O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Bolsa brasileira mais uma vez seguiu na direção oposta de outros mercados de ações com os investidores locais aproveitando para embolsar a forte alta da véspera
Muito se tem falado, em meio à pandemia do novo coronavírus, nas mudanças dos parâmetros sobre o que é ou será considerado normal a partir de agora. É possível que nem mesmo os mercados financeiros acabem alheios ao estabelecimento desses 'novos normais'.
Historicamente, as bolsas de valores de países emergentes tendem a seguir os movimentos registrados nos principais centros financeiros do mundo. No caso brasileiro, até pelas coincidências de horário de funcionamento, o principal termômetro é Wall Street.
Nos últimos meses, porém, tem sido cada vez mais comum o índice Ibovespa descolar-se dos movimentos externos e estabelecer uma dinâmica própria.
É fato que muito disto se deve à saída em massa de investidores estrangeiros e à adesão cada vez maior de ‘CPFs’ em busca de maior rentabilidade em um momento no qual está cada vez mais complicado obter retorno como ocorria antigamente na renda fixa, mas este é assunto para outra pauta.
Hoje, em mais um pregão de alta robusta nas bolsas de valores da Europa e dos Estados Unidos (os índices Nasdaq e S&P-500, de novo, registraram novos níveis recordes de fechamento), o Ibovespa fechou em queda de 0,25%, aos 101.911,13 pontos, em dia de realização de lucros.
O Ibovespa até abriu em alta nesta quarta-feira, mas passou a cair ainda na primeira hora de sessão em um movimento interpretado por analistas como uma realização de lucros depois do forte avanço registrado ontem. Nos piores momentos da sessão, o mercado brasileiro de ações chegou a cair mais de 1% e perdeu o piso dos 101 mil pontos, mas os papéis se recuperaram um pouco no fim do pregão.
Leia Também
A realização de lucros afetou principalmente as ações da Vale e de empresas do setor de siderurgia, todas com grande peso no índice.
No mundo dos IPOs, Pague Menos e Lavvi viveram situações diametralmente opostas em suas respectivas estreias na B3. Enquanto os papéis da rede de farmácias dispararam, as ações da construtora de imóveis de alto padrão despencaram na sessão de hoje.
Confira a seguir as maiores altas e quedas do dia entre os componentes do Ibovespa.
MAIORES ALTAS
MAIORES BAIXAS
Apesar da guinada no rumo dos negócios hoje, os agentes do mercado financeiro continuam otimistas com o andamento da agenda de reformas pelo governo brasileiro.
Na noite de ontem, a Câmara dos Deputados aprovou a chamada Lei do Gás. O governo acredita que a medida pode destravar investimentos de até R$ 43 bilhões e contribuir para a reindustrialização do momento.
Com a aprovação e a reforma administrativa no horizonte, a percepção de uma melhora no cenário político e no risco fiscal parece predominar entre os investidores brasileiros.
No exterior, o destaque ficou por conta da divulgação do Livro Bege do Federal Reserve Bank (o banco central norte-americano). O documento destacou que a atividade econômica norte-americana segue em nível bem inferior ao de antes da pandemia e que os avanços registrados foram modestos.
O dólar manteve nesta quarta-feira o recente movimento de queda observado em relação ao real. Os investidores reagiram inicialmente aos dados aquém das expectativas contidos no relatório ADP sobre a situação do emprego no setor privado norte-americano.
Outro fator a manter a valorização do real ante o dólar na sessão de hoje foi a promessa feita ontem pelo presidente Jair Bolsonaro de entregar amanhã ao Congresso uma proposta de reforma administrativa.
Com isso, a moeda norte-americana encerrou o dia em queda de 0,51%, cotada a R$ 5,3575.
Já os contratos de juros futuros apresentaram intensa volatilidade durante a sessão desta quarta-feira. Eles abriram em alta, passaram a cair acompanhando o dólar depois da divulgação do ADP e voltaram a subir no fim da sessão, com os investidores se antecipando ao leilão de títulos prefixados marcado para amanhã.
Comentários do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sobre o pouco espaço para futuros cortes na taxa Selic pressionaram especialmente os trechos curto e intermediário da curva a termo.
Confira as taxas negociadas de alguns dos principais contratos negociados na B3:
Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais
Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11
O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual
Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil
Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda
Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco
O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado
Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho
As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra