O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Levantamento do BofA revela que maioria aponta a bolsa como melhor opção de investimento para os próximos seis meses
O otimismo está imperando entre os gestores de fundos. Mesmo diante da intensa volatilidade nos mercados, diante das dúvidas a respeito da economia doméstica e global, a grande maioria acredita que o Ibovespa pode alcançar o patamar de 110 mil pontos até o final do ano, ou até ultrapassá-lo.
Segundo levantamento realizado pelo Bank of America (BofA) com investidores da América Latina, 78% projetam que o principal índice da B3 pode chegar a 110 mil pontos. Trata-se de uma melhora considerável em relação à pesquisa anterior, feita no mês passado, quando 54% dos ouvidos pelo banco projetavam esta possibilidade.
E tem gestor que está ainda mais confiante. O estudo mostra que 61% veem o Ibovespa conseguindo passar o patamar de 120 mil pontos ao final de 2020.
As projeções impressionam, já que há não muito tempo se questionava se o índice fecharia 2020 em 100 mil pontos, considerando toda a dificuldade enfrentada neste ano.
O Ibovespa vem registrando altas constantes nos últimos dias, apoiado num misto de otimismo em relação à disponibilização de vacinas contra a covid-19, com perspectiva de aprovação de um pacote de estímulos econômicos robusto nos Estados Unidos depois da eleição de Joe Biden e os resultados das companhias no terceiro trimestre, considerados bem positivos.
Só que ainda existem algumas questões que frequentemente pesam sobre o principal índice da B3, como falas de integrantes do governo colocando em dúvida o compromisso com as contas públicas – a deterioração fiscal foi, inclusive, citada como o principal risco para o País por 63% dos entrevistados – e a imposição de lockdowns nos Estados Unidos e na Europa para combater a pandemia.
Leia Também
Mas, olhando para o futuro, apesar de toda a incerteza, o mercado acionário brasileiro é visto como a melhor opção de investimento. Cerca de 66% dos entrevistados pelo BofA acreditam em um desempenho muito positivo nos próximos seis meses.
O levantamento também tratou de outras questões, como o câmbio. Cerca de 65% projetam que a cotação do dólar ficará abaixo de R$ 5,30 ao final do ano. Antes, os que projetavam este movimento eram apenas 27%.
E a recuperação do valor da nossa moeda deve continuar ao longo dos próximos seis meses, com 49% dizendo que o real deve se valorizar no período.
Levando em conta o desempenho esperado das outras divisas latino-americanas, poucos gestores acreditam que moedas como dólar e iene devem ter desempenho superior – apenas 14% responderam isso, o menor patamar desde março, quando a pergunta começou a ser feita pelo BofA.
Os gestores ouvidos pelo BofA também comentaram a respeito do que esperam para a inflação, e 61% deles demonstraram preocupações com os riscos que choques inflacionários podem ter nas expectativas.
Estes choques viriam principalmente dos riscos fiscais, os efeitos dos repasses das variações cambiais para os preços, movimento que os economistas chamam de pass-through, e dos preços do atacado para os consumidores.
Diante da expectativa de aceleração da inflação, a maioria já projeta que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai elevar a Selic, a taxa básica de juros, no ano que vem. Mas ela ainda permanecerá abaixo de 3,5%, com muitos dos entrevistados estimando que ela fique entre 2,50% e 3,00% ao final de 2021.
Também olhando para o próximo ano, a maioria dos entrevistados acredita que a economia deve crescer entre 2% e 4% no próximo ano. O BofA projeta alta de 3%.
O recente Relatório Focus mostra que a mediana de projeções de economistas do mercado financeiro aponta para um avanço de 3,31% do PIB em 2021.
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais