Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Em favor do investidor, sempre

Note uma coisa importante: o problema aqui não é o fato de o agente autônomo ser remunerado; a questão é ser remunerado de maneira diferente na colocação de um produto ou de outro

20 de julho de 2020
10:41 - atualizado às 13:24
ações investidor
Imagem: Shutterstock

Na semana passada, conduzimos uma pesquisa junto a uma parte de nossos assinantes sobre nossa parceria com a Vitreo. A ideia era colher feedbacks junto a quem realmente importa (o investidor), para melhorar a relação justamente em favor do próprio investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Empiricus, realmente colocamos o cliente no centro e procuramos, a cada dia, atender às suas necessidades e aos seus anseios. Nada melhor do que ouvir dele mesmo como podemos melhorar.

Com a transparência de sempre, divido com vocês três o resultado das duas primeiras perguntas, com as respectivas respostas:

Em resumo, das 7.230 respostas, 64,1% disseram já ter conta aberta na Vitreo. Entre aqueles que ainda não se tornaram cliente da plataforma de investimentos, 41% apontaram como motivo para isso desconhecê-la.

Dado o elevado percentual de respostas afirmando não conhecer a Vitreo, resolvi dedicar este espaço hoje a apresentar um pouco melhor a plataforma de investimentos e nossa parceria, que entendo ser um dos grandes passos da Empiricus em favor de seus assinantes e, arrisco dizer, em favor de todo o mercado de capitais brasileiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Explico, começando do básico.

Leia Também

A Vitreo é uma plataforma de investimentos. Originalmente, nasceu como uma gestora e agora já é também uma DTVM (corretora), passando por um natural sequenciamento de produtos. A Vitreo foi concebida, entre outras coisas, para prover soluções aos assinantes da Empiricus e dar ao investidor uma alternativa, sob a devida orientação, sem conflito de interesses.

Permita-me avançar um pouco mais na explicação. Talvez fique mais fácil entender nossa relação com a Vitreo a partir do entendimento profundo da natureza da própria Empiricus.

O que nós fazemos aqui? Basicamente, pesquisa independente de investimentos. Investigamos as melhores alternativas de ativos financeiros e, sem nenhum conflito de interesse, ofereçamos aquelas que consideramos as melhores ideias ao investidor. Vendemos ideias. Elas são especialmente valiosas vindas de um research independente. Caso sua origem fosse num banco ou numa corretora, você nunca teria certeza se aquela ideia realmente é boa para você ou se lhe foi encaminhada apenas para ganhar corretagem, uma taxa de colocação ou distribuição ou um rebate gordo num determinado fundo. Isso explica a vantagem das recomendações feitas por casas independentes de pesquisa. No Brasil, a Empiricus é praticamente uma metonímia do mercado de análise independente para o varejo — a única com escala e interlocução suficientes para fazer um research de ponta, capaz de fazer o investidor pessoa física jogar em iguais condições aos profissionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então, perceba o seguinte: do ponto de vista da informação e das ideias geradoras de valor/riqueza, a Empiricus retira o investidor do ambiente conflitado. Ele vem aqui e se informa. Como passo subsequente, ele volta ao ambiente conflitado para executar a nossa ideia, correndo o risco de ser corrompido novamente. 

Diariamente, recebo e-mails encaminhados do tipo: “Não precisa pagar pelos relatórios da Empiricus, não. Aqui nós damos pesquisa de graça pra você”. “Esqueça essa carteira de ações, ela é muito arriscada. Este COE aqui tem capital protegido.” “Nossos fundos renderam mais nesta janela temporal específica” (você sempre vai conseguir achar uma janela temporal favorável ao seu argumento; sob tortura, os dados confessam qualquer coisa).

Percebemos que, enquanto não oferecêssemos uma experiência completa e fechada sem conflito, não teríamos cumprido todo nosso trabalho. Claro que dar as ideias já é algo muito legal. Mas ainda precisamos do “last mile”, de garantir também a execução e a operacionalização dessas ideias. Afinal, uma ideia não executada vale zero.

Além disso, notamos que não era somente o nosso assinante que carecia de uma solução desse tipo, mas todo o mercado de capitais brasileiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quais eram as alternativas? Bom, no que temos chamado de indústria financeira 1.0, havia os bancos. E os bancos, bem, vocês sabem, são… os bancos, com seus gerentes, suas metas, seus PICs, consórcios, títulos de capitalização, taxas e mais taxas em produtos ruins. Então, com o devido mérito, veio o modelo de plataforma aberta, liderado pela XP, compondo a fase 2.0. Aqui, basicamente, a figura do gerente foi substituída pelo agente autônomo. Sem dúvida, uma grande evolução. Ao abrir a plataforma ao investidor, o agente autônomo, no geral, desenvolve um trabalho superior àquele do gerente clássico. 

Contudo, como o agente autônomo ganha mais ao distribuir um produto ou outro, ele acaba estando sob conflito de interesses, porque tem um incentivo financeiro em sugestionar a venda de um produto que implica maior remuneração para si mesmo. Não é algo pessoal com os agentes autônomos. Ao contrário, a maioria é competente e proba. Mas se trata da estrutura de incentivos, que muitas vezes é perversa.

Note uma coisa importante: o problema aqui não é o fato de o agente autônomo ser remunerado; a questão é ser remunerado de maneira diferente na colocação de um produto ou de outro. Se ele recebesse 100 por distribuir A ou Z, não teria problema algum. Já se ele recebe 100 por A e 99 por Z, então há incentivo a distribuir A. É fundamental entender isso. Basicamente, isso é o que está sendo retratado na “batalha” publicitária entre Itaú e XP.

Outro ponto para se fazer justiça à indústria 2.0: como alternativa à XP e aos bancos, temos modelos como aqueles da Easynvest. A plataforma é totalmente digital e sem agentes autônomos ou gerentes. Portanto, sem conflito. Mas também sem orientação, sem nenhuma recomendação ao investidor, que, sozinho, por muitas vezes acaba não sabendo agir corretamente, pode ficar um pouco perdido e montar carteiras aquém do ótimo (usando um eufemismo aqui).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diante do quadro, tenho advogado há bastante tempo sobre a necessidade de caminharmos em direção ao modelo 3.0, que seja sem conflito, mas com orientação. Sem nenhum exagero, há anos sonho com uma plataforma de investimentos sem gerentes e sem agentes autônomos, “research driven”, ou seja, apoiada por recomendação técnicas, feitas por uma equipe independente, grande, competente e dedicada, cujo único objetivo é prover o investidor com as melhores ideias para seu dinheiro. Tudo e só isso. Sem agenda oculta, sem taxas sub-reptícias, sem rebates gordos por trás, sem abusos em taxas implícitas de estruturação e distribuição.

A parceria Empiricus e Vitreo surge, entre outras coisas, justamente para isso, endereça o seio desse problema. A Empiricus , com uma equipe de 35 especialistas, identifica uma oportunidade de investimento. A Vitreo facilita a execução dessa ideia — quando necessário, como no caso dos fundos que se inspiram em nossas carteiras recomendadas, a Vitreo, claro, faz seu papel de gestor e realiza sua própria análise, numa dupla validação.

Vou dar dois exemplos de como a coisa funciona na prática. Para não parecer que estou “cherry picking” (escolhendo de forma deliberada) os lançamentos mais legais, trato de duas coisas que vão ao ar nesta semana. Isso torna a conversa mais dinâmica e real, sem falso encantamento.

Há algumas semanas, venho preocupado com uma potencial perda de valor do dólar contra as principais moedas globais. Veja: essa não é somente uma preocupação minha. Em contato com alguns gestores, nossa equipe de análise de fundos me informou que casas como Dahlia, Absolute e Kapitalo nutrem o mesmo temor, citando possível aperto fiscal americano no período pós-eleições, menor diferença de juros EUA e resto do mundo, nível de valuation elevado e possível coordenação e união fiscal na Zona do Euro. Em paralelo, comitê extraordinário do Itaú Private Bank encerrou um call em favor do dólar contra as principais divisas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além de concordar com os argumentos, me parece salutar termos hedge contra nossas posições de risco em outras moedas além do dólar. Se queremos ter mesmo uma carteira devidamente diversificada, precisamos fazê-lo em várias geografias e em várias moedas.

Gostaria que o investidor pessoa física brasileiro pudesse ter acesso de forma fácil e efetiva a essas outras moedas, como libra, franco suíço, iene, euro. Entretanto, as opções eram caras, pouco acessíveis e difíceis de montar. Escrevi a respeito num Day One e numa edição do Palavra do Estrategista. 

Atenta à questão e ávida por trazer uma solução, a Vitreo colocou de pé, em tempo recorde, um fundo justamente para dar acesso a essas moedas para o investidor brasileiro. Detalhe: com taxa de administração de 0,05% ao ano, ou seja, só para pagar o administrador, com receita zero para a própria Vitreo. O mínimo é de R$ 1 mil. Com um valor bem pequeno, o investidor de varejo pode fazer hedge nas principais moedas globais. Isso era impensável antes. Os ETFs eram bem caros, muitas corretoras cobram caríssimo no câmbio, e os contratos futuros têm uma dinâmica própria aqui dentro, com sua baixa liquidez. Uma solução para o que antes era um problema para nossos assinantes — e para todos investidores em geral. 

Talvez o leitor mais assíduo esteja se perguntando neste momento como um research independente pode fazer uma parceria com uma plataforma de investimentos e continuar sem conflito de interesses. Volto no que disse há pouco: o problema não é receber, mas receber diferente a cada produto ou recomendação. Repito: se o agente autônomo recebesse uma taxa ou um valor fixo por cada uma de suas recomendações, ele não estaria conflitado. Modelos como o da Easynvest ou da Warren, que são corretoras, têm seus conflitos mitigados. Em resumo, o problema não é ser corretora ou gestora ou ter uma parceria com uma plataforma de investimentos, mas, sim, receber diferente a cada recomendação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mostro como a questão do conflito é mitigada na Vitreo também por meio de um exemplo: a plataforma de fundos, que será também lançada nesta semana. Aqui há uma inovação incrível. Haverá cashback para os investidores e uma remuneração fixa máxima à Vitreo em todos os fundos.

Ou seja, ao aplicar num fundo via plataforma da Vitreo, o investidor receberá de volta parte da taxa de administração. Significa que ele pagará menos (e terá uma rentabilidade líquida maior) do que em outras plataformas sem cashback. Isso é ótimo, claro. No longo prazo, faz diferença.

Contudo, na minha opinião, não é o mais legal. Já há outras plataformas dando cashback em taxas de administração dos fundos, como Inter e Pi. O ponto que considero mais bacana é o teto fixo de 0,20% de rebate que ficará com a Vitreo (mais barato do que o 0,25% do Tesouro Direto). Essa é uma inovação fantástica porque mitiga o problema do conflito. Ao dar cashback ao cliente, Inter e Pi fizeram um avanço muito bacana, mas não atacaram o conflito, pois ainda há remunerações diferentes por fundo. No caso da Vitreo, o rebate máximo será de 0,20% para qualquer fundo, uma espécie de tabelamento. Assim, caminhamos para que não haja incentivo para recomendar A sobre B, porque A paga mais do que B para a Vitreo.

Um exemplo ajuda a melhor compreender. De forma bem simples, imagine que o fundo A pague 0,6% de rebate para a Vitreo. O fundo B paga 0,5%. Então, a Vitreo dará um cashback de 0,4% para o investidor no caso do fundo A, ficando com 0,2%. No caso do fundo B, o cashback é de 0,3%, de modo que a Vitreo também fique com 0,2%. Ou seja, em ambos os casos, a Vitreo ganha 0,2%. Se você receber a indicação de A ou de B, terá a certeza de que aquela indicação não foi dada para se ganhar mais em A ou em B, porque um ou outro implica a mesma remuneração. Esse é o grande salto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para apresentarmos em mais detalhes a Vitreo e nossa parceria, eu, Jojo (CIO da Vitreo) e Patrick (CEO da Vitreo) faremos uma live amanhã, às 10h30. Você é nosso convidado. Salve na sua agenda e participe. Queremos construir juntos a indústria 3.0.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como dobrar o patrimônio ao reinvestir dividendos, Regime Fácil, e o que mais você precisa saber hoje

10 de abril de 2026 - 8:30

Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa

SEXTOU COM O RUY

Receber dividendos é bom; reinvestir é melhor ainda. A estratégia confiável capaz de até dobrar o retorno dos seus investimentos

10 de abril de 2026 - 6:05

Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como surfar pela renda fixa, o preço do petróleo, e o que mais move os mercados hoje

9 de abril de 2026 - 8:27

Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Quebrando a criptografia do pessimismo incondicional

8 de abril de 2026 - 20:05

Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As novas fronteiras do Nubank e o cessar-fogo nos mercados: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje

8 de abril de 2026 - 8:49

A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A normalização da inflação e dos juros, o recorde de pedidos de RJ, mudanças na Petrobras (PETR4), e o que mais afeta a bolsa hoje

7 de abril de 2026 - 8:53

Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Entre a crise geopolítica e a rigidez inflacionária: volta ao normal no Brasil é adiada em um mundo fragmentado

7 de abril de 2026 - 7:17

Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A verdadeira diversificação nos FIIs, a proposta de cessar-fogo no Irã, e o que mais move as bolsas hoje

6 de abril de 2026 - 8:09

O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo

TRILHAS DE CARREIRA

Entre o que você faz e onde você está: quanto peso dar à cultura organizacional nas suas escolhas de carreira?

5 de abril de 2026 - 8:00

Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O poder elétrico na sua carteira, as novas ameaças de Trump, e o que mais move os mercados

2 de abril de 2026 - 8:30

Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Volta da inflação? Aprenda a falar a língua do determinismo estocástico 

1 de abril de 2026 - 19:45

Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O novo momento da Boa Safra (SOJA3), o fim da guerra no Irã e o que mais você precisa ler hoje

1 de abril de 2026 - 8:28

A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os terremotos nos mercados com a guerra, a reestruturação da Natura (NATU3) e o que mais mexe com seu bolso hoje

31 de março de 2026 - 8:37

Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Da escalada militar à inflação global: o preço da guerra entre EUA e Irã não é só o petróleo

31 de março de 2026 - 7:24

Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Uma nova estratégia para os juros, eleições presenciais, guerra no Oriente Médio e o que mais move os mercados hoje

30 de março de 2026 - 8:10

O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente

DÉCIMO ANDAR

As águas de março geraram oportunidades no setor imobiliário, mas ainda é preciso um bom guarda-chuva

29 de março de 2026 - 8:00

Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O melhor emprego do mundo: as dicas de um especialista para largar o CLT e tornar-se um nômade digital 

28 de março de 2026 - 9:02

Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle 

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O corte de dividendos na Equatorial (EQTL3), a guerra em Wall Street, e o que mais afeta seu bolso hoje

27 de março de 2026 - 8:17

A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira

SEXTOU COM O RUY

Nem todo cão é de guarda e nem toda elétrica é vaca. Por que o corte de dividendos da Equatorial (EQTL3) é um bom sinal?

27 de março de 2026 - 6:01

Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O sucesso dos brechós, prévia da inflação, o conflito no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

26 de março de 2026 - 8:17

Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia