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Moro num país tropical, com o dólar a R$ 5,52

23 de abril de 2020
19:47 - atualizado às 14:19
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

A escalada do dólar rumo a um novo topo – agora aos R$ 5,528 – por si só já era relevante o suficiente para ser a principal notícia desta quinta-feira.

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Mas como já dizia um jornalista com quem trabalhei, nunca subestime a capacidade do Brasil de nos dar trabalho.

No começo da tarde, uma nova bomba estourou em Brasília com a notícia de que o ministro Sergio Moro poderia deixar o governo.

O motivo seria a decisão do presidente Jair Bolsonaro de demitir o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.

Nem a saída de Moro nem a demissão de Valeixo foram confirmadas – o que não significa muito para quem conhece Brasília.

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Afinal, não é de hoje que o presidente mostra insatisfação com o comando da PF. E divergências na condução do governo já levaram ao “divórcio amigável” de Bolsonaro e do ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta.

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A fome de Bolsonaro de mexer na PF se juntaria com a vontade de comer do Centrão, com quem o capitão começou a dialogar em busca de uma base de sustentação no Congresso.

A possível saída de Moro, ou pelo menos o que ela representaria para o governo, mexeu com os mercados. A bolsa ampliou a queda e o dólar acelerou a valorização assim que a notícia começou a circular.

Mas o novo salto da moeda norte-americana tem suas próprias razões. O Victor Aguiar traz para você um panorama completo de todos os fatores que levaram ao novo recorde do dólar.

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Para onde vai o dólar?

Falando em dólar, o UBS aposta que o ímpeto da moeda vai arrefecer até o fim do ano. Resultado: a moeda deve terminar 2020 cotada a R$ 4,95, segundo a previsão do banco suíço. O cenário seria ainda mais positivo no ano que vem, se algumas variáveis contribuírem. Mas o que me chamou atenção mesmo foi o pior cenário possível projetado pela instituição: nele, o dólar subiria ao incrível patamar de R$ 7,35 em 2021.  Eu explico para você como os economistas chegaram aos números.

Atrás de dinheiro novo

A CVC foi uma das mais afetadas na bolsa com a epidemia do covid-19. Hoje, a operadora de turismo anunciou que avalia um plano para aumentar o seu capital e até contratou o Itaú BBA para avaliar a melhor forma de trazer dinheiro novo. O objetivo? Deixar o balanço mais forte para uma futura retomada na demanda por viagens, diz a empresa. Mas as boas intenções não encontraram eco nas ações da companhia, que fecharam em forte queda na bolsa.

Saudosos dividendos

O longínquo ano de 2019 registrou o maior volume de dividendos e juros sobre capital próprio distribuído por empresas negociadas no Ibovespa nos últimos dez anos. Os dados são da consultoria Economatica. O setor que mais distribuiu proventos foi o de bancos, liderado pelo Itaú Unibanco. Confira as 25 maiores pagadoras do ano passado nesta matéria.

Voltando aos trabalhos

A Lojas Renner decidiu que reabrirá gradualmente as suas lojas a partir de amanhã, após o fechamento determinado pelas autoridades em decorrência de medidas de isolamento social. A varejista informou que respeita os decretos de governos locais e critérios técnicos para permitir que suas lojas voltem a funcionar. Ainda assim, poderá rever o número de lojas em funcionamento. Saiba mais sobre o plano da varejista.

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O que está do lado de lá

O futuro pós-coronavírus é nublado — e no entanto o que dele imaginamos é muito certo: um extremo ou outro, seja para bem ou para mal. Mas, e se eu disser que o que vai acontecer com o mercado, a economia e a política nos próximos meses pode muito mais ser uma combinação de vários cenários intermediários sem um clímax? O nosso colunista Rodolfo Amstalden escreve sobre o que fazer com o dinheiro quando nada acontece. Recomendo muito a leitura!

Uma ótima noite para você!

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