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2020-06-11T16:00:52-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
A tensão voltou

Principal ETF de ações brasileiras desaba em Nova York em dia de feriado na B3

O temor de uma segunda onda de casos de coronavírus volta a pesar nos mercados internacionais nesta quinta-feira e faz o EWZ ser negociado em queda de mais de 8%

11 de junho de 2020
16:00
Mercados juros bolsa coronavírus
Imagem: Shutterstock

O temor de uma segunda onda de casos de coronavírus voltou a pesar nos mercados internacionais nesta quinta-feira. Os principais índices das bolsas norte-americanas operam com queda expressiva que chega aos 5% no caso do S&P 500.

Com a B3 fechada hoje em razão do feriado de Corpus Christi, a tensão externa se reflete no EWZ. O principal fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) de ações de empresas brasileiras negociado em Nova York despencava 8,40% por volta das 15h50 (horário de Brasília).

O prognóstico para a reabertura da bolsa brasileira amanhã, portanto, não é nada favorável, a menos que alguma notícia nova e positiva surja até lá.

Após o alívio nas últimas semanas provocado pela reabertura das economias lá fora, os números do coronavírus voltaram a chamar a atenção dos investidores.

Nos Estados Unidos, o número de casos ultrapassou a marca de dois milhões, com mais de 112 mil mortos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

Os dados mostram ainda que a média de novos infectados nas últimas duas semanas continua subindo em mais de 20 estados norte-americanos, o que colocou de volta no radar do mercado o risco de uma segunda onda de casos da covid-19.

Os investidores também parecem ter caído na real depois das projeções nada positivas para a economia divulgadas ontem pelo Federal Reserve.

A estimativa do BC dos EUA é de uma contração de 6,5% da maior economia do mundo, com uma taxa de desemprego de 9,3% no fim de 2020.

Quem não gostou nada dos números do Fed foi o presidente dos EUA, Donald Trump.

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