximo dia 15. Os estabelecimentos comerciais poderão abrir antes desta data.
•Os Estados Unidos registraram o sexto dia seguido de manifestações. A Guarda Nacional foi chamada para ajudar polícias locais e dezenas de prefeitos estenderam o toque de recolher.
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