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Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Otimismo na bolsa

Sem cautela: Ibovespa fecha na máxima do dia; Fed e economia dos EUA animam o mercado

O Ibovespa subiu mais de 2% e praticamente zerou as perdas acumuladas na semana passada. Uma nova injeção de recursos por parte do Fed, somada a um dado surpreendentemente forte da economia dos EUA, se sobrepôs à cautela com o aumento nos novos casos de coronavírus no mundo

Selo Mercados FECHAMENTO Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Os investidores pareciam estar pisando em ovos durante a abertura da sessão desta segunda-feira (29): o aumento nos novos casos de coronavírus no mundo inspirava cautela às negociações — e, como resultado, o Ibovespa e as bolsas globais não se mostravam muito dispostos a se afastar da estabilidade durante a manhã.

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Pois a prudência vista nessa primeira etapa deu lugar a um princípio de euforia: ao fim do pregão, o Ibovespa avançava 2,03%, aos 95.735,35 pontos — a pontuação máxima do dia. Nos EUA, a confiança também tomou conta dos mercados: o Dow Jones (+2,32%), o S&P 500 (+1,47%) e o Nasdaq (+1,20%) tiveram trajetória parecida, fechando com ganhos firmes.

No câmbio, o clima estava igualmente tranquilo no fim da tarde: o dólar à vista, que chegou a operar em alta durante a manhã, encerrou a sessão em queda de 0,62%, a R$ 5,4265. Não foi um alívio intenso, mas, ainda assim, suficiente para trazer alívio à cotação da divisa.

  • Eu gravei um vídeo para explicar a dinâmica por trás dos mercados nesta segunda-feira. Veja abaixo:

O que aconteceu para desencadear essa mudança de comportamento dos investidores? O que injetou tanto ânimo nos agentes financeiros, a ponto de ofuscar a cautela com o avanço da Covid-19?

Bem, não tivemos nenhuma notícia no lado da saúde pública em si — até circularam supostos avanços no desenvolvimento de uma vacina por um grupo farmacêutico chinês, mas essa possível novidade não causou comoção nos investidores. Assim, a sombra do coronavírus segue bastante presente no dia a dia dos mercados financeiros.

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O que aconteceu foi que, mais que a imunização contra a Covid-19, os investidores parecem particularmente interessados num remédio para a economia — por mais que alguns desses tratamentos tenham efeitos colaterais no futuro. E a pílula mágica do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) novamente deu as caras.

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No início da tarde, o Fed anunciou que irá comprar mais títulos de dívida corporativa no mercado primário — um mecanismo que foi anunciado há algumas semanas. Na prática, a medida tem dois efeitos benéficos aos mercados: alivia a pressão financeira sobre as empresas e injeta dinheiro no sistema financeiro.

E essa injeção massiva de dinheiro na economia, tanto por parte do Fed quanto dos demais BCs do mundo, tem servido como um escudo para os mercados: com tantos recursos disponíveis por aí — e com escassas oportunidades na renda fixa —, parte relevante acaba sendo direcionada às bolsas e aos ativos de países emergentes.

Assim, com mais um sinal de que o Fed não vai deixar a peteca cair — ou, em outras palavras, não vai deixar as bolsas atravessarem grandes turbulências em meio às incertezas ligadas à pandemia —, a cautela vista no início do dia deu lugar a mais uma onda positiva.

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E, para completar esse quadro mais favorável aos mercados, também tivemos uma surpresa positiva vinda da economia dos EUA: o índice NAR de vendas pendentes de imóveis subiu 44,3% de abril para maio.

Esse é um dado que não costuma fazer preço, mas, nas atuais circunstâncias, qualquer boa notícia é bem vinda. E, de fato, essa foi uma novidade inesperada: a previsão do mercado era de alta muito inferior, de 'apenas' 15%.

Juros e IGP-M

No mercado de juros, o tom foi de relativa tranquilidade: os DIs não se afastaram muito da estabilidade, tanto na ponta curta quanto na longa. O IGP-M em junho acelerou a 1,56%, ligeiramente acima das projeções de mercado — resultado que pode desestimular a continuidade dos cortes na Selic, mas que não afeta o cenário de juros baixos por um período prolongado no país.

  • Janeiro/2021: estável em 2,07%;
  • Janeiro/2022: de 2,97% para 2,95%;
  • Janeiro/2023: de 4,12% para 4,05%;
  • Janeiro/2025: de 5,82% para 5,76%.

Top 5

Veja abaixo as cinco maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira:

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CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
VVAR3Via Varejo ON15,38+7,63%
EMBR3Embraer ON8,42+7,54%
PCAR3GPA ON72,90+5,94%
BRML3BR Malls ON10,15+5,29%
BBAS3Banco do Brasil ON33,44+5,09%

Confira também as cinco maiores quedas do índice:

CÓDIGONOMEPREÇO (R$)VARIAÇÃO
BRFS3BRF ON20,87-2,70%
TIMP3Tim ON13,77-1,85%
CSNA3CSN ON10,55-1,49%
KLBN11Klabin units20,25-1,27%
VIVT4Telefônica Brasil PN48,20-0,70%

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