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Dólar em queda: Vai ter Disney ou só Disney Plus?

6 de novembro de 2020
19:35 - atualizado às 14:09
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Com a queda do dólar nos últimos dias, já tem gente sonhando de novo com a Disney. Mas será que a classe média brasileira vai voltar a ver o Mickey de perto ou terá de se contentar em assistir ao Disney Plus, o concorrente da Netflix que chega ao Brasil neste mês?

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No mercado financeiro, a pergunta de 1 milhão de dólares (ou mais, dependendo da cotação) é outra: a vitória cada vez mais próxima de Joe Biden nas eleições para a presidência dos Estados Unidos vai representar o fim da era do dólar forte?

Não é só na comparação com o debilitado real que a moeda norte-americana ganhou terreno. Praticamente todas as divisas de países emergentes e desenvolvidos se curvaram perante o dólar, num ciclo que já dura quase uma década.

Os que apostam contra o dólar acreditam que a política de mais estímulos fiscais (ou seja, impressão de dinheiro) e maior abertura comercial em um eventual governo Biden tende a enfraquecer a moeda.

É claro que ainda é cedo para cravar qualquer tendência. Mas no curtíssimo prazo essa visão vem predominando no mercado, tanto que o dólar se desvalorizou contra praticamente todas as moedas.

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Aqui no Brasil, o dólar caiu 37 centavos em relação ao real em apenas três dias e fechou a sexta-feira cotado a R$ 5,39. A bolsa até ameaçou uma realização de lucros depois da forte alta dos últimos dias. Mas o “efeito Biden” falou mais alto e o Ibovespa voltou a subir.

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Na edição desta semana do podcast do Seu Dinheiro, a Julia Wiltgen e eu também discutimos todas as implicações das eleições nos EUA para o seu bolso. Se você perdeu a transmissão ao vivo, ainda pode conferir no nosso canal no YouTube ou ouvir no Spotify.

EMPRESAS

 Na acirrada disputa pela Linx, a Totvs conseguiu voltar para o jogo depois da disparada de suas ações nesta semana. Mas a briga com a Stone para ver quem vai levar a empresa não passa só por quem paga mais. Saiba os últimos desdobramentos da novela

 Pela primeira vez em 15 anos a Lojas Renner fechou um balanço com prejuízo, e as ações reagiram mal na B3. Seria um sinal de crise ou uma oportunidade de comprar os papéis? Veja o que dizem os analistas.

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 Enquanto a Renner vive uma maré ruim, o Magazine Luiza surfa uma longa onda de crescimento que colocou a varejista como a sexta ação mais valiosa da B3. Entenda como a empresa se firmou entre as blue chips do Ibovespa.  

 E no clima de sextou, que tal comprar uma tequila de US$ 250 feita por Elon Musk? Bom, mesmo que você quisesse gastar essa fortuna, não seria possível por conta das vendas já terem se esgotado. Confira tudo sobre a nova criação do bilionário da Tesla

ECONOMIA

 A inflação medida pelo IPCA avançou 0,86% em outubro, segundo o IBGE. O resultado, puxado por alimentação e passagens aéreas, marca a maior alta para o mês desde 2002. Veja o que mais pesou no índice.

 A produção das montadoras subiu 7,4% na passagem de setembro para outubro, marcando o maior volume em 12 meses. É mais um sinal de retomada econômica. Mas o país ainda está longe dos patamares do ano passado

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 O que mais influencia os movimentos do dólar? Para Fabio Kanczuk, diretor do Banco Central, a trajetória fiscal do país tem pesado mais contra a nossa moeda do que a queda dos juros. Ele também falou sobre o que esperar para a Selic.

COLUNISTAS

 A iminente eleição de Joe Biden injetou otimismo na veia dos investidores globais. Nessas horas, nunca é legal querer estragar a festa, mas é um papel necessário. O Bruno Merola traz na coluna de hoje os riscos de cabeceira dos maiores gestores de fundos do país.

Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.

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