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Inflação, eleições e juros globais irão ditar os rumos dos títulos públicos e privados no segundo semestre. Confira as opções mais recomendadas para aplicar neste cenário

Governos e empresas já buscam financiamento por meio de títulos de dívidas há séculos. Na época da Renascença italiana, governadores de Veneza emitiam papéis conhecidos como prestiti para financiar guerras, e em 1694, o recém-criado Banco da Inglaterra lançou o primeiro título soberano oficial.
Por aqui, o primeiro Banco do Brasil entrou em operação em 1809, para suprir a necessidade da Coroa de financiar os gastos públicos.
No decorrer da história, o mercado de renda fixa foi ficando cada vez mais complexo. Inflação e endividamento de governos e empresas afetam profundamente os riscos e, consequentemente, as taxas.
Em 2026, enfrentamos diversas incertezas em relação a esses pontos, com perspectiva de juros altos por mais tempo. As eleições — e o posicionamento dos candidatos em relação a gastos fiscais a partir do ano que vem — adicionam mais uma camada de complexidade a esse cenário.
Para ajudar o investidor a identificar os principais movimentos que devem agitar o setor até o fim do ano, Seu Dinheiro apresenta o painel de renda fixa do evento Onde Investir no segundo semestre.
Alexandre Muller, sócio-fundador e CIO da Leto Capital (antiga JGP Crédito), e Lais Costa, analista de renda fixa e responsável pela série Os Melhores Fundos de Investimentos da Empiricus Research, apresentam também quais papéis podem se destacar diante de tanta volatilidade.
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O painel fez parte do nosso segundo dia do evento, que inclui ainda conversas sobre o Cenário Internacional e Criptomoedas, com convidados da Avenue, Franklin Templeton, Hashdex, além dos analistas da Empiricus.
Para conferir as principais dicas e entender o que acontece com essas classes de ativos, basta clicar no vídeo a seguir:
A festa acabou. A seleção brasileira sai da Copa do Mundo depois de perder para a Noruega no último domingo (5). Mas não é só no mundo esportivo que as comemorações ficam para trás.
Nos mercados, o dia começa com uma nova onda de preocupação sobre o retorno de investimentos bilionários em inteligência artificial. Com isso, as bolsas asiáticas fecharam o pregão desta segunda-feira (6) majoritariamente em queda.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) também inicia a semana colocando um ponto final na festa de vai e vem dos preços do petróleo.
A commodity registra perdas nesta manhã após o cartel confirmar aumento da produção e reforçar a avaliação de que uma normalização da oferta ocorrerá em meio à reabertura do Estreito de Ormuz.
Enquanto isso, os holofotes dos mercados também se voltam para a ata da última reunião do Banco Central Europeu (BCE). Por lá, os principais índices amanhecem no vermelho.
Já em Wall Street, os futuros de Nova York voltam do feriado da independência dos EUA sem uma direção única. Os investidores da região aguardam a divulgação da ata do Federal Reserve (banco central dos EUA), que ocorrerá na quarta-feira (8).
Porém, um outro evento rouba as atenções tanto em Washington quanto aqui no Brasil. É a audiência do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que debaterá sobre as práticas comerciais do Brasil. Essa é a primeira etapa da estratégia tarifária de Donald Trump contra o país.
E não para por aí. A agenda econômica está recheada de eventos nesta semana, e você pode conferir tudo aqui.
ONDA PERFEITA
Ventos de bilhões: começa a temporada de kitesurfe no Preá. A mesma corrente de ar que atrai kitesurfistas do mundo inteiro está transformando um dos destinos mais cobiçados do Brasil.
BRIGA DE GIGANTES
EUA x China: quem vai vencer a batalha da IA? CEO da AZ Quest aponta um favorito. Walter Maciel vê maior competitividade no modelo de desenvolvimento da tecnologia norte-americano.
DRAGÃO ADORMECIDO
Brasil é a grande alternativa dos Estados Unidos à China, diz CEO da AZ Quest. De acordo com o executivo, projeções do FMI indicam que a população chinesa será reduzida em 500 milhões de pessoas nos próximos 30 anos. Para ele, esse processo, combinado com uma crise fiscal, compromete o potencial de crescimento do país.
ENDIVIDAMENTO EM ALTA
Pequenos negócios concentram endividamento e revelam vulnerabilidade no cenário econômico. O estudo mostra que o tempo de mercado não elimina o risco financeiro, já que empresas com mais de 15 anos de atividade lideram a base de endividados.
POTÊNCIA FEMININA
Quem é Rafaela Pimenta, a brasileira empresária de Haaland que negocia contratos bilionários no futebol. Advogada de formação, Rafaela Pimenta lidera negociações importantes, administra a carreira de Erling Haaland e se tornou uma das mulheres mais influentes da indústria esportiva.
TROCA DE CADEIRA
BTG Pactual troca duas ações em carteira de small caps para julho; veja quem entra, quem sai e as apostas do banco. A carteira reúne dez ações, todas com peso de 10%, e tem como foco empresas com valor de mercado de aproximadamente R$ 15 bilhões.
INVESTIMENTO ARRISCADO
“Vencer sem correr riscos é triunfar sem glórias”: como o pensamento de Ayrton Senna se relaciona com a corrida dos investimentos. Como o ensinamento de Senna sobre a importância de se arriscar pode ser aplica à sua estratégia de investimentos.
AS MAIS LIDAS
Mais um adeus à B3, o relógio de R$ 5,5 milhões de Neymar Jr e os R$ 4 bilhões no caixa do Banco do Brasil: confira o que bombou na semana. Entre malas prontas, relógios milionários, fé na loteria e bilhões remanejados, a semana no Seu Dinheiro mostrou que o noticiário teve de tudo.
NA BALADA DE WALL STREET
A última semana de junho chocou o mercado: investidores abandonam as ações dos EUA com a fuga de US$ 34 bilhões; Brasil não escapa. Para se ter uma ideia do tamanho do estrago, a saída anterior havia sido de US$ 4,51 bilhões. O movimento rendeu à semana o amargo título de pior resultado semanal desde dezembro de 2024.
COPA DO MUNDO 2026
Haaland x Vini Jr.: qual seleção é a mais valiosa, a do Brasil ou a da Noruega? Seleção Brasileira encarou os noruegueses neste domingo (5); adversário é o mais valioso do Brasil até agora.
CALMARIA APÓS A TEMPESTADE
Fim do caos pode derrubar o petróleo para US$ 60, segundo o Citi — e isso mexe diretamente com o seu bolso. O Citi não está sozinho nas projeções: o Goldman Sachs já avisou que o mercado está prestes a voltar ao excesso de oferta e o Morgan Stanley cortou as previsões para o barril duas vezes.
MERCADOS
Ibovespa faz a festa, recupera os 174 mil pontos e o dólar escorrega — mas não abra o champanhe ainda. No câmbio, o dólar chegou a ser cotado a R$ 5,21, mas perdeu força na reta final da semana; confira o resumo dos mercados nos últimos cinco dias.
ADEUS B3
Helbor (HBOR3) pode ser a próxima empresa a sair da bolsa; ação caiu 95% desde máximas. A operação avalia as ações da incorporadora em R$ 2,52, mas a liquidação será feita por meio de uma troca de papéis entre as duas empresas.
NOVO ESPAÇO
Pinakotheke troca o Morumbi por Higienópolis e estreia nova fase com mostra sobre Surrealismo. Com exposição inaugural que reuniu mais de 10 mil visitantes no primeiro mês, a galeria fundada por Max Perlingeiro em 1979 inaugura novo espaço em casarão histórico reformado.
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A AGENDA DO INVESTIDOR
A Selic cai mais? A pergunta de US$ 1 milhão dos investidores começará a ser respondida pelo IPCA e pela ata do Fed. A semana desenha um cenário de arrefecimento temporário nos preços domésticos e traz documentos cruciais para entender os próximos passos dos juros, o que exige atenção estratégica na alocação dos ativos.
CALMARIA APÓS A TEMPESTADE
Fim do caos pode derrubar o petróleo para US$ 60, segundo o Citi — e isso mexe diretamente com o seu bolso. O Citi não está sozinho nas projeções: o Goldman Sachs já avisou que o mercado está prestes a voltar ao excesso de oferta e o Morgan Stanley cortou as previsões para o barril duas vezes.
NA BALADA DE WALL STREET
A última semana de junho chocou o mercado: investidores abandonam as ações dos EUA com a fuga de US$ 34 bilhões; Brasil não escapa. Para se ter uma ideia do tamanho do estrago, a saída anterior havia sido de US$ 4,51 bilhões. O movimento rendeu à semana o amargo título de pior resultado semanal desde dezembro de 2024.
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TENTE NA PRÓXIMA
Ninguém acertou a Mega-Sena; veja o valor do prêmio que estará em jogo no próximo sorteio. Sem vencedor na faixa principal, prêmio acumulou e a expectativa agora fica para o concurso de terça (7).
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